Leitura 1 de 4 · Em família
Gênesis 22
1E aconteceu depois destas coisas, que tentou Deus a Abraão, e disse-lhe: Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. 2E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi. 3Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada, e albardou o seu jumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque seu filho; e fendeu lenha para o holocausto, e levantou-se, e foi ao lugar que Deus lhe dissera. 4Ao terceiro dia levantou Abraão os seus olhos, e viu o lugar de longe. 5E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moço iremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós. 6E tomou Abraão a lenha do holocausto, e pô-la sobre Isaque seu filho; e ele tomou o fogo e o cutelo na sua mão, e foram ambos juntos. 7Então falou Isaque a Abraão seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? 8E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos. 9E vieram ao lugar que Deus lhe dissera, e edificou Abraão ali um altar, e pôs em ordem a lenha, e amarrou a Isaque seu filho, e deitou-o sobre o altar em cima da lenha. 10E estendeu Abraão a sua mão, e tomou o cutelo para imolar o seu filho; 11Mas o anjo do SENHOR lhe bradou desde os céus, e disse: Abraão, Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. 12Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada: porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único. 13Então levantou Abraão os seus olhos, e olhou; e eis um carneiro detrás dele, travado pelas suas pontas num mato: e foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho. 14E chamou Abraão o nome daquele lugar, o SENHOR proverá; de onde se diz até ao dia de hoje: No monte do SENHOR se proverá. 15Então o anjo do SENHOR bradou a Abraão pela segunda vez desde os céus, 16E disse: Por mim mesmo, jurei, diz o SENHOR: Porquanto fizeste esta ação, e não negaste o teu filho, o teu único, 17Que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua semente como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua semente possuirá a porta dos seus inimigos; 18E em tua semente serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz. 19Então Abraão tornou aos seus moços, e levantaram-se, e foram juntos para Berseba; e Abraão habitou em Berseba. 20E sucedeu depois destas coisas, que anunciaram a Abraão, dizendo: Eis que também Milca pariu filhos a Naor teu irmão: 21Uz o seu primogênito, e Buz seu irmão, e Quemuel, pai de Arã, 22E Quésede, e Hazo, e Pildas, e Jidlafe, e Betuel. 23E Betuel gerou Rebeca: estes oito pariu Milca a Naor, irmão de Abraão. 24E a sua concubina, cujo nome era Reumá, ela pariu também a Tebá, e Gaã, e Taás e Maaca.
Leitura 2 de 4 · Em família
Mateus 21
1E, quando se aproximaram de Jerusalém, e chegaram a Betfagé, ao monte das Oliveiras, enviou então Jesus dois discípulos, dizendo-lhes: 2Ide à aldeia que está defronte de vós, e logo encontrareis uma jumenta presa, e um jumentinho com ela; desprendei-a, e trazei-mos. 3E, se alguém vos disser alguma coisa, direis que o Senhor os há de mister: e logo os enviará. 4Ora tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta, que diz: 5Dizei à filha de Sião: Eis que o teu Rei aí te vem, manso, e assentado sobre uma jumenta, e sobre um jumentinho, filho de animal sujeito ao jugo. 6E, indo os discípulos, e fazendo como Jesus lhes ordenara, 7Trouxeram a jumenta e o jumentinho, e sobre eles puseram os seus vestidos, e fizeram-no assentar em cima. 8E muitíssima gente estendia os seus vestidos pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, e os espalhavam pelo caminho. 9E a multidão que ia adiante, e a que seguia, clamava, dizendo: Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor: Hosana nas alturas. 10E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, dizendo: Quem é este? 11E a multidão dizia: Este é Jesus, o Profeta de Nazaré da Galileia. 12E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas: 13E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração: mas vós a tendes convertido em covil de ladrões. 14E foram ter com ele ao templo cegos e coxos, e curou-os. 15Vendo então os principais dos sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia, e os meninos clamando no templo, Hosana ao Filho de Davi; indignaram-se, 16E disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito aperfeiçoaste o louvor? 17E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia, e ali passou a noite. 18E, de manhã, voltando para a cidade, teve fome; 19E, avistando uma figueira perto do caminho, dirigiu-se a ela, e não achou nela senão folhas. E disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti. E a figueira secou imediatamente. 20E os discípulos, vendo isto, maravilharam-se, dizendo: Como secou imediatamente a figueira? 21Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis isto à figueira, mas até, se a este monte disserdes: Ergue-te e precipita-te no mar, assim será feito; 22E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis. 23E, chegando ao templo, acercaram-se dele, estando já ensinando, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo, dizendo: Com que autoridade fazes isto? e quem te deu essa autoridade? 24E Jesus, respondendo, disse-lhes: Eu também vos perguntarei uma coisa; se ma disserdes, também eu vos direi com que autoridade faço isto. 25O batismo de João de onde era? Do céu, ou dos homens? E pensavam entre si, dizendo: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Então por que não o crestes? 26E, se dissermos: Dos homens, tememos o povo, porque todos consideram João como profeta. 27E, respondendo a Jesus, disseram: Não sabemos. Ele disse-lhes: Nem eu vos digo com que autoridade faço isto. 28Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. 29Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas depois, arrependendo-se, foi. 30E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi. 31Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes vos precedem no reino de Deus. 32Porque João veio a vós no caminho de justiça, e não o crestes, mas os publicanos e as meretrizes o creram: vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para o crer. 33Ouvi ainda outra parábola: Houve um homem, pai de família, que plantou uma vinha, e circundou-a de um valado, e construiu nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e ausentou-se para longe: 34E, chegando o tempo dos frutos, enviou os seus servos aos lavradores, para receberem os seus frutos. 35E os lavradores, apoderando-se dos servos, feriram um, mataram outro, e apedrejaram outro. 36Depois enviou outros servos, em maior número do que os primeiros; e fizeram-lhes o mesmo; 37E por último enviou-lhes seu filho, dizendo: Terão respeito a meu filho. 38Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e apoderemo-nos da sua herança. 39E, lançando mão dele, o arrastaram para fora da vinha, e o mataram. 40Quando pois vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores? 41Dizem-lhe eles: Dará afrontosa morte aos maus, e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seus tempos lhe deem os frutos. 42Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo: pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso aos nossos olhos? 43Portanto eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a gente que dê os seus frutos. 44E quem cair sobre esta pedra despedaçar-se-á; e sobre quem ela cair esmagá-lo-á. 45E os príncipes dos sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas palavras, entenderam que falava deles; 46E, pretendendo prendê-lo, recearam o povo, porquanto o tinham por profeta.
Leitura 3 de 4 · Pessoal
Neemias 11
1E os príncipes do povo habitaram em Jerusalém, porém o resto do povo lançou sortes, para tirar um de dez, que habitasse na santa cidade de Jerusalém, e as nove partes nas outras cidades. 2E o povo bendisse a todos os homens que voluntariamente se ofereciam para habitarem em Jerusalém. 3E estes são os chefes da província, que habitaram em Jerusalém (porém nas cidades de Judá habitou cada um na sua possessão, nas suas cidades, Israel, os sacerdotes, e os levitas, e os netineus, e os filhos dos servos de Salomão): 4Habitaram pois em Jerusalém alguns dos filhos de Judá e dos filhos de Benjamim: dos filhos de Judá, Ataías, filho de Uzias, filho de Zacarias, filho de Amarias, filho de Sefatias, filho de Maalaleel, dos filhos de Perez; 5E Maaseias, filho de Baruque, filho de Col-Hoze, filho de Hazaías, filho de Adaías, filho de Joiaribe, filho de Zacarias, filho de Siloni. 6Todos os filhos de Perez, que habitaram em Jerusalém, foram quatrocentos e sessenta e oito homens valentes. 7E estes são os filhos de Benjamim: Salu, filho de Mesulão, filho de Joede, filho de Pedaías, filho de Colaías, filho de Maaseias, filho de Itiel, filho de Jesaías. 8E depois dele Gabai, Salai: novecentos e vinte e oito. 9E Joel, filho de Zicri, superintendente sobre eles: e Judá, filho de Senua, segundo sobre a cidade. 10Dos sacerdotes: Jedaías, filho de Joiaribe, Jaquim, 11Seraías, filho de Hilquias, filho de Mesulão, filho de Zadoque, filho de Meraiote, filho de Aitube, maioral da casa de Deus. 12E seus irmãos, que faziam a obra na casa, oitocentos e vinte e dois: e Adaías, filho de Jeroão, filho de Pelalias, filho de Anzi, filho de Zacarias, filho de Pasur, filho de Malquias. 13E seus irmãos, cabeças dos pais, duzentos e quarenta e dois; e Amassai, filho de Azareel, filho de Azai, filho de Mesilemote, filho de Imer. 14E os irmãos deles, varões valentes, cento e vinte e oito, e superintendente sobre eles Zabdiel, filho de Gedolim. 15E dos levitas: Semaías, filho de Hassube, filho de Azricão, filho de Hasabias, filho de Buni; 16E Sabetai, e Jozabade, dos cabeças dos levitas, presidiam sobre a obra de fora da casa de Deus; 17E Matanias, filho de Mica, filho de Zabdi, filho de Asafe, o cabeça, que começava a dar graças na oração, e Bacbuquias, o segundo de seus irmãos: depois Abda, filho de Samua, filho de Galal, filho de Jedutum. 18Todos os levitas na santa cidade, foram duzentos e oitenta e quatro. 19E os porteiros, Acube, Talmom, com seus irmãos, os guardas das portas, cento e setenta e dois. 20E o resto de Israel, dos sacerdotes e levitas, esteve em todas as cidades de Judá, cada um na sua herdade. 21E os netineus habitaram em Ofel; e Zia e Gispa presidiam sobre os netineus. 22E o superintendente dos levitas em Jerusalém foi Uzi, filho de Bani, filho de Hasabias, filho de Matanias, filho de Mica: dos filhos de Asafe os cantores, no serviço da casa de Deus. 23Porque havia um mandado do rei acerca deles: a saber, uma certa porção para os cantores, cada qual no seu dia. 24E Petaías, filho de Mesezabeel, dos filhos de Zerá, filho de Judá, estava à mão do rei, em todos os negócios do povo. 25E nas aldeias, nas suas terras, alguns dos filhos de Judá habitaram em Quiriate-Arba, e nos lugares da sua jurisdição; e em Dibom, e nos lugares da sua jurisdição; e em Jecabzeel, e nas suas aldeias, 26E em Jesuá, e em Moladá, e em Bete-Pelete, 27E em Hazar-Sual, e em Berseba, e nos lugares da sua jurisdição, 28E em Ziclague, e em Mecona, e nos lugares da sua jurisdição, 29E em En-Rimom, e em Zorá, e em Jarmute; 30Em Zanoa, Adulão, e nas suas aldeias; em Laquis, e nas suas terras; em Azaca, e nos lugares da sua jurisdição: acamparam-se desde Berseba até ao vale de Hinom. 31E os filhos de Benjamim, de Geba, habitaram em Micmás, e Aiá, e Betel, e nos lugares da sua jurisdição, 32E em Anatote, em Nobe, em Ananias, 33Em Hazor, em Ramá, em Gitaim, 34Em Hadide, em Zeboim, em Nebalate, 35Em Lode, e em Ono, no vale dos artífices. 36E alguns dos levitas nos repartimentos de Judá e de Benjamim.
Leitura 4 de 4 · Pessoal
Atos 21
1E aconteceu que, separando-nos deles, navegamos e fomos correndo caminho direito, e chegamos a Cós, e no dia seguinte a Rodes, de onde passamos a Pátara. 2E, achando um navio, que passava à Fenícia, embarcamos nele, e partimos. 3E, indo já à vista de Chipre, deixando-a à esquerda, navegamos para a Síria, e chegamos a Tiro; porque o navio havia de ser descarregado ali. 4E, achando discípulos, ficamos nós ali sete dias: os quais pelo Espírito diziam a Paulo que não subisse a Jerusalém. 5E, havendo passado ali aqueles dias, saímos, e seguimos nosso caminho, acompanhando-nos todos, com suas mulheres e filhos, até fora da cidade; e, postos de joelhos na praia, oramos. 6E, saudando-nos uns aos outros, subimos ao navio; e eles voltaram para suas casas. 7E nós, concluída a navegação de Tiro, viemos a Ptolemaida; e, havendo saudado os irmãos, ficamos com eles um dia. 8E no dia seguinte, partindo dali Paulo, e nós que com ele estávamos, chegamos a Cesareia: e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele. 9E tinha este quatro filhas donzelas, que profetizavam. 10E, demorando-nos ali por muitos dias, desceu da Judeia um profeta, por nome Ágabo; 11E, vindo ele a nós, e tomando a cinta de Paulo, e ligando-se os pés e mãos, disse: Isto diz o Espírito Santo: Assim ligarão os judeus em Jerusalém o varão cuja é esta cinta, e o entregarão nas mãos dos gentios. 12E, ouvindo nós isto, rogamos-lhe, tanto nós como os que eram daquele lugar, que não subisse a Jerusalém. 13Porém Paulo respondeu: Que fazeis vós, chorando e magoando-me o coração? porque eu estou pronto, não só a ser ligado, mas ainda a morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus. 14E, como não podíamos persuadi-lo, nos aquietamos, dizendo: Faça-se a vontade do Senhor. 15E depois daqueles dias, havendo feito os nossos preparativos, subimos a Jerusalém. 16E foram também conosco alguns discípulos de Cesareia, levando consigo um certo Mnasom, cíprio, discípulo antigo, com o qual havíamos de pousar. 17E, logo que chegamos a Jerusalém, os irmãos nos receberam de muito boa vontade. 18E no dia seguinte, Paulo entrou conosco em casa de Tiago, e todos os anciãos vieram ali. 19E, havendo-os saudado, contou-lhes por miúdo o que por seu ministério Deus fizera entre os gentios. 20E, ouvindo-o eles, glorificaram ao Senhor, e disseram-lhe: Bem vês, irmão, quantos milhares de judeus há que creem, e todos são zeladores da lei. 21E já acerca de ti foram informados que ensinas todos os judeus que estão entre os gentios a apartarem-se de Moisés, dizendo que não devem circuncidar a seus filhos, nem andar segundo o costume da lei. 22Que faremos pois? em todo o caso é necessário que a multidão se ajunte; porque ouvirão que já és vindo. 23Faze pois isto que te dizemos: Temos quatro varões que fizeram voto. 24Toma contigo a estes, e santifica-te com eles, e faze por eles os gastos para que rapem a cabeça, e todos saibam que nada há daquilo de que foram informados acerca de ti, mas que também tu mesmo andas guardando a lei. 25Porém, quanto aos que creem dos gentios, já nós havemos escrito, e achado por bem, que nada disto observem; mas que só se guardem do que se sacrifica aos ídolos, e do sangue, e do sufocado e da fornicação. 26Então Paulo, tomando consigo aqueles varões, santificado com eles, entrou no dia seguinte no templo, anunciando serem já cumpridos os dias da santificação, ficando ali até se oferecer por cada um deles a oferta. 27E, indo-se já acabando os sete dias, os judeus da Ásia, vendo-o no templo, alvoroçaram todo o povo e lançaram mão dele, 28Clamando: Varões israelitas, acudi: este é o homem que por todas as partes ensina a todos, contra o povo e contra a lei, e contra este lugar; e, demais disto, introduziu também no templo os gregos, e profanou este santo lugar. 29Porque dantes tinham visto com ele na cidade a Trófimo de Éfeso, ao qual pensavam que Paulo introduzira no templo. 30E alvoroçou-se toda a cidade, e fez-se um concurso de povo; e, pegando de Paulo, o arrastaram para fora do templo, e logo as portas se fecharam. 31E, procurando eles matá-lo, chegou ao tribuno da coorte a nova de que Jerusalém estava toda em confusão. 32O qual, tomando logo consigo soldados e centuriões, correu para eles. E, vendo eles o tribuno e os soldados, cessaram de ferir a Paulo. 33Então, chegando o tribuno, o prendeu e o mandou atar com duas cadeias. e lhe perguntou quem era e o que tinha feito. 34E na multidão uns clamavam de uma maneira outros de outra; porém, como nada podia saber ao certo, por causa do alvoroço, mandou conduzi-lo para a fortaleza. 35E sucedeu que, chegando às escadas, os soldados tiveram de lhe pegar por causa da violência da multidão. 36Porque a multidão do povo o seguia, clamando: Mata-o. 37E, quando iam a introduzir Paulo na fortaleza, disse Paulo ao tribuno: É-me permitido dizer-te alguma coisa? E ele disse: Sabes o grego? 38Não és tu porventura aquele egípcio que antes destes dias levantou uma sedição e levou ao deserto quatro mil salteadores? 39Porém Paulo lhe disse: Na verdade que sou um homem judeu, cidadão de Tarso, cidade não pouco célebre na Cilícia: rogo-te, porém, que me permitas falar ao povo. 40E, havendo-lho permitido, Paulo, pondo-se em pé nas escadas, fez sinal com a mão ao povo; e, feito grande silêncio, falou-lhes em língua hebraica, dizendo:
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