Foi assim que ele descreveu a própria adolescência: um rapaz de talento, apaixonado por poesia e pelos clássicos, sem nenhum pensamento sobre a morte. A rosa era o mundo. O espinho veio em julho de 1831, com a morte do irmão David — e, pela graça de Deus, com ele veio outra Rosa: Cristo, a “Rosa de Sarom”, como passou a chamá-lo nos sermões.
Dali em diante viveu com duas coisas sempre à vista: a preciosidade de Cristo e a brevidade da vida. Tinha tuberculose; sabia que o tempo seria curto. Em vez de encolher, isso lhe deu foco. “Não coloque seu coração nas flores deste mundo”, disse à congregação. “Viva mais perto de Cristo do que dos santos, para que, quando eles forem tomados de você, você ainda tenha a Ele para se apoiar.”
Não deixou livros. Deixou uma igreja avivada, cartas, um diário — e a frase que resume tudo: “A maior necessidade da minha igreja é a minha própria santidade.”