Leitura 1 de 4 · Em família
1 Samuel 16
1Então disse o SENHOR a Samuel: Até quando terás dó de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel? enche o teu vaso de azeite, e vem, enviar-te-ei a Jessé o belemita; porque dentre os seus filhos me tenho provido de um rei. 2Porém disse Samuel: Como irei eu? pois, ouvindo-o Saul, me matará. Então disse o SENHOR: Toma uma bezerra das vacas em tuas mãos, e dize: Vim para sacrificar ao SENHOR. 3E convidarás a Jessé ao sacrifício: e eu te farei saber o que hás de fazer, e ungir-me-ás a quem eu te disser. 4Fez pois Samuel o que dissera o SENHOR, e veio a Belém: então os anciãos da cidade saíram ao encontro, tremendo, e disseram: De paz é a tua vinda? 5E disse ele: É de paz, vim sacrificar ao SENHOR; santificai-vos, e vinde comigo ao sacrifício. E santificou ele a Jessé e a seus filhos, e os convidou ao sacrifício. 6E sucedeu que, entrando eles, viu a Eliabe, e disse: Certamente está perante o SENHOR o seu ungido. 7Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a altura da sua estatura, porque o tenho rejeitado, porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração. 8Então chamou Jessé a Abinadabe: e o fez passar diante de Samuel, o qual disse: Nem a este tem escolhido o SENHOR. 9Então Jessé fez passar a Sama: porém disse: Tão pouco a este tem escolhido o SENHOR. 10Assim fez passar Jessé a seus sete filhos diante de Samuel: porém Samuel disse a Jessé: O SENHOR não tem escolhido a estes. 11Disse mais Samuel a Jessé: Acabaram-se os mancebos? E disse: Ainda falta o menor, e eis que apascenta as ovelhas. Disse pois Samuel a Jessé: Envia, e manda-o chamar, porquanto não nos assentaremos em roda da mesa até que ele venha aqui. 12Então mandou, e o trouxe (e era ruivo e formoso de semblante e de boa presença): e disse o SENHOR: Levanta-te, e unge-o, porque este mesmo é. 13Então Samuel tomou o vaso do azeite, e ungiu-o no meio de seus irmãos; e desde aquele dia em diante o espírito do SENHOR se apoderou de Davi: então Samuel se levantou, e se tornou a Ramá. 14E o espírito do SENHOR se retirou de Saul, e o assombrava o espírito mau da parte do SENHOR. 15Então os criados de Saul lhe disseram: Eis que agora o espírito mau da parte do Senhor te assombra: 16Diga pois nosso senhor a seus servos, que estão em tua presença, que busquem um homem que saiba tocar harpa, e será que, quando o espírito mau da parte do Senhor vier sobre ti, então ele tocará com a sua mão, e te acharás melhor. 17Então disse Saul aos seus servos: Buscai-me pois um homem que toque bem, e trazei-mo. 18Então respondeu um dos mancebos, e disse: Eis que tenho visto a um filho de Jessé, o belemita, que sabe tocar, e é valente e animoso, e homem de guerra, e sisudo em palavras, e de gentil presença: o SENHOR é com ele. 19E Saul enviou mensageiros a Jessé, dizendo: Envia-me Davi, teu filho, o que está com as ovelhas. 20Então tomou Jessé um jumento carregado de pão, e um odre de vinho, e um cabrito, e enviou-os a Saul pela mão de Davi, seu filho. 21Assim Davi veio a Saul, e esteve perante ele, e o amou muito, e foi seu pajem de armas. 22Então Saul mandou dizer a Jessé: Deixa estar a Davi perante mim, pois achou graça em meus olhos. 23E sucedia que, quando o espírito mau da parte de Deus vinha sobre Saul, Davi tomava a harpa, e a tocava com a sua mão; então Saul sentia alívio, e se achava melhor, e o espírito mau se retirava dele.
Leitura 2 de 4 · Em família
Romanos 14
1Ora, quanto ao que está enfermo na fé, recebei-o, não em contendas de disputas. 2Porque um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é enfermo, come legumes. 3O que come não despreze ao que não come; e o que não come não julgue ao que come; porque Deus o recebeu por seu. 4Quem és tu, que julgas ao servo alheio? Para seu próprio Senhor está em pé ou cai; porém estará firme; porque poderoso é Deus para o firmar. 5Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em seu próprio ânimo. 6Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz; e o que não faz caso do dia, para o Senhor o não faz. O que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus. 7Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si. 8Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos: se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. 9Porque para isto também morreu Cristo, e ressuscitou, e tornou a viver; para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos. 10Mas tu, por que julgas a teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas a teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo. 11Porque está escrito: Vivo eu, diz o Senhor: que todo o joelho se dobrará diante de mim, e toda a língua confessará a Deus. 12De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. 13Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; mas antes julgai isto, não pôr tropeço ou escândalo ao irmão. 14Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesmo imunda senão para aquele que a tem por imunda, para esse é imunda. 15Mas, se por causa da comida se contrista teu irmão, já não andas conforme o amor. Não destruas com a tua comida aquele por quem Cristo morreu. 16Não seja pois blasfemado o vosso bem; 17Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. 18Porque quem nisto serve a Cristo agradável é a Deus e aceito aos homens. 19Sigamos pois as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros. 20Não destruas por causa da comida a obra de Deus. É verdade que todas as coisas são limpas, mas é mau para o homem que come com escândalo. 21Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça. 22Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo no que aprova. 23Mas aquele que dúvida, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo que não é de fé é pecado.
Leitura 3 de 4 · Pessoal
Lamentações 1
1Como assim solitária está assentada aquela cidade, dantes tão populosa! tornou-se como viúva; a que foi grande entre as nações, como a princesa entre as províncias, tornou-se tributária! 2Continuamente chora de noite, e as suas lágrimas estão correndo pelas suas faces; não tem quem a console entre todos os seus amadores: todos os seus amigos se houveram aleivosamente com ela, se lhe tornaram inimigos. 3Judá passou em cativeiro por causa da aflição, e por causa da grandeza da sua servidão: ela habita entre as nações, não acha descanso: todos os seus perseguidores a alcançam entre as angústias. 4Os caminhos de Sião pranteiam, porque não há quem venha à solenidade; todas as suas portas estão assoladas; os seus sacerdotes suspiram: as suas virgens estão tristes, e ela mesma tem amargura. 5Os seus adversários se lhe fizeram cabeça, os seus inimigos prosperam; porque o SENHOR a entristeceu, por causa da multidão das suas prevaricações: os seus filhinhos vão em cativeiro adiante do adversário. 6E da filha de Sião foi-se toda a sua glória: os seus príncipes ficaram sendo como veados que não acham pasto e caminham sem força adiante do perseguidor. 7Lembrou-se Jerusalém nos dias da sua aflição, e das suas rebeliões, de todas as suas mais queridas coisas, que tivera dos tempos antigos: quando caía o seu povo na mão do adversário, e ela não tinha quem a socorresse, os adversários a viram, e fizeram escárnio dos seus sábados. 8Jerusalém gravemente pecou, por isso se fez instável: todos os que a honravam, a desprezaram, porque viram a sua nudez; ela também suspirou e se voltou para trás. 9A sua imundícia está nas suas fraldas, nunca se lembrou do seu fim: por isso foi pasmosamente abatida, não tem consolador; vê, SENHOR, a minha aflição, porque o inimigo se engrandece. 10Estendeu o adversário a sua mão a todas as coisas mais preciosas dela; pois já viu ter entrado no seu santuário as nações acerca das quais mandaste que não entrassem na tua congregação. 11Todo o seu povo anda suspirando, buscando o pão, deram as suas coisas mais preciosas a troco de mantimento para refrescarem a alma: vê, SENHOR, e contempla, que sou desprezível. 12Porventura não vos toca a todos os que passais pelo caminho? atendei, e vede, se há dor como a minha dor, que se me fez a mim, com que me entristeceu o SENHOR, no dia do furor da sua ira. 13Desde o alto enviou um fogo em meus ossos, o qual se assenhoreou: estendeu uma rede aos meus pés, fez-me voltar para trás, fez-me assolada e enferma todo o dia. 14Já o jugo das minhas prevaricações está atado pela sua mão, estão entretecidas, subiram sobre o meu pescoço, prostrou a minha força: entregou-me o Senhor nas mãos dos inimigos, não posso levantar-me. 15O Senhor atropelou todos os meus valentes no meio de mim; apregoou contra mim um ajuntamento, para quebrantar os meus mancebos: o Senhor pisou como num lagar a virgem filha de Judá. 16Por estas coisas eu ando chorando, e o meu olho, o meu olho se desfaz em águas; porque se alongou de mim o consolador que devia restaurar a minha alma: os meus filhos estão assolados, porque prevaleceu o inimigo. 17Estende Sião as suas mãos, não há quem a console: mandou o SENHOR acerca de Jacó que lhe fossem inimigos os que estão em redor dele; Jerusalém é como uma mulher imunda. 18Justo é o SENHOR, pois me rebelei contra a sua boca: ouvi, pois, todos os povos, e vede a minha dor; as minhas virgens e os meus mancebos se foram para o cativeiro. 19Chamei os meus amadores, porém eles me enganaram: os meus sacerdotes e os meus anciãos expiraram na cidade; porque buscavam para si mantimento, para refrescarem a sua alma. 20Olha, SENHOR, porque estou angustiada; turbadas estão as minhas entranhas, o meu coração está transtornado no meio de mim, porque gravemente me rebelei: de fora me desfilhou a espada, de dentro está a morte. 21Bem ouvem que eu suspiro, porém não tenho quem me console: todos os meus inimigos que ouviram o meu mal folgam, porque tu o fizeste: trazendo tu o dia que apregoaste, então serão como eu. 22Venha todo o seu mal diante de ti, e faze-lhes como me fizeste a mim por causa de todas as minhas prevaricações; porque os meus suspiros são muitos, e o meu coração está desfalecido.
Leitura 4 de 4 · Pessoal
Salmo 32
1Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. 2Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano. 3Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. 4Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio (Selá). 5Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri; dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado (Selá). 6Portanto todo aquele que é santo orará a ti, em tempo que te possa achar: até no trasbordar de muitas águas, estas não lhe chegarão. 7Tu és o lugar em que me escondo, tu me preservas da angústia: tu me cinges de alegres cantos de livramento (Selá). 8Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. 9Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não tem entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio, para que se não cheguem a ti. 10O ímpio tem muitas dores, mas àquele que confia no SENHOR a misericórdia o cercará. 11Alegrai-vos no SENHOR, e regozijai-vos, vós os justos; e cantai alegremente, todos vós que sois retos de coração.
O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.
Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.
Em família
1 Samuel 16 · Romanos 14
Pessoais
Lamentações 1 · Salmo 32