Leitura 1 de 4 · Em família
2 Crônicas 18
1Tinha pois Josafá riquezas e glória em abundância: e aparentou-se com Acabe. 2E ao cabo de alguns anos desceu ele para Acabe a Samaria; e Acabe matou ovelhas e bois em abundância, para ele e para o povo que vinha com ele: e o persuadiu a subir com ele a Ramote-Gileade. 3Porque Acabe, rei de Israel, disse a Josafá rei de Judá: Irás tu comigo a Ramote-Gileade? e ele lhe disse: Como tu és, serei eu; e o meu povo, como o teu povo; seremos contigo nesta guerra. 4Disse mais Josafá ao rei de Israel: Consulta hoje, peço-te, a palavra do SENHOR. 5Então o rei de Israel ajuntou os profetas, quatrocentos homens, e disse-lhes: Iremos à guerra contra Ramote-Gileade, ou deixá-lo-ei? E eles disseram: Sobe; porque Deus a dará na mão do rei. 6Disse porém Josafá: Não há ainda aqui profeta algum do SENHOR, para que o consultemos? 7Então o rei de Israel disse a Josafá: Ainda há um homem por quem podemos consultar ao SENHOR; porém eu o aborreço; porque nunca profetiza de mim bem, senão sempre mal; este é Micaías, filho de Inlá. E disse Josafá: Não fale o rei assim. 8Então chamou o rei de Israel um eunuco, e disse: Traze aqui depressa a Micaías filho de Inlá. 9E o rei de Israel, e Josafá rei de Judá estavam assentados cada um no seu trono, vestidos de vestiduras, e estavam assentados na praça à entrada da porta de Samaria, e todos os profetas profetizavam na sua presença. 10E Zedequias, filho de Quenaaná, fez para si uns cornos de ferro, e disse: Assim diz o SENHOR: Com estes escornearás aos sírios, até de todo os consumires. 11E todos os profetas profetizavam o mesmo, dizendo: Sobe a Ramote-Gileade, e prosperarás; porque o SENHOR a dará na mão do rei. 12E o mensageiro, que foi chamar a Micaías, lhe falou, dizendo: Eis que as palavras dos profetas, a uma boca, são boas para com o rei: seja pois também a tua palavra como a de um deles, e fala o que é bom. 13Porém Micaías disse: Vive o SENHOR, que o que meu Deus me disser, isso falarei. 14Vindo pois ao rei, o rei lhe disse: Micaías, iremos a Ramote-Gileade à guerra, ou deixá-lo-ei? E ele disse: Subi, e prosperareis; e serão dados na vossa mão. 15E o rei lhe disse: Até quantas vezes te conjurarei, para que me não fales senão a verdade no nome do SENHOR? 16Então disse ele: Vi a todo o Israel disperso pelos montes, como ovelhas que não têm pastor: e disse o SENHOR: Estes não têm senhor; torne cada um em paz para sua casa. 17Então o rei de Israel disse a Josafá: Não te disse eu, que este não profetizaria de mim bem, porém mal? 18Disse mais: Pois ouvi a palavra do SENHOR: Vi ao SENHOR assentado no seu trono, e a todo o exército celestial em pé à sua mão direita, e à sua esquerda. 19E disse o SENHOR: Quem persuadirá a Acabe rei de Israel, a que suba, e caia em Ramote-Gileade? disse mais: Um diz desta maneira, e outro diz de outra. 20Então saiu um espírito e se apresentou diante do SENHOR, e disse: Eu o persuadirei. E o SENHOR lhe disse: Com quê? 21E ele disse: Eu sairei, e serei um espírito de mentira na boca de todos os seus profetas. E disse o Senhor: Tu o persuadirás, e também prevalecerás; sai, e faze-o assim. 22Agora pois, eis que o SENHOR enviou um espírito de mentira na boca destes teus profetas: e o SENHOR falou o mal a teu respeito. 23Então Zedequias, filho de Quenaaná, se chegou, e feriu a Micaías no queixo; e disse: Por que caminho passou de mim o Espírito do SENHOR para falar a ti? 24E disse Micaías: Eis que o verás naquele dia, quando andares de câmara em câmara, para te esconderes. 25Então disse o rei de Israel; Tomai a Micaías, e tornai a levá-lo a Amom, o governador da cidade, e a Joás filho do rei. 26E direis: Assim diz o rei: Metei este homem na casa do cárcere; e sustentai-o com pão de angústia, e com água de angústia, até que eu volte em paz. 27E disse Micaías: Se é que tornares em paz, o SENHOR não tem falado por mim. Disse mais: Ouvi, povos todos! 28Subiram pois o rei de Israel e Josafá rei de Judá, a Ramote-Gileade. 29E disse o rei de Israel a Josafá: Disfarçando-me eu, então entrarei na peleja; tu porém veste as tuas vestiduras. Disfarçou-se pois o rei de Israel, e entraram na peleja. 30Deu ordem porém o rei da Síria aos capitães dos carros que tinha, dizendo: Não pelejareis nem contra pequeno, nem contra grande: senão só contra o rei de Israel. 31Sucedeu pois que, vendo os capitães dos carros a Josafá, disseram: Este é o rei de Israel, e o cercaram para pelejarem; porém Josafá clamou, e o SENHOR o ajudou. E Deus os desviou dele. 32Porque sucedeu que, vendo os capitães dos carros, que não era o rei de Israel, tornaram de segui-lo. 33Então um homem armou o arco na sua simplicidade, e feriu o rei de Israel entre as junturas e a couraça: então disse ao carreteiro: Vira a tua mão, e tira-me do exército, porque estou mui ferido. 34E aquele dia cresceu a peleja, mas o rei de Israel susteve-se em pé no carro defronte dos sírios até à tarde; e morreu ao tempo do pôr do sol.
Leitura 2 de 4 · Em família
Apocalipse 7
1E depois destas coisas vi quatro anjos que estavam sobre os quatro cantos da terra, que retinham os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem contra árvore alguma. 2E vi outro anjo subir da banda do sol nascente, e que tinha o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos a quem fora dado o poder de danificar a terra e o mar, 3Dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que hajamos assinalado nas suas testas os servos do nosso Deus. 4E ouvi o número dos assinalados, e foram cento e quarenta e quatro mil assinalados, de todas as tribos dos filhos de Israel. 5Da tribo de Judá, doze mil assinalados: da tribo de Rúben, doze mil assinalados: da tribo de Gade, doze mil assinalados: 6Da tribo de Aser, doze mil assinalados: da tribo de Naftali, doze mil assinalados: da tribo de Manassés, doze mil assinalados: 7Da tribo de Simeão, doze mil assinalados: da tribo de Levi, doze mil assinalados: da tribo de Issacar, doze mil assinalados: 8Da tribo de Zebulom, doze mil assinalados: da tribo de José, doze mil assinalados: da tribo de Benjamim, doze mil assinalados. 9Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestidos brancos e com palmas nas suas mãos: 10E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro. 11E todos os anjos estavam ao redor do trono, e dos anciãos, e dos quatro animais; e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus, 12Dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ação de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, para todo o sempre. Amém. 13E um dos anciãos respondeu, dizendo-me: Estes que estão vestidos de vestidos brancos, quem são, e de onde vieram? 14E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram de grande tribulação, e lavaram os seus vestidos e os branquearam no sangue do Cordeiro; 15Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu templo; e aquele que está assentado sobre o trono os cobrirá com a sua sombra. 16Não mais terão fome, nem mais terão sede; nem sol nem calma alguma cairá sobre eles. 17Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará, e lhes servirá de guia para as fontes vivas das águas; e Deus alimpará de seus olhos toda a lágrima.
Leitura 3 de 4 · Pessoal
Zacarias 3
1E me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do SENHOR, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor. 2Porém o SENHOR disse a Satanás O SENHOR te repreenda, ó Satanás, sim, o SENHOR, que escolheu Jerusalém, te repreenda: não é este um tição tirado do fogo? 3Josué estava vestido de vestidos sujos, e estava diante do anjo. 4Então respondeu, e falou aos que estavam diante dele, dizendo: Tira-lhe estes vestidos sujos. E a ele lhe disse: Eis que tenho feito passar de ti a tua iniquidade, e te vestirei de vestidos novos. 5E disse eu: Ponham-lhe uma mitra limpa sobre a sua cabeça. E puseram uma mitra limpa sobre a sua cabeça, e o vestiram de vestidos: e o anjo do SENHOR estava em pé. 6E o anjo do SENHOR protestou a Josué, dizendo: 7Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Se andares nos meus caminhos, e se observares a minha carga, também tu julgarás a minha casa, e também guardarás os meus átrios, e te darei andaduras entre os que estão aqui. 8Ouve pois, Josué, sumo sacerdote, tu e os teus companheiros que se assentam diante de ti, porque são homens portentosos, porque eis que eu farei vir o meu servo, o Renovo. 9Porque eis aqui a pedra que pus diante de Josué: sobre esta pedra única estarão sete olhos: eis que eu esculpirei a sua escultura, diz o SENHOR dos Exércitos, e tirarei a iniquidade desta terra num dia. 10Naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, cada um de vós convidará o seu companheiro para debaixo da videira e para debaixo da figueira.
Leitura 4 de 4 · Pessoal
João 6
1Depois disto Jesus partiu para a outra banda do mar da Galileia, que é o de Tiberíades. 2E uma grande multidão o seguia; porque via os sinais que operava sobre os enfermos. 3E Jesus subiu ao monte, e assentou-se ali com os seus discípulos. 4E a páscoa, a festa dos judeus, estava próxima. 5Então Jesus, levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão vinha ter com ele, disse a Filipe: De onde compraremos pão, para estes comerem? 6Mas dizia isto para o experimentar; porque ele bem sabia o que havia de fazer. 7Filipe respondeu-lhe: Duzentos dinheiros de pão não lhes bastarão, para que cada um deles tome um pouco. 8E um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe: 9Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos: mas que é isto para tantos? 10E disse Jesus: Fazei assentar os homens. E havia muita erva naquele lugar. Assentaram-se pois os homens em número de quase cinco mil. 11E Jesus tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos pelos que estavam assentados; e igualmente também dos peixes, quanto queriam. 12E, quando já estavam saciados, disse aos seus discípulos: Recolhei os pedaços que sobejaram, para que nada se perca. 13Recolheram-nos pois, e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobejaram aos que haviam comido. 14Vendo pois aqueles homens o sinal que Jesus tinha feito, diziam: Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo. 15Sabendo pois Jesus que haviam de vir arrebatá-lo, para o fazerem rei, tornou a retirar-se, ele só, para o monte. 16E, quando veio a tarde, os seus discípulos desceram para o mar. 17E, entrando no barco, passaram da outra banda do mar para Cafarnaum, e era já escuro, e ainda Jesus não tinha chegado ao pé deles. 18E o mar se levantou, porquanto um grande vento assoprava. 19E, tendo navegado uns vinte e cinco ou trinta estádios, viram a Jesus, andando sobre o mar e aproximando-se do barco; e temeram. 20Porém ele lhes disse: Sou eu, não temais. 21Então eles de boamente o receberam no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam. 22No dia seguinte, a multidão, que estava da outra banda do mar, vendo que não havia ali mais do que um barquinho, e que Jesus não entrara com seus discípulos naquele barquinho, mas que os seus discípulos tinham ido sós. 23(Contudo, outros barquinhos vieram de Tiberíades, perto do lugar onde comeram o pão, havendo o Senhor dado graças): 24Vendo pois a multidão que Jesus não estava ali nem os seus discípulos, entraram eles também nos barcos, e foram a Cafarnaum, em busca de Jesus. 25E, achando-o na outra banda do mar, disseram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui? 26Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. 27Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este selou o Pai, Deus. 28Disseram-lhe pois: Que faremos, para obrarmos as obras de Deus? 29Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou. 30Disseram-lhe pois: Que sinal pois fazes tu, para que o vejamos, e creiamos em ti? Que obras tu? 31Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer o pão do céu. 32Disse-lhes pois Jesus: Na verdade, na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu. 33Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu, e que dá vida ao mundo. 34Disseram-lhe pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. 35E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede. 36Mas já vos disse que também vós me vistes, e não credes. 37Tudo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. 38Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. 39E a vontade do Pai que me enviou é esta: que de tudo quanto me deu nada perca, mas que o ressuscite no último dia. 40E a vontade daquele que me enviou é esta: que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. 41Murmuravam pois dele os judeus, porque dissera: Eu sou o pão que desceu do céu. 42E diziam: Não é este Jesus, o filho de José, cujo pai e mãe nós conhecemos? Como pois diz ele: Desci do céu? 43Respondeu pois Jesus, e disse-lhes: Não murmureis entre vós. 44Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer: e eu o ressuscitarei no último dia. 45Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Assim que todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim. 46Não que alguém visse ao Pai, senão aquele que é de Deus: este tem visto ao Pai. 47Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna, 48Eu sou o pão da vida. 49Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram. 50Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. 51Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre: e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo. 52Disputavam pois os judeus entre si, dizendo: Como nos pode dar este a sua carne a comer? 53Jesus pois lhes disse: Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. 54Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida; 56Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem me come a mim, também viverá por mim. 58Este é o pão que desceu do céu: não como vossos pais, que comeram o maná, e morreram: quem comer este pão viverá para sempre. 59Ele disse estas coisas na sinagoga, ensinando em Cafarnaum. 60Muitos pois dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir? 61Sabendo pois Jesus em si mesmo que os seus discípulos murmuravam disto, disse-lhes: Isto escandaliza-vos? 62Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava? 63O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos digo são espírito e vida. 64Mas há alguns de vós que não creem. Porque bem sabia Jesus, desde o princípio, quem eram os que não criam, e quem era o que o havia de entregar. 65E dizia: Por isso eu vos tenho dito que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai lhe não for concedido. 66Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. 67Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? 68Respondeu-lhe pois Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. 69E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho de Deus. 70Respondeu-lhe Jesus: Não vos escolhi a vós os doze? e um de vós é diabo. 71E isto dizia ele de Judas Iscariotes, filho de Simão; porque este o havia de entregar, sendo um dos doze.
O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.
Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.
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