Leitura 1 de 4 · Em família

Juízes 6

1Porém os filhos de Israel fizeram o que parecia mal aos olhos do SENHOR: e o SENHOR os deu na mão dos midianitas por sete anos. 2E, prevalecendo a mão dos midianitas sobre Israel, fizeram os filhos de Israel para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, e as cavernas e as fortificações. 3Porque sucedia que, semeando Israel, subiram os midianitas e os amalequitas; e também os do oriente contra ele subiam. 4E punham-se contra eles em campo, e destruíram a novidade da terra, até chegarem a Gaza: e não deixavam mantimento em Israel, nem ovelhas, nem bois nem jumentos. 5Porque subiam com os seus gados e tendas; vinham como gafanhotos, em tanta multidão que não se podia contar, nem a eles nem aos seus camelos: e entravam na terra, para a destruir. 6Assim Israel empobreceu muito pela presença dos midianitas: então os filhos de Israel clamaram ao SENHOR. 7E sucedeu que, clamando os filhos de Israel ao SENHOR por causa dos midianitas, 8Enviou o SENHOR um homem profeta aos filhos de Israel, que lhes disse: Assim diz o SENHOR, Deus de Israel: Do Egito eu vos fiz subir, e vos tirei da casa da servidão; 9E vos livrei da mão dos egípcios, e da mão de todos quantos vos oprimiam; e os expeli de diante de vós, e a vós dei a sua terra; 10E vos disse: Eu sou o SENHOR vosso Deus; não temais aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais: mas não destes ouvidos à minha voz. 11Então o anjo do SENHOR veio, e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita: e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para o salvar dos midianitas. 12Então o anjo do SENHOR lhe apareceu, e lhe disse: O SENHOR é contigo, varão valoroso. 13Mas Gideão lhe respondeu: Ai, senhor meu, se o SENHOR é conosco, por que tudo isto nos sobreveio? e que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o SENHOR subir do Egito? porém agora o SENHOR nos desamparou, e nos deu na mão dos midianitas. 14Então o SENHOR olhou para ele, e disse: Vai nesta tua força, e livrarás a Israel da mão dos midianitas: porventura não te enviei eu? 15E ele lhe disse: Ai, senhor meu, com que livrarei a Israel? eis que o meu milheiro é o mais pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai. 16E o SENHOR lhe disse: Porquanto eu hei de ser contigo, tu ferirás aos midianitas como se fossem um só homem. 17E ele lhe disse: Se agora tenho achado graça aos teus olhos, dá-me um sinal de que és o que comigo falas. 18Rogo-te que daqui te não apartes, até que eu venha a ti, e tire o meu presente, e o ponha perante ti. E disse: Eu esperarei até que voltes. 19E entrou Gideão e preparou um cabrito e bolos asmos de um efa de farinha; a carne pôs num açafate e o caldo pôs numa panela: e trouxe-lho até debaixo do carvalho, e lho apresentou. 20Porém o anjo de Deus lhe disse: Toma a carne e os bolos asmos, e põe-nos sobre esta penha e verte o caldo. E assim o fez. 21E o anjo do SENHOR estendeu a ponta do cajado, que estava na sua mão, e tocou a carne e os bolos asmos: então subiu fogo da penha, e consumiu a carne e os bolos asmos; e o anjo do SENHOR desapareceu de seus olhos. 22Então viu Gideão que era o anjo do SENHOR: e disse Gideão: Ah, Senhor, Jeová, que eu vi o anjo do SENHOR face a face. 23Porém o SENHOR lhe disse: Paz seja contigo; não temas: não morrerás. 24Então Gideão edificou ali um altar ao SENHOR, e lhe chamou, SENHOR é paz: e ainda até ao dia de hoje está em Ofra dos abiezritas. 25E aconteceu, naquela mesma noite, que o SENHOR lhe disse: Toma o boi de teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos: e derriba o altar de Baal, que é de teu pai; e corta o bosque que está ao pé dele. 26E edifica ao SENHOR teu Deus um altar no cume deste lugar forte, num lugar conveniente: e toma o segundo boi, e o oferecerás em holocausto com a lenha que cortares do bosque. 27Então Gideão tomou dez homens dentre os seus servos, e fez como o SENHOR lhe dissera: e sucedeu que, temendo ele a casa de seu pai, e os homens daquela cidade, não o fez de dia, mas fê-lo de noite. 28Levantando-se pois os homens daquela cidade de madrugada, eis que estava o altar de Baal derribado, e o bosque estava ao pé dele, cortado: e o segundo boi oferecido no altar de novo edificado. 29E uns aos outros disseram: Quem fez esta coisa? E, esquadrinhando, e inquirindo, disseram: Gideão, o filho de Joás, fez esta coisa. 30Então os homens daquela cidade disseram a Joás: Tira para fora a teu filho, para que morra; pois derribou o altar de Baal, e cortou o bosque que estava ao pé dele. 31Porém Joás disse a todos os que se puseram contra ele: Contendereis vós por Baal? livrá-lo-eis vós? qualquer que por ele contender ainda esta manhã será morto: se é deus, por si mesmo contenda; pois derribaram o seu altar. 32Pelo que naquele dia lhe chamaram Jerubaal, dizendo: Baal contenda contra ele, pois derribou o seu altar. 33E todos os midianitas, e amalequitas, e os filhos do oriente se ajuntaram num corpo, e passaram, e puseram o seu campo no vale de Jezreel. 34Então o espírito do SENHOR revestiu a Gideão, o qual tocou a buzina, e os abiezritas se convocaram após dele. 35E enviou mensageiros por toda a tribo de Manassés, e ele também se convocou após dele: também enviou mensageiros a Aser, e a Zebulom, e a Naftali, e saíram-lhe ao encontro. 36E disse Gideão a Deus: Se hás de livrar a Israel por minha mão, como tens dito, 37Eis que eu porei um velo de lã na eira: se o orvalho estiver somente no velo, e secura sobre toda a terra, então conhecerei que hás de livrar a Israel por minha mão, como tens dito. 38E assim sucedeu; porque ao outro dia se levantou de madrugada, e apertou o velo: e do orvalho do velo espremeu uma taça cheia de água. 39E disse Gideão a Deus: Não se acenda contra mim a tua ira, se ainda falar só esta vez: rogo-te que só esta vez faça a prova com o velo; rogo-te que só no velo haja secura, e em toda a terra haja o orvalho. 40E Deus assim o fez naquela noite: pois só no velo havia secura, e sobre toda a terra havia orvalho.
Leitura 2 de 4 · Em família

Atos 10

1E havia em Cesareia um certo varão por nome Cornélio, centurião da coorte chamada italiana, 2Piedoso e temente a Deus, com toda a sua casa, o qual fazia muitas esmolas ao povo, e de contínuo orava a Deus. 3Este, quase à hora nona do dia, viu claramente em visão um anjo de Deus, que se dirigia para ele e dizia: Cornélio. 4E este, fixando os olhos nele, e muito atemorizado, disse: Que é, Senhor? E disse-lhe: As tuas orações e as tuas esmolas têm subido para memória diante de Deus; 5Agora, pois, envia varões a Jope, e manda chamar a Simão, que tem por sobrenome Pedro. 6Este pousa em casa de um certo Simão curtidor, que tem a sua casa junto do mar. Ele te dirá o que deves fazer. 7E, ido o anjo que lhe falava, chamou dois dos seus criados, e a um piedoso soldado dos que estavam ao seu serviço. 8E, havendo-lhes contado tudo, os enviou a Jope. 9E no dia seguinte, indo eles seu caminho, e chegando perto da cidade, subiu Pedro ao terraço para orar, quase à hora sexta. 10E, tendo fome, quis comer; e, enquanto lho preparavam, sobreveio-lhe um arrebatamento de sentidos: 11E viu o céu aberto, e que para ele descia um certo vaso, como um grande lençol atado pelas quatro pontas, e abaixando-se para a terra. 12No qual havia de todos os animais da terra quadrúpedes, feras e répteis, e aves do céu. 13E foi-lhe dirigida uma voz: Levanta-te, Pedro, mata e come. 14Porém Pedro disse: De modo nenhum, Senhor, porque nunca comi coisa alguma comum nem imunda. 15E segunda vez lhe disse a voz: Não faças tu comum ao que Deus purificou. 16E aconteceu isto por três vezes; e o vaso tornou a recolher-se para o céu. 17E, estando Pedro duvidando entre si que seria aquela visão que tinha visto, eis que os varões que foram enviados por Cornélio, pararam à porta, perguntando pela casa de Simão. 18E, chamando, perguntaram se Simão, que tinha por sobrenome Pedro, pousava ali. 19E, pensando Pedro naquela visão, disse-lhe o Espírito: Eis que três varões te buscam: 20Levanta-te pois, e desce, e vai com eles, não duvidando; porque eu os enviei. 21E Pedro, descendo para junto dos varões que lhe foram enviados por Cornélio, disse: Eis que sou eu a quem procurais; qual é a causa por que estais aqui? 22E eles disseram: Cornélio, o centurião, varão justo e temente a Deus, e que tem bom testemunho de toda a nação dos judeus, foi avisado por um santo anjo para que mandasse chamar-te a sua casa, e ouvisse de ti palavras. 23Então, chamando-os para dentro, os recebeu em casa. Porém no dia seguinte foi Pedro com eles, e foram com ele alguns irmãos de Jope. 24E no dia imediato chegaram a Cesareia. E Cornélio os estava esperando, tendo já convidado a seus parentes e amigos mais íntimos. 25E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés, o adorou. 26Porém Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, eu mesmo também sou homem. 27E, falando com ele, entrou, e achou muitos que ali se haviam ajuntado. 28E disse-lhes: Vós bem sabeis como não é lícito a um varão judeu ajuntar-se ou chegar-se a estrangeiros; mas Deus mostrou-me que a nenhum homem chame comum ou imundo: 29Pelo que, sendo chamado, vim sem contradizer. Pergunto pois; por que razão mandastes chamar-me? 30E disse Cornélio: Há quatro dias estava eu em jejum até esta hora, e orava em minha casa à hora nona. 31E eis que diante de mim se apresentou um varão com um vestido resplandecente, e disse: Cornélio, a tua oração é ouvida, e as tuas esmolas estão em memória diante de Deus. 32Envia pois a Jope, e manda chamar Simão, o que tem por sobrenome Pedro; este pousa em casa de Simão o curtidor, junto do mar, e ele, vindo, te falará. 33Assim que logo mandei a ti; e bem fizeste em vir. Agora pois estamos todos presentes diante de Deus, para ouvir tudo quanto por Deus te é mandado. 34E Pedro, abrindo a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; 35Mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e obra a justiça. 36A palavra que ele enviou aos filhos de Israel, anunciando a paz por Jesus Cristo (este é o Senhor de todos), 37Esta palavra, vós bem sabeis, veio por toda a Judeia, começando desde a Galileia, depois do batismo que João pregou; 38Enquanto a Jesus de Nazaré, como Deus o ungiu com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele. 39E nós somos testemunhas de todas as coisas que fez, tanto na terra da Judeia como em Jerusalém: ao qual mataram, pendurando-o num madeiro. 40A este ressuscitou Deus ao terceiro dia, e fez que fosse manifesto, 41Não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus antes ordenara; a nós, que comemos e bebemos juntamente com ele, depois que ressuscitou dos mortos. 42E mandou-nos pregar ao povo, e testificar que ele é aquele que por Deus foi constituído juiz dos vivos e dos mortos. 43A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crerem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome. 44E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. 45E os fiéis que eram da circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que o dom do Espírito Santo se derramasse também sobre os gentios. 46Porque os ouviam falar línguas, e magnificar a Deus. 47Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura impedir a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós o Espírito Santo? 48E mandou que fossem batizados em nome do Senhor. Então rogaram-lhe que ficasse com eles por alguns dias.
Leitura 3 de 4 · Pessoal

Jeremias 19

1Assim diz o SENHOR: Vai, e compra uma botija de oleiro, e toma contigo dos anciãos do povo e dos anciãos dos sacerdotes; 2E sai ao vale do filho de Hinom, que está à entrada da porta do sol, e apregoa ali as palavras que eu te disser. 3E dize: Ouvi a palavra do SENHOR, ó reis de Judá, e moradores de Jerusalém: assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Eis que trarei um mal sobre este lugar, que quem quer que ouvir retinir-lhe-ão as orelhas: 4Porquanto me deixaram e alienaram este lugar, e nele queimaram incenso a outros deuses, que nunca conheceram, nem eles nem seus pais, nem os reis de Judá; e encheram este lugar de sangue de inocentes. 5Porque edificaram os altos de Baal, para queimarem seus filhos no fogo em holocaustos a Baal; o que nunca lhes ordenei, nem falei, nem subiu ao meu coração. 6Por isso eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que este lugar não se chamará mais Tofete, nem o vale do filho de Hinom, mas o vale da matança. 7Porque dissiparei o conselho de Judá e de Jerusalém neste lugar, e os farei cair à espada diante de seus inimigos, e pela mão dos que buscam a sua vida deles; e darei os seus cadáveres para pasto às aves dos céus e aos animais da terra. 8E porei esta cidade em espanto e por assobio: todo aquele que passar por ela se espantará, e assobiará sobre todas as suas pragas. 9E os farei comer a carne de seus filhos, e a carne de suas filhas, e comerá cada um a carne do seu próximo, no cerco e no aperto em que os apertarão os seus inimigos, e os que buscam a vida deles. 10Então quebrarás a botija aos olhos dos homens que forem contigo. 11E dir-lhes-ás: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Assim quebrarei eu a este povo, e a esta cidade, como se quebra o vaso do oleiro, que não pode mais refazer-se, e os enterrarão em Tofete, porque não haverá mais lugar para os enterrar. 12Assim farei a este lugar, diz o SENHOR, e aos seus moradores; e isso para pôr a esta cidade como a Tofete. 13E as casas de Jerusalém, e as casas dos reis de Judá, serão imundas como o lugar de Tofete: como também todas as casas, sobre cujos terraços queimaram incenso a todo o exército dos céus, e ofereceram libações a deuses estranhos. 14Vindo pois Jeremias de Tofete, onde o tinha enviado o SENHOR a profetizar, se pôs em pé no átrio da casa do SENHOR, e disse a todo o povo: 15Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Eis que trarei sobre esta cidade, e sobre todas as suas cidades, todo o mal que falei contra ela, porquanto endureceram a sua cerviz, para não ouvirem as minhas palavras.
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Marcos 5

1E chegaram à outra banda do mar, à província dos gadarenos. 2E, saindo ele do barco, lhe saiu ao seu encontro logo, dos sepulcros, um homem com espírito imundo; 3O qual tinha a sua morada nos sepulcros, e nem ainda com cadeias o podia alguém prender; 4Porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões em migalhas, e ninguém o podia amansar. 5E andava sempre, de dia e de noite, clamando pelos montes, e pelos sepulcros, e ferindo-se com pedras. 6E, quando viu Jesus ao longe, correu e adorou-o. 7E, clamando com grande voz, disse: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? conjuro-te por Deus que não me atormentes. 8(Porque lhe dizia: Sai deste homem, espírito imundo.) 9E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? E lhe respondeu, dizendo: Legião é o meu nome, porque somos muitos. 10E rogava-lhe muito que os não enviasse para fora daquela província. 11E andava ali pastando no monte uma grande manada de porcos. 12E todos aqueles demônios lhe rogaram, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles. 13E Jesus logo lho permitiu. E, saindo aqueles espíritos imundos, entraram nos porcos; e a manada se precipitou por um despenhadeiro no mar (eram quase dois mil), e afogaram-se no mar. 14E os que apascentavam os porcos fugiram, e o anunciaram na cidade e nos campos; e saíram a ver o que era aquilo que tinha acontecido. 15E foram ter com Jesus, e viram o endemoninhado, o que tivera a legião, assentado, vestido e em perfeito juízo, e temeram. 16E os que aquilo tinham visto contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado; e acerca dos porcos. 17E começaram a rogar-lhe que se fosse dos seus termos. 18E, entrando ele no barco, rogara-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele. 19Jesus, porém, não lho permitiu, mas disse-lhe: Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti. 20E foi, e começou a anunciar em Decápolis quão grandes coisas Jesus lhe fizera; e todos se maravilhavam. 21E, passando Jesus outra vez num barco para a outra banda, ajuntou-se a ele uma grande multidão; e ele estava junto do mar. 22E, eis que chegou um dos principais da sinagoga, por nome Jairo, e, vendo-o, prostrou-se aos seus pés, 23E rogava-lhe muito, dizendo: Minha filha está moribunda; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos para que sare, e viva. 24E foi com ele, e seguia-o uma grande multidão, que o apertava. 25E uma certa mulher, que, havia doze anos tinha um fluxo de sangue, 26E que havia padecido muito com muitos médicos, e despendido tudo quanto tinha, nada lhe aproveitando, antes indo a pior; 27Ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou o seu vestido. 28Porque dizia: Se tão somente tocar os seus vestidos, sararei. 29E logo se lhe secou a fonte do seu sangue; e sentiu no seu corpo estar já curada daquele açoite. 30E logo Jesus, conhecendo que a virtude de si mesmo saíra, voltando-se para a multidão, disse: Quem tocou os meus vestidos? 31E disseram-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e dizes: Quem me tocou? 32E ele olhava em redor, para ver a que isto fizera. 33Então a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade. 34E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu açoite. 35Estando ele ainda falando, chegaram alguns do principal da sinagoga, dizendo: A tua filha está morta; para que enfadas mais o Mestre? 36E Jesus, tendo ouvido esta palavra que se dizia, disse ao principal da sinagoga: Não temas, crê somente. 37E não permitiu que alguém o seguisse, senão Pedro, e Tiago, e João, irmão de Tiago. 38E, tendo chegado à casa do principal da sinagoga, viu o alvoroço, e os que choravam muito e pranteavam. 39E, entrando, disse-lhes: Por que vos alvoroçais e chorais? a menina não está morta, mas dorme. 40E riam-se dele; porém ele, tendo-os posto a todos fora, tomou consigo o pai e a mãe da menina, e os que com ele estavam, e entrou aonde a menina estava deitada. 41E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talita cumi: que, traduzido é: Filhinha, a ti te digo, levanta-te. 42E logo a menina se levantou, e andava, pois já tinha doze anos: e assombraram-se com grande espanto. 43E mandou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e disse que lhe dessem de comer.

O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.

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