Leitura 1 de 4 · Em família
Josué 23
1E sucedeu que, muitos dias depois que o SENHOR dera repouso a Israel de todos os seus inimigos em redor, e Josué já fosse velho e entrado em dias, 2Chamou Josué a todo o Israel, aos seus anciãos, e aos seus Cabeças, e aos seus juízes, e aos seus oficiais, e disse-lhes: Eu já sou velho e entrado em dias; 3E vós já tendes visto tudo quanto o SENHOR vosso Deus fez a todas estas nações por causa de vós: porque o SENHOR vosso Deus é o que pelejou por vós. 4Vedes aqui que vos fiz cair em sorte às vossas tribos estas nações que ficam desde o Jordão, com todas as nações que tenho destruído, até ao grande mar para o pôr do sol. 5E o SENHOR vosso Deus as empuxará de diante de vós, e as expelirá de diante de vós: e vós possuireis a sua terra, como o SENHOR vosso Deus vos tem dito. 6Esforçai-vos pois muito para guardardes e para fazerdes tudo quanto está escrito no livro da lei de Moisés: para que dele não vos aparteis, nem para a direita nem para a esquerda; 7Por não entrardes a estas nações que ainda ficaram convosco: e dos nomes de seus deuses não façais menção, nem por eles façais jurar, nem os sirvais, nem a eles vos inclineis. 8Mas ao SENHOR vosso Deus vos achegareis, como fizestes até ao dia de hoje; 9Pois o SENHOR expeliu de diante de vós grandes e numerosas nações: e, quanto a vós, ninguém ficou em pé diante de vós até ao dia de hoje. 10Um só homem dentre vós perseguirá a mil: pois é o mesmo SENHOR vosso Deus o que peleja por vós, como já vos tem dito. 11Portanto, guardai muito as vossas almas, para amardes ao SENHOR vosso Deus. 12Porque se de alguma maneira vos apartardes, e vos achegardes ao resto destas nações que ainda ficou convosco, e com elas vos aparentardes, e vós a elas entrardes, e elas a vós, 13Sabei certamente que o SENHOR vosso Deus não continuará mais a expelir estas nações de diante de vós, mas vos serão por laço e rede, e açoite às vossas ilhargas, e espinhos aos vossos olhos; até que pereçais desta boa terra que vos deu o SENHOR vosso Deus. 14E eis aqui eu vou hoje pelo caminho de toda a terra: e vós bem sabeis, com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma, que nem uma só palavra caiu de todas as boas palavras que falou de vós o SENHOR vosso Deus; todas vos sobrevieram, nem delas caiu uma só palavra. 15E será que, assim como sobre vós vieram todas estas boas coisas, que o SENHOR vosso Deus vos disse, assim trará o SENHOR sobre vós todas aquelas más coisas, até vos destruir de sobre a boa terra que vos deu o SENHOR vosso Deus. 16Quando traspassardes o concerto do SENHOR vosso Deus, que vos tem ordenado, e fordes e servirdes a outros deuses, e a eles vos inclinardes, então a ira do SENHOR sobre vós se acenderá, e logo perecereis de sobre a boa terra que vos deu.
Leitura 2 de 4 · Em família
Atos 3
1E Pedro e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona. 2E era trazido um varão que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual cada dia punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam no templo. 3O qual, vendo a Pedro e João, que iam entrando no templo, pediu que lhe dessem uma esmola. 4E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse: Olha para nós. 5E olhou para eles, esperando receber deles alguma coisa. 6E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda. 7E, tomando-o pela mão direita, o levantou, e logo os seus pés e artelhos se firmaram. 8E, saltando ele, pôs-se em pé, e andou, e entrou com eles no templo, andando, e saltando, e louvando a Deus; 9E todo o povo o viu andar e louvar a Deus; 10E conheciam-no, que era ele o que se assentava à esmola à porta Formosa do templo, e ficaram cheios de pasmo e assombro, pelo que lhe acontecera. 11E, apegando-se o coxo, que fora curado, a Pedro e João, todo o povo correu atônito para junto deles, ao alpendre chamado de Salomão. 12E Pedro, vendo isto, disse ao povo: Varões israelitas, por que vos maravilhais disto? Ou, por que olhais tanto para nós, como se por nossa própria virtude ou santidade o fizéssemos andar? 13O Deus de Abraão, e de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou a seu filho Jesus, a quem vós entregastes e perante a face de Pilatos negastes, julgando ele que devia ser solto. 14Mas vós negastes o Santo e o Justo, e pedistes que se vos desse um homem homicida. 15E matastes o Príncipe da vida, ao qual Deus ressuscitou dos mortos, do que nós somos testemunhas. 16E pela fé no seu nome o seu nome fortaleceu a este que vedes e conheceis; e a fé que é por ele deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita saúde. 17E agora, irmãos, eu sei que o fizestes por ignorância, como também os vossos príncipes: 18Mas Deus assim cumpriu o que já dantes pela boca de todos os seus profetas havia anunciado; que o Cristo havia de padecer. 19Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, quando vierem os tempos do refrigério pela presença do Senhor, 20E ele enviar a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado: 21O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de todas as coisas, das quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde todo o século. 22Porque Moisés disse aos pais: O Senhor vosso Deus levantará dentre vossos irmãos um profeta semelhante a mim: a ele ouvireis em tudo quanto vos disser. 23E acontecerá que toda a alma que não escutar esse profeta será exterminada dentre o povo. 24E também todos os profetas, desde Samuel, e todos quantos depois têm falado, já dantes anunciaram esses dias. 25Vós sois os filhos dos profetas, e do concerto que Deus fez com nossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra. 26Ressuscitando Deus a seu Filho Jesus, primeiro o enviou a vós, para que nisso vos abençoasse, e vos desviasse, a cada um, das vossas maldades.
Leitura 3 de 4 · Pessoal
Jeremias 12
1Justo serias, ó SENHOR, ainda que eu contendesse contra ti: contudo falarei contigo dos teus juízos. Por que prospera o caminho dos ímpios, e vivem em paz todos os que cometem aleivosia aleivosamente? 2Plantaste-os, arraigaram-se também, avançam, dão também fruto: chegado estás à sua boca, porém longe dos seus rins. 3Mas tu, ó SENHOR, me conheces, tu me vês, e provas o meu coração para contigo; arranca-os como a ovelhas para o matadouro, e dedica-os ao dia da matança. 4Até quando lamentará a terra, e se secará a erva de todo o campo? pela maldade dos que habitam nela, perecem os animais e as aves; porquanto dizem: Não verá o nosso último fim. 5Se corres com os homens de pé, fazem-te cansar; como pois competirás com os cavalos? se tão somente na terra de paz te confias, como farás na enchente do Jordão? 6Porque até os teus irmãos, e a casa de teu pai, eles também se hão deslealmente contra ti; até os mesmos clamam após ti em altas vozes: Não te fies neles, quando te falarem coisas boas. 7Já desamparei a minha casa, abandonei a minha herança: entreguei a amada da minha alma na mão de seus inimigos. 8Tornou-se-me a minha herança como leão em brenha: levantou a sua voz contra mim, por isso eu a aborreci. 9A minha herança me é ave de várias cores; andam as aves contra ela em redor: vinde, pois, ajuntai-vos todos os animais do campo, vinde a devorá-la. 10Muitos pastores destruíram a minha vinha, pisaram o meu campo: tornaram em deserto de assolação o meu campo desejado. 11Em assolação o tornaram, e assolado clama a mim: toda a terra está assolada, porquanto não há nenhum que tome isso a peito. 12Sobre todos os lugares altos do deserto vieram destruidores; porque a espada do SENHOR devora desde um extremo da terra até outro extremo da terra: não há paz para nenhuma carne. 13Semearam trigo, e segaram espinhos; cansaram-se, mas de nada se aproveitaram: envergonhai-vos pois em razão de vossas colheitas, e por causa do ardor da ira do SENHOR. 14Assim diz o SENHOR, acerca de todos os meus maus vizinhos, que tocam a minha herança, a qual dei por herança ao meu povo Israel: Eis que os arrancarei da sua terra, e a casa de Judá arrancarei do meio deles. 15E será que, depois de os haver arrancado, tornarei, e me compadecerei deles, e os farei tornar cada um à sua herança, e cada um à sua terra. 16E será que, se diligentemente aprenderem os caminhos do meu povo, jurando pelo meu nome, dizendo: Vive o SENHOR, como ensinaram a meu povo a jurar por Baal, edificar-se-ão no meio do meu povo. 17Porém, se não quiserem ouvir, totalmente arrancarei a tal nação, e a farei perecer, diz o SENHOR.
Leitura 4 de 4 · Pessoal
Mateus 26
1E aconteceu que, quando Jesus concluiu todos estes discursos, disse aos seus discípulos: 2Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado. 3Então os príncipes dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos do povo reuniram-se na sala do sumo sacerdote, o qual se chamava Caifás, 4E consultaram-se juntamente para prenderem Jesus com dolo e o matarem. 5Porém diziam: Não durante a festa, para que não haja alvoroço entre o povo. 6E, estando Jesus em Betânia, em casa de Simão, o leproso, 7Aproximou-se dele uma mulher com um vaso de alabastro, com unguento de grande valor, e derramou-lho sobre a cabeça, estando ele assentado à mesa. 8E os seus discípulos, vendo isto, indignaram-se, dizendo: Por que se faz este desperdício? 9Pois este unguento podia vender-se por grande preço, e dar-se o dinheiro aos pobres. 10Jesus, porém, conhecendo isto, disse-lhes: Por que afligis esta mulher? pois praticou uma boa ação para comigo. 11Porquanto sempre tendes convosco os pobres, mas a mim não me haveis de ter sempre. 12Ora, derramando ela este unguento sobre o meu corpo, fê-lo preparando-me para o meu enterramento. 13Em verdade vos digo que, onde quer que este Evangelho for pregado, em todo o mundo, também será dito o que ela fez, para memória sua. 14Então um dos doze chamado Judas Iscariotes, foi ter com os príncipes dos sacerdotes, 15E disse: Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E eles lhe arbitraram trinta moedas de prata, 16E desde então buscava oportunidade para o entregar. 17E, no primeiro dia da festa dos pães asmos, chegaram os discípulos junto de Jesus, dizendo: Onde queres que te preparemos o necessário para comer a páscoa? 18E ele disse: Ide à cidade a um certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo; em tua casa celebro a páscoa com os meus discípulos. 19E os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa. 20E, chegada a tarde, assentou-se à mesa com os doze. 21E, comendo eles, disse: Em verdade vos digo que um de vós me há de trair. 22E eles, entristecendo-se muito, começaram cada um a dizer-lhe: Porventura sou eu, Senhor? 23E ele, respondendo, disse: O que mete a mão no prato comigo, esse me há de trair. 24Em verdade o Filho do homem vai, como acerca dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! bom seria a esse homem se não houvera nascido. 25E, respondendo Judas, o que o traía, disse: Porventura sou eu, Rabi? Ele disse: Tu o disseste. 26E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. 27E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; 28Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. 29E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide até àquele dia em que o beber de novo convosco no reino de meu Pai. 30E, tendo cantado o hino, saíram para o monte das Oliveiras. 31Então Jesus lhes disse: Todos vós esta noite vos escandalizareis em mim; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão. 32Mas, depois de eu ressuscitar, irei adiante de vós para a Galileia. 33Pedro, porém, respondendo, disse-lhe: Ainda que todos se escandalizem em ti, eu nunca me escandalizarei. 34Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, três vezes me negarás. 35Disse-lhe Pedro: Ainda que me seja mister morrer contigo, não te negarei. E o mesmo todos os discípulos disseram. 36Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse aos discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além, a orar. 37E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. 38Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até à morte; ficai aqui, e velai comigo. 39E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; porém, não como eu quero, mas como tu queres. 40E voltou para os seus discípulos, e achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo? 41Vigiai e orai, para que não entreis em tentação: na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. 42E, indo segunda vez, orou, dizendo: Meu Pai, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade. 43E, voltando, achou-os outra vez adormecidos; porque os seus olhos estavam carregados. 44E, deixando-os, voltou, e orou terceira vez, dizendo as mesmas palavras. 45Então chegou junto dos seus discípulos, e disse-lhes: Dormi agora, e repousai; eis que é chegada a hora, e o Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores. 46Levantai-vos, partamos; eis que é chegado o que me trai. 47E, estando ele ainda a falar, eis que chegou Judas, um dos doze, e com ele uma grande multidão com espadas e varapaus, enviada pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo. 48E o que o traía tinha-lhes dado sinal, dizendo: O que eu beijar é ele; prendei-o. 49E logo, aproximando-se de Jesus, disse: Eu te saúdo Rabi. E beijou-o. 50Jesus, porém, lhe disse: Amigo, a que vieste? Então, aproximando-se, lançaram mão de Jesus, e prenderam-no. 51E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou da espada e, ferindo o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe uma orelha. 52Então Jesus disse-lhe: Mete no seu lugar a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada à espada morrerão. 53Ou pensas tu que não poderia eu agora orar a meu Pai, e ele não me daria mais de doze legiões de anjos? 54Como pois se cumpririam as Escrituras, que dizem que assim convém que aconteça? 55Então disse Jesus à multidão: Saístes, como a um salteador, com espadas e varapaus para me prender? todos os dias me assentava junto de vós, ensinando no templo, e não me prendestes. 56Mas tudo isto aconteceu para que se cumpram as escrituras dos profetas. Então todos os discípulos, deixando-o, fugiram. 57E, os que prenderam a Jesus, o conduziram ao sumo sacerdote, Caifás, onde os escribas e os anciãos estavam reunidos. 58E Pedro o seguiu de longe até ao pátio do sumo sacerdote: e, entrando dentro, assentou-se entre os criados, para ver o fim. 59E os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos, e todo o conselho, buscavam falso testemunho contra Jesus, para o poderem matar, 60Mas não o achavam, apesar de se apresentarem muitas testemunhas falsas; mas por fim chegaram duas falsas testemunhas, 61E disseram: Este disse: Eu posso derribar o templo de Deus, e reedificá-lo em três dias. 62E, levantando-se o sumo sacerdote, disse-lhe: Não respondes coisa alguma ao que estes depõem contra ti? 63Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. 64Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita da majestade divina, e vindo sobre as nuvens do céu. 65Então o sumo sacerdote rasgou os seus vestidos, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que bem ouvistes agora a sua blasfêmia. 66Que vos parece? E eles, respondendo, disseram: É réu de morte. 67Então cuspiram-lhe no rosto; e uns lhe davam punhadas, e outros o esbofeteavam, 68Dizendo: Profetiza-nos, Cristo, quem é o que te bateu? 69E Pedro estava assentado fora, no pátio, e aproximou-se dele uma criada, dizendo: Tu também estavas com Jesus, o galileu. 70Mas ele negou diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes. 71E, saindo para o vestíbulo, viu-o outra, e disse aos que ali estavam: Este também estava com Jesus, o nazareno. 72E ele negou outra vez com juramento, dizendo: Não conheço tal homem. 73E, daí a pouco, aproximando-se os que ali estavam, disseram a Pedro: Verdadeiramente também tu és um deles, pois a tua fala te denuncia. 74Então começou ele a imprecar e a jurar, dizendo: Não conheço esse homem. E imediatamente o galo cantou. 75E lembrou-se Pedro das palavras de Jesus, que lhe dissera: Antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, saindo dali, chorou amargamente.
O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.
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Josué 23 · Atos 3
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