Leitura 1 de 4 · Em família

Gênesis 20

1E partiu-se Abraão dali para a terra do sul, e habitou entre Cades e Sur; e peregrinou em Gerar. 2E havendo Abraão dito de Sara sua mulher; É minha irmã, enviou Abimeleque, rei de Gerar, e tomou a Sara. 3Deus porém veio a Abimeleque em sonhos de noite, e disse-lhe: Eis que morto és por causa da mulher que tomaste; porque ela está casada com marido. 4Mas Abimeleque ainda não se tinha chegado a ela; por isso disse: Senhor, matarás também uma nação justa? 5Não me disse ele mesmo: É minha irmã? e ela também disse: É meu irmão. Em sinceridade do coração e em pureza das minhas mãos tenho feito isto. 6E disse-lhe Deus em sonhos: Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fizeste isto; e também eu te tenho impedido de pecar contra mim; por isso te não permiti tocá-la; 7Agora pois restitui a mulher ao seu marido, porque profeta é, e rogará por ti, para que vivas; porém senão lha restituíres, sabe que certamente morrerás, tu e tudo o que é teu. 8E levantou-se Abimeleque pela manhã de madrugada, chamou a todos os seus servos, e falou todas estas palavras em seus ouvidos; e temeram muito aqueles varões. 9Então chamou Abimeleque a Abraão e disse-lhe: Que nos fizeste? e em que pequei contra ti, para trazeres sobre o meu reino tamanho pecado? Tu me fizeste aquilo que não deverias ter feito. 10Disse mais Abimeleque a Abraão: Que tens visto, para fazer tal coisa? 11E disse Abraão: Porque eu dizia comigo: Certamente não há temor de Deus neste lugar, e eles me matarão por amor da minha mulher. 12E, na verdade, é ela também minha irmã, filha de meu pai, mas não filha da minha mãe; e veio a ser minha mulher: 13E aconteceu que, fazendo-me Deus sair errante da casa de meu pai, eu lhe disse: Seja esta a graça que me farás em todo o lugar aonde viermos: diz de mim: É meu irmão. 14Então tomou Abimeleque ovelhas e vacas, e servos e servas, e os deu a Abraão; e restituiu-lhe Sara, sua mulher. 15E disse Abimeleque: Eis que a minha terra está diante da tua face: habita onde bom for aos teus olhos. 16E a Sara disse: Vês que tenho dado ao teu irmão mil moedas de prata: eis que ele te seja por véu dos olhos para com todos os que contigo estão, e até para com todos os outros; e estás advertida. 17E orou Abraão a Deus, e sarou Deus a Abimeleque, e à sua mulher, e às suas servas, de maneira que pariram; 18Porque o SENHOR havia fechado totalmente todas as madres da casa de Abimeleque, por causa de Sara, mulher de Abraão.
Leitura 2 de 4 · Em família

Mateus 19

1E aconteceu que, concluindo Jesus estes discursos, saiu da Galileia, e dirigiu-se aos confins da Judeia, dalém do Jordão; 2E seguiram-no muitas gentes, e curou-as ali. 3Então chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer coisa? 4Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez? 5E disse: Portanto deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne. 6Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem. 7Disseram-lhe eles: Então por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? 8Disse-lhes ele: Moisés por causa da dureza dos vossos corações vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. 9Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério. 10Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar. 11Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido. 12Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o. 13Trouxeram-lhe então alguns meninos, para que lhes impusesse as mãos, e orasse; mas os discípulos os repreendiam. 14Jesus, porém, disse: Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a mim; porque de tais é o reino dos céus. 15E, tendo-lhes imposto as mãos, partiu dali. 16E eis que, aproximando-se dele um mancebo, disse-lhe: Bom Mestre, que bem farei, para conseguir a vida eterna? 17E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos. 18Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho; 19Honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo. 20Disse-lhe o mancebo: Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda? 21Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me. 22E o mancebo, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades. 23Disse então Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo que dificilmente entrará um rico no reino dos céus. 24E outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. 25Os seus discípulos, ouvindo isto, admiraram-se muito, dizendo: Quem poderá pois salvar-se? 26E Jesus, olhando para eles, disse-lhes: Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível. 27Então Pedro, tomando a palavra, disse-lhe: Eis que nós deixamos tudo, e te seguimos; qual será então o nosso galardão? 28E Jesus disse-lhes: Em verdade vos digo que vós, que me seguistes, na regeneração, quando o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. 29E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor do meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna. 30Porém muitos primeiros serão os derradeiros, e muitos derradeiros serão os primeiros.
Leitura 3 de 4 · Pessoal

Neemias 9

1E no dia vinte e quatro deste mês se ajuntaram os filhos de Israel com jejum e com sacos, e traziam terra sobre si. 2E a geração de Israel se apartou de todos os estranhos, e puseram-se em pé, e fizeram confissão pelos seus pecados e pelas iniquidades de seus pais. 3Porque, levantando-se no seu posto leram no livro da lei do SENHOR seu Deus uma quarta parte do dia; e na outra quarta parte fizeram confissão, e adoraram ao SENHOR seu Deus. 4E Jesuá, Bani, Cadmiel, Sebanias, Buni, Serebias, Bani e Quenani se puseram em pé no lugar alto dos levitas, e clamaram em alta voz ao SENHOR seu Deus. 5E os levitas, Jesuá, e Cadmiel, Bani, Hasabneias, Serebias, Hodias, Sebanias, Petaías, disseram: Levantai-vos, bendizei ao SENHOR vosso Deus de eternidade em eternidade: ora bendigam o nome da tua glória, que está levantado sobre toda a bênção e louvor. 6Tu só és SENHOR, tu fizeste o céu, o céu dos céus, e todo o seu exército; a terra e tudo quanto nela há; os mares e tudo quanto neles há, e tu os guardas em vida a todos; e o exército dos céus te adora. 7Tu és SENHOR, o Deus, que elegeste a Abrão, e o tiraste de Ur dos caldeus, e lhe puseste por nome Abraão. 8E achaste o seu coração fiel perante ti, e fizeste com ele o concerto, que lhe darias a terra dos cananeus, dos heteus, dos amorreus, e dos perizeus, e dos jebuseus, e dos girgaseus, para a dares à sua semente: e confirmaste as tuas palavras, porquanto és justo. 9E viste a aflição de nossos pais no Egito: e ouviste o seu clamor junto ao Mar Vermelho. 10E deste sinais e prodígios a Faraó, e a todos os seus servos, e a todo o povo da sua terra; porque soubeste que soberbamente os trataram; e assim te adquiriste nome, como hoje se vê. 11E o mar fendeste perante eles, e passaram pelo meio do mar, em seco: e lançaste os seus perseguidores nas profundezas, como uma pedra nas águas violentas. 12E os guiaste de dia por uma coluna de nuvem, e de noite por uma coluna de fogo, para os alumiares no caminho por onde haviam de ir. 13E sobre o monte de Sinai desceste, e falaste com eles desde os céus: e deste-lhes juízos retos, e leis verdadeiras, estatutos e mandamentos bons. 14E o teu santo sábado lhes fizeste saber: e preceitos, e estatutos, e lei lhes mandaste pelo ministério de Moisés, teu servo. 15E pão dos céus lhes deste na sua fome, e água da penha lhes produziste na sua sede: e lhes disseste que entrassem para possuírem a terra pela qual alçaste a tua mão, que lha havias de dar. 16Porém eles e nossos pais se houveram soberbamente: e endureceram a sua cerviz, e não deram ouvidos aos teus mandamentos. 17E recusaram ouvir-te, e não se lembraram das tuas maravilhas, que lhes fizeste, e endureceram a sua cerviz, e na sua rebelião levantaram um chefe, a fim de voltarem para a sua servidão: porém tu, ó Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te, e grande em beneficência, contudo os não desamparaste. 18Ainda mesmo quando eles fizeram para si um bezerro de fundição, e disseram: Este é o teu Deus, que te tirou do Egito; e cometeram grandes blasfêmias: 19Todavia tu, pela multidão das tuas misericórdias, os não deixaste no deserto: a coluna de nuvem nunca deles se apartou de dia, para os guiar pelo caminho, nem a coluna de fogo de noite, para os alumiar: e isto pelo caminho por onde haviam de ir. 20E deste o teu bom espírito, para os ensinar: e o teu maná não retiraste da sua boca; e água lhes deste na sua sede. 21De tal modo os sustentaste quarenta anos no deserto: falta nenhuma tiveram: os seus vestidos se não envelheceram, e os seus pés se não incharam. 22Também lhes deste reinos e povos, e os repartiste em porções: e eles possuíram a terra de Seom, a saber, a terra do rei de Hesbom, e a terra de Ogue, rei de Basã. 23E multiplicaste os seus filhos como as estrelas do céu, e trouxeste-os à terra de que tinhas dito a seus pais que entrariam nela para a possuírem. 24Assim entraram nela os filhos, e tomaram aquela terra: e abateste perante eles os moradores da terra, os cananeus, e lhos entregaste na mão, como também os reis, e os povos da terra, para fazerem deles conforme à sua vontade. 25E tomaram cidades fortes e terra grossa, e possuíram casas cheias de toda a fartura, cisternas cavadas, vinhas e olivais, e árvores de mantimento, em abundância: e comeram e se fartaram e engordaram, e viveram em delícias, pela tua grande bondade. 26Porém se obstinaram, e se rebelaram contra ti, e lançaram a tua lei para trás das suas costas, e mataram os teus profetas, que protestavam contra eles, para que voltassem para ti: assim fizeram grandes abominações. 27Pelo que os entregaste na mão dos seus angustiadores, que os angustiaram: mas no tempo de sua angústia, clamando a ti, desde os céus tu ouviste; e segundo a tua grande misericórdia lhes deste libertadores que os libertaram da mão de seus angustiadores. 28Porém, em tendo repouso, tornavam a fazer o mal diante de ti: e tu os deixavas na mão dos seus inimigos, para que dominassem sobre eles; e convertendo-se eles, e clamando a ti, tu os ouviste desde os céus, e segundo a tua misericórdia os livraste muitas vezes. 29E protestaste contra eles, para que voltassem para a tua lei; porém eles se houveram soberbamente, e não deram ouvidos aos teus mandamentos, mas pecaram contra os teus juízos pelos quais o homem que os fizer viverá; e te deram o ombro rebelde, e endureceram a sua cerviz, e não ouviram. 30Porém estendeste a tua benignidade sobre eles por muitos anos, e protestaste contra eles pelo teu Espírito, pelo ministério dos teus profetas; porém eles não deram ouvidos: pelo que os entregaste na mão dos povos das terras. 31Mas pela tua grande misericórdia os não destruíste nem desamparaste: porque és um Deus clemente e misericordioso. 32Agora pois, ó Deus nosso, ó Deus grande, poderoso e terrível, que guardas o concerto e beneficência, não tenhas em pouca conta todo o trabalho que nos alcançou a nós, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e aos nossos sacerdotes, e aos nossos profetas, e aos nossos pais, e a todo o teu povo, desde os dias dos reis da Assíria até ao dia de hoje. 33Porém tu és justo em tudo quanto tem vindo sobre nós; porque tu tens obrado fielmente, e nós temos obrado impiamente. 34E os nossos reis, os nossos príncipes, os nossos sacerdotes, e os nossos pais não guardaram a tua lei, e não deram ouvidos aos teus mandamentos e aos teus testemunhos, que protestaste contra eles. 35Porque eles nem no seu reino, nem na muita abundância de bens que lhes deste nem na terra espaçosa e gorda que deste diante deles, te serviram, nem se converteram de suas más obras. 36Eis que hoje somos servos: e até na terra que deste a nossos pais, para comerem o seu fruto e o seu bem, eis que somos servos nela. 37E ela multiplica os seus produtos para os reis, que puseste sobre nós, por causa dos nossos pecados: e conforme a sua vontade dominam sobre os nossos corpos e sobre as nossas bestas; e estamos numa grande angústia. 38E com tudo isto fizemos um firme concerto, e o escrevemos: e selaram-no os nossos príncipes, os nossos levitas e os nossos sacerdotes.
Leitura 4 de 4 · Pessoal

Atos 19

1E sucedeu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado por todas as regiões superiores, chegou a Éfeso; e, achando ali alguns discípulos, 2Disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Antes nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo. 3Disse-lhes então: Em que sois batizados então? E eles disseram: No batismo de João. 4Porém Paulo disse: Certamente João batizou com o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir, isto é, em Jesus Cristo. 5E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus. 6E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam diversas línguas, e profetizavam. 7E estes eram, ao todo, quase doze varões. 8E, entrando na sinagoga, falou ousadamente por espaço de três meses, disputando e persuadindo acerca do reino de Deus. 9Mas, endurecendo-se alguns, e não obedecendo, e falando mal do caminho do Senhor perante a multidão, retirou-se deles, e separou os discípulos, disputando todos os dias na escola de um certo Tirano. 10E durou isto por espaço de dois anos; de tal maneira que todos os que habitavam na Ásia, ouviram a palavra do Senhor Jesus, assim judeus como gregos. 11E Deus pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias. 12De tal maneira que até os lenços e aventais do seu corpo se levavam aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos saíam. 13E alguns dos exorcistas judeus vagabundos tentavam invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuramos-vos por Jesus a quem Paulo prega. 14E os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu, principal dos sacerdotes. 15Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: Conheço a Jesus, e bem sei quem é Paulo; porém vós quem sois? 16E, saltando neles o homem em que estava o espírito maligno, e assenhoreando-se deles, pôde mais do que eles; de tal maneira que, nus e feridos, fugiram daquela casa. 17E foi isto notório a todos os que habitavam em Éfeso, tanto judeus como gregos; e caiu temor sobre todos eles, e o nome do Senhor Jesus era engrandecido. 18E muitos dos que criam vinham, confessando e publicando os seus feitos. 19Também muitos dos que seguiam artes curiosas trouxeram os seus livros, e os queimaram na presença de todos, e, feita a conta do seu preço, acharam que montava a cinquenta mil peças de prata. 20Assim a palavra do Senhor crescia poderosamente e prevalecia. 21E, cumpridas estas coisas, Paulo propôs-se, em espírito, ir a Jerusalém, passando pela Macedônia e pela Acaia, dizendo: Depois que houver estado ali, importa-me ver também Roma. 22E, enviando à Macedônia dois daqueles que o serviam, Timóteo e Erasto, ficou ele por algum tempo na Ásia. 23Porém, naquele mesmo tempo, houve um não pequeno alvoroço acerca do caminho do Senhor. 24Porque um certo ourives da prata, por nome Demétrio, que fazia de prata nichos de Diana, dava não pouco lucro aos artífices, 25Aos quais, havendo-os ajuntado com os oficiais de obras semelhantes, disse: Varões, vós bem sabeis que deste ofício temos a nossa prosperidade: 26E bem vedes e ouvis que não só em Éfeso, mas até quase em toda a Ásia, este Paulo tem persuadido e afastado uma grande multidão, dizendo que não são deuses os que se fazem com as mãos. 27E não somente há o perigo de que isto venha a servir-nos de desprezo, mas também de que o próprio templo da grande deusa Diana seja estimado em nada, e de que a sua majestade, a qual toda a Ásia e o mundo inteiro veneram, venha a ser destruída. 28E, ouvindo-o, encheram-se de ira, e clamaram, dizendo: Grande é a Diana dos efésios. 29E encheu-se de confusão toda a cidade; e unânimes arremeteram ao teatro, arrebatando consigo a Gaio e a Aristarco, macedônios, companheiros de Paulo na viagem. 30E, querendo Paulo apresentar-se ao povo, não lho permitiram os discípulos. 31E também alguns dos principais da Ásia, que eram seus amigos, lhe enviaram, rogando que não se apresentasse no teatro. 32Uns pois clamavam de uma maneira, outros de outra, porque o ajuntamento era confuso; e os mais deles não sabiam por que causa se tinham ajuntado. 33Então tiraram Alexandre dentre a multidão, impelindo-o os judeus para diante; e Alexandre, acenando com a mão, queria dar razão disto ao povo. 34Porém, conhecendo que era judeu, todos unanimemente levantaram a voz, clamando por espaço de quase duas horas: Grande é a Diana dos efésios. 35Então o escrivão da cidade, tendo apaziguado a multidão, disse: Varões efésios, qual é o homem que não sabe que a cidade dos efésios é a guardadora do templo da grande deusa Diana, e da imagem que desceu de Júpiter? 36De sorte que, não podendo isto ser contradito, convém que vos aplaqueis, e nada façais temerariamente; 37Porque estes homens que aqui trouxestes nem são sacrílegos nem blasfemam da vossa deusa: 38Porém, se Demétrio e os artífices que estão com ele têm alguma coisa contra alguém, dão-se audiências e há procônsules: que se acusem uns aos outros; 39E, se alguma outra coisa demandais, averiguar-se-á em legitimo ajuntamento. 40Porque corremos perigo de que, por hoje, sejamos acusados de sedição, não havendo causa alguma com que possamos justificar este concurso. 41E, tendo dito isto, despediu o ajuntamento.

O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.

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