Mc'Cheyne
16 de Dezembro
Leitura 1 de 4 · Em família

2 Crônicas 18

1Josafá tinha, portanto, riquezas e glória em abundância; e estabeleceu uma aliança com Acabe. 2E, após alguns anos, ele foi a Samaria para se encontrar com Acabe; e Acabe matou ovelhas e bois em abundância, para ele e para o povo que o acompanhava, e o persuadiu a subir com ele a Ramote-Gileade. 3Acabe, rei de Israel, perguntou a Josafá, rei de Judá: Você irá comigo a Ramote-Gileade? Josafá respondeu: Serei como você é; o meu povo será como o seu povo; iremos juntos para a batalha. 4Disse ainda Josafá ao rei de Israel: Hoje, exorto-o a consultar a palavra do SENHOR. 5Então, o rei de Israel reuniu os profetas, quatrocentos homens, e lhes perguntou: Iremos à batalha contra Ramote-Gileade ou devemos recuar? Eles responderam: Vá; pois Deus a entregará nas mãos do rei. 6Disse, porém, Josafá: Não há aqui ainda algum profeta do Senhor, para que o consultemos? 7Então o rei de Israel disse a Josafá: Ainda existe um homem por quem podemos consultar ao Senhor; porém eu o detesto, pois nunca profetiza a meu respeito o que é bom, mas sempre o que é mau. Esse é Micaías, filho de Imla. Josafá, porém, respondeu: Que o rei não fale assim. 8Então, o rei de Israel chamou um oficial e disse: Traga-me rapidamente Micaías, filho de Imla. 9E o rei de Israel e Josafá, rei de Judá, estavam assentados, cada um em seu trono, vestidos com trajes reais, numa eira à entrada da porta de Samaria; e todos os profetas profetizavam diante deles. 10E Zedequias, filho de Quenaana, fez para si uns chifres de ferro e disse: Assim diz o SENHOR: Com estes você escorneará os sírios, até consumir por completo. 11E todos os profetas profetizavam da mesma forma, dizendo: “Suba a Ramote-Gileade e você triunfará, pois o SENHOR a entregará nas mãos do rei.” 12E o mensageiro que foi chamar Micaías lhe disse: Eis que as palavras dos profetas, a uma voz, anunciam coisas boas para o rei; que a sua palavra seja, pois, como a palavra de um deles e fale o que é bom. 13Mas Micaías respondeu: Tão certo como vive o SENHOR, o que meu Deus me disser, isso falarei. 14Vindo, portanto, ao rei, este lhe perguntou: Micaías, iremos a Ramote-Gileade para a batalha, ou devo desistir? Ele respondeu: Subam e terão vitória; pois serão entregues nas suas mãos. 15E o rei lhe disse: Quantas vezes te conjurarei para que não me fales senão a verdade em nome do SENHOR? 16Então, ele disse: Vi todo o Israel disperso pelos montes, como ovelhas que não têm pastor; e disse o SENHOR: Estes não têm dono; que cada um retorne em paz para sua casa. 17Então, o rei de Israel disse a Josafá: "Não te disse eu que ele não profetiza a meu respeito nada que seja bom, mas apenas o que é mau?" 18Então, continuou: Ouvi a palavra do SENHOR: Vi o SENHOR assentado no seu trono, e todo o exército do céu estava à sua direita e à sua esquerda. 19E o SENHOR perguntou: Quem irá enganar Acabe, rei de Israel, para que suba e caia em Ramote-Gileade? Um dizia de uma maneira, e outro, de outra. 20Então, saiu um espírito e se apresentou diante do SENHOR, dizendo: Eu o enganarei. E o SENHOR perguntou: Com o quê? 21Então ele disse: Sairei e serei um espírito mentiroso na boca de todos os seus profetas. O SENHOR disse: Tu o enganarás e ainda prevalecerás; sai e faze-o assim. 22Agora, pois, eis que o SENHOR enviou um espírito de mentira na boca de todos estes teus profetas e o SENHOR falou o que é mau a teu respeito. 23Então, Zedequias, filho de Quenaana, se aproximou e deu uma bofetada em Micaías, dizendo: "Por que o Espírito do SENHOR passou de mim para falar a você?" 24Disse Micaías: "Você verá isso no dia em que entrar de câmara em câmara, para se esconder." 25Então, o rei de Israel disse: Levem Micaías e entreguem-no a Amom, governador da cidade, e a Joás, filho do rei. 26E direis: Assim diz o rei: Coloquem este homem na casa do cárcere e angustiai-o com escassez de pão e água, até que eu volte em paz. 27E disse Micaías: Se vocês voltarem em paz, realmente o Senhor não falou por mim. E acrescentou: Ouçam, todos os povos! 28Subiram, então, o rei de Israel e Josafá, rei de Judá, a Ramote-Gileade. 29E o rei de Israel disse a Josafá: "Disfarçar-me-ei para entrar na peleja; você, porém, vista suas vestes." Assim, o rei de Israel se disfarçou e entrou na peleja. 30Então o rei da Síria ordenou aos capitães dos seus carros, dizendo: Não lutareis nem contra os pequenos nem contra os grandes, mas somente contra o rei de Israel. 31E aconteceu que, ao verem os comandantes dos carros a Josafá, disseram: "Este é o rei de Israel." Então, o cercaram para atacá-lo. Mas Josafá clamou e o Senhor o ajudou; Deus os desviou dele. 32Porque aconteceu que, ao verem os capitães dos carros que não era o rei de Israel, deixaram de o perseguir. 33Então, um homem armou o arco ao acaso e feriu o rei de Israel entre as juntas da sua armadura; então, disse ao cocheiro: Vira a tua mão e leva-me para fora do combate, pois estou gravemente ferido. 34E naquele dia a batalha se intensificou, mas o rei de Israel permaneceu de pé no carro diante dos sírios até a tarde; e morreu ao pôr do sol.
Leitura 2 de 4 · Em família

Apocalipse 7

1Depois disso, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma. 2E vi outro anjo subindo da direção do sol nascente, que trazia o selo do Deus vivo; e clamou em grande voz aos quatro anjos a quem foi concedido o poder de causar dano à terra e ao mar. 3Dizendo: Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus. 4E ouvi o número dos selados, e era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel. 5Da tribo de Judá foram selados doze mil; da tribo de Rúben, doze mil; da tribo de Gade, doze mil. 6Da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil; 7Da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil; 8Da tribo de Zebulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim, doze mil; 9Depois dessas coisas, olhei, e eis uma grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, trajando vestes brancas e segurando palmas nas mãos; 10E clamavam em alta voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro. 11E todos os anjos estavam em pé ao redor do trono, dos anciãos e dos quatro seres viventes; prostraram-se diante do trono, com o rosto em terra, e adoraram a Deus. 12Amém! O louvor, a glória, a sabedoria, as ações de graças, a honra, o poder e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém! 13Um dos anciãos me respondeu, dizendo: Estes que estão vestidos com vestiduras brancas, quem são e de onde vieram? 14Ele me respondeu: Esses são os que vieram da grande tribulação; lavaram suas vestiduras e as branquearam no sangue do Cordeiro. 15Por isso, estão diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que se assenta no trono os cobrirá com a sua tenda. 16Nunca mais terão fome, nem sede; não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum. 17Porque o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.
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Zacarias 3

1Ele me mostrou o sumo sacerdote Josué, que estava diante do Anjo do Senhor, e Satanás estava à sua direita, pronto para se opor a ele. 2O Senhor disse a Satanás: "O Senhor te repreenda, ó Satanás; sim, o Senhor, que escolheu Jerusalém, te repreenda; não é este um tição tirado do fogo?" 3Josué, vestido com vestes sujas, estava diante do Anjo. 4Então ele respondeu e falou aos que estavam diante dele, dizendo: Tirem-lhe as vestes sujas. E a ele disse: Eis que fiz passar de ti a tua iniquidade, e te vestirei com roupas finas. 5E eu disse: Coloquem um turbante limpo sobre a cabeça dele. Assim, colocaram um turbante limpo sobre a cabeça e o vestiram com trajes apropriados; e o Anjo do Senhor estava ali ao seu lado. 6O Anjo do Senhor se manifestou a Josué declarando. 7Assim diz o Senhor dos Exércitos: Se andares nos meus caminhos e observares os meus preceitos, também tu julgarás a minha casa e guardarás os meus átrios, e te darei livre acesso entre aqueles que estão aqui. 8Escute, Josué, sumo sacerdote, você e seus companheiros que estão diante de você, pois são homens de presságio; eis que eu trarei meu servo, o Renovo. 9Porque eis aqui a pedra que coloquei diante de Josué: sobre esta única pedra estão sete olhos; eis que eu esculpirei sua inscrição, diz o Senhor dos Exércitos, e tirarei a iniquidade desta terra em um só dia. 10Naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, cada um de vocês convidará o seu próximo para debaixo da videira e para debaixo da figueira.
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João 6

1Depois disso, Jesus atravessou o mar da Galileia que também é conhecido como mar de Tiberíades. 2E uma numerosa multidão o seguia porque tinha visto os sinais que ele realizava na cura dos enfermos. 3Jesus subiu ao monte e assentou-se ali com os seus discípulos. Então, 4E a Páscoa, a festa dos judeus, se aproximava. 5Então, Jesus, levantando os olhos e vendo que uma grande multidão vinha até ele, disse a Filipe: Onde compraremos pães para lhes dar a comer? 6Mas dizia isso para o experimentar; pois ele já conhecia o que estava prestes a fazer. 7Filipe respondeu: Duzentos denários de pão não seriam suficientes para dar a cada um deles um pedaço. 8Um dos seus discípulos, chamado André, irmão de Simão Pedro, falou a Jesus: 9Aqui está um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isso para tanta gente? 10E disse Jesus: Façam o povo se assentar; havia muita relva naquele lugar. Assim, os homens se assentaram, totalizando quase cinco mil. 11E Jesus pegou os pães, deu graças e os distribuiu entre os discípulos, que por sua vez os repartiram entre os que estavam assentados. Também repartiu dos peixes na medida em que desejavam. 12E, quando já estavam satisfeitos, disse Jesus aos seus discípulos: Recolham os pedaços que sobraram, para que nada se perca. 13Recolheram, portanto, e encheram doze cestos com os pedaços dos cinco pães de cevada que sobraram aos que haviam comido. 14Vendo, então, aqueles homens o sinal que Jesus fizera, diziam: Este é, de fato, o profeta que deveria vir ao mundo. 15Sabendo, pois, que estavam para vir com a intenção de arrebatá-lo e proclamá-lo rei, Jesus retirou-se novamente, sozinho, para o monte. 16Ao cair da tarde, os discípulos desceram para o mar. 17Entrando no barco passaram para o outro lado do mar, em direção a Cafarnaum. Já se fazia escuro, e Jesus ainda não havia vindo ter com eles. 18E o mar se levantou agitado por um forte vento que soprava. 19E, tendo navegado cerca de cinco a seis quilômetros, viram Jesus caminhando sobre o mar, aproximando-se do barco; e sentiram grande temor. 20Entretanto, ele lhes disse: Sou eu. Não temais! 21Então, eles o receberam de bom grado, e logo o barco chegou ao destino para onde se dirigiam. 22No dia seguinte, a multidão que estava do outro lado do mar percebeu que ali não havia senão um pequeno barco e que Jesus não havia embarcado com seus discípulos, mas que estes haviam partido sós. 23Entretanto, outros barcos chegaram de Tiberíades, perto do local onde comeram o pão, após o Senhor ter dado graças. 24Ao perceber que Jesus não estava ali nem seus discípulos, a multidão também embarcou nos barcos e partiu para Cafarnaum em busca de Jesus. 25E, ao encontrá-lo do outro lado do mar, perguntaram-lhe: Mestre, quando chegaste aqui? 26Jesus respondeu: "Em verdade, em verdade vos digo: vocês me buscam não por causa dos sinais que viram, mas porque comeram do pão e ficaram saciados." 27Trabalhem, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem lhes dará; pois é a este que Deus, o Pai, selou. 28Perguntaram-lhe, portanto: Que devemos fazer para realizar as obras de Deus? 29Jesus respondeu e disse: A obra de Deus é esta: que creiais naquele que Ele enviou. 30Disseram-lhe, então: Que sinal fazes para que o vejamos e creiamos em ti? Quais são as tuas obras? 31Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer o pão do céu. 32Jesus respondeu: "Em verdade, em verdade vos digo: não foi Moisés quem vos deu o pão do céu; mas é meu Pai quem vos dá o verdadeiro pão do céu." 33Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. 34Senhor, dá-nos sempre desse pão, disseram então a Ele. 35Jesus lhes declarou: "Eu sou o pão da vida; quem se aproxima de mim nunca sentirá fome, e quem crê em mim jamais terá sede." 36Mas eu já disse que, embora vocês me tenham visto, não creem. 37Todo aquele que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora. 38Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, mas sim a vontade daquele que me enviou. 39E a vontade daquele que me enviou é esta: que eu não perca nenhum dos que me deu; mas que eu o ressuscite no último dia. 40E esta é a vontade daquele que me enviou: que todo homem que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 41Os judeus murmuravam a seu respeito, pois ele dissera: "Eu sou o pão que desceu do céu." 42E diziam: Não é este Jesus, o filho de José? Acaso, não lhe conhecemos o pai e a mãe? Como, pois, agora diz: Desci do céu? 43Jesus lhes respondeu: "Não murmureis uns com os outros." 44Ninguém pode vir a mim, a não ser que o Pai que me enviou o traga; e eu o ressuscitarei no último dia. 45Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que da parte do Pai tem ouvido e aprendido com o Pai vem a mim. 46Não que alguém tenha visto o Pai, exceto aquele que é proveniente de Deus; este o tem visto. 47Em verdade, em verdade vos digo que quem crê em mim tem a vida eterna. 48Eu sou o pão da vida. 49Seus pais comeram o maná no deserto e faleceram. 50Este é o pão que desce do céu, para que todo aquele que dele comer não morra. 51Sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne. 52E os judeus começaram a contender entre si, dizendo: Como pode esse nos dar a sua própria carne para comer? 53Jesus lhes respondeu: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. 54Quem come a minha carne e bebe do meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55Porque a minha carne é verdadeiro alimento, e o meu sangue é verdadeira bebida. 56Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim, e eu nele. 57Assim como o Pai, que vive, me enviou, e igualmente eu vivo pelo Pai, também quem se alimenta de mim viverá por meio de mim. 58Este é o pão que desceu do céu; não é como aquele que os vossos pais comeram, que era o maná, e morreram; quem comer deste pão viverá eternamente. 59Ele disse essas coisas enquanto ensinava na sinagoga de Cafarnaum. 60Muitos dos seus discípulos, tendo ouvido essas palavras, disseram: Este ensinamento é duro; quem pode suportá-lo? 61Isto vos escandaliza? 62Que será, então, se virem o Filho do Homem subir para o lugar onde estava antes? 63O Espírito é o que vivifica; a carne de nada aproveita. As palavras que eu lhes tenho dito são Espírito e vida. 64Mas há entre vós alguns que não creem. Pois Jesus sabia, desde o princípio, quem eram os que não criam e quem era o que o haveria de trair. 65E prosseguia: Por isso eu lhes disse que ninguém pode vir a mim, se não lhe for concedido pelo Pai. 66Desde então, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele. 67Vós também quereis partir? 68Simão Pedro respondeu: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. 69Nós cremos e conhecemos que tu és o Santo de Deus. 70Respondeu Jesus: Não vos escolhi eu, os doze? Contudo, um de vós é diabo. 71E ele se referia a Judas Iscariotes, filho de Simão, pois era ele quem o entregaria, sendo um dos doze.

O plano M'Cheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

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Pessoais
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