Leitura 1 de 4 · Em família

Êxodo 39

1Fizeram também os vestidos do ministério, para ministrar no santuário de azul, e de púrpura e de carmesim: também fizeram os vestidos santos, para Arão, como o SENHOR ordenara a Moisés. 2Assim fez o éfode de ouro, de azul, e de púrpura, e de carmesim e de linho fino torcido. 3E estenderam as lâminas de ouro, e as cortaram em fios, para entretecer entre o azul, e entre a púrpura, e entre o carmesim, e entre o linho fino da obra mais esmerada. 4Fizeram nele ombreiras que se ajuntassem: às suas duas pontas se ajuntava. 5E o cinto de artifício do éfode, que estava sobre ele, era conforme à sua obra, do mesmo, de ouro, de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido, como o SENHOR ordenara a Moisés. 6Também prepararam as pedras sardônicas, engastadas em ouro, lavradas com gravuras de selo, com os nomes dos filhos de Israel, 7E as pôs sobre as ombreiras do éfode por pedras de memória para os filhos de Israel, como o SENHOR ordenara a Moisés. 8Fez também o peitoral de obra de artífice, como a obra do éfode, de ouro, de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido. 9Quadrado era; dobrado fizeram o peitoral: o seu comprimento era de um palmo, e a sua largura de um palmo dobrado. 10E engastaram nele quatro ordens de pedras: uma ordem de uma sárdia, de um topázio, e de um carbúnculo; esta é a primeira ordem: 11E a segunda ordem de uma esmeralda, de uma safira e de um diamante: 12E a terceira ordem de um jacinto, de uma ágata, e de uma ametista: 13E a quarta ordem de uma turquesa, e de uma sardônica, e de um jaspe, engastadas nos seus engastes de ouro. 14Estas pedras pois eram segundo os nomes dos filhos de Israel, doze segundo os seus nomes; de gravura de selo, cada um com o seu nome, segundo as doze tribos. 15Também fizeram para o peitoral cadeiazinhas de igual medida, obra de trança, de ouro puro. 16E fizeram dois engastes de ouro e duas argolas de ouro; e puseram as duas argolas nas duas extremidades do peitoral. 17E puseram as duas cadeiazinhas de trança de ouro nas duas argolas, nas duas extremidades do peitoral. 18E as outras duas pontas das duas cadeiazinhas de trança puseram nos dois engastes: e as puseram sobre as ombreiras do éfode, defronte dele. 19Fizeram também duas argolas de ouro, que puseram nas outras duas extremidades do peitoral, na sua borda que estava junto ao éfode por dentro. 20Fizeram mais duas argolas de ouro, que puseram nas duas ombreiras do éfode, debaixo, defronte dele, defronte da sua juntura, sobre o cinto de artifício do éfode. 21E ligaram o peitoral com as suas argolas às argolas do éfode com um cordão de azul, para que estivesse sobre o cinto de artifício do éfode, e o peitoral não se apartasse do éfode, como o SENHOR ordenara a Moisés. 22E fez o manto do éfode de obra torcida, todo de azul. 23E o colar do manto estava no meio dele, como colar de saia de malha: este colar tinha uma borda em volta, para que se não rompesse. 24E nas bordas do manto fizeram romãs de azul, e de púrpura, e de carmesim, a fio torcido. 25Fizeram também as campainhas de ouro puro, pondo as campainhas no meio das romãs nas bordas da capa, em roda, entre as romãs: 26Uma campainha e uma romã, outra campainha e outra romã, nas bordas do manto à roda: para ministrar, como o SENHOR ordenara a Moisés. 27Fizeram também as túnicas de linho fino, de obra tecida, para Arão e para seus filhos, 28E a mitra de linho fino, e o ornato das tiaras de linho fino, e os calções de linho fino torcido, 29E o cinto de linho fino torcido, e de azul, e de púrpura, e de carmesim, de obra de bordador, como o SENHOR ordenara a Moisés. 30Fizeram também a folha da coroa de santidade de ouro puro, e nela escreveram o escrito como de gravura de selo: Santidade ao SENHOR. 31E ataram-no com um cordão de azul, para a atar à mitra em cima, como o SENHOR ordenara a Moisés. 32Assim se acabou toda a obra do tabernáculo da tenda da congregação; e os filhos de Israel fizeram conforme a tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés; assim o fizeram. 33Depois trouxeram a Moisés o tabernáculo, a tenda e todos os seus vasos; os seus colchetes, as suas tábuas, os seus varais, e as suas colunas, e as suas bases; 34E a coberta de peles de carneiro tintas de vermelho, e a coberta de peles de teixugos, e o véu da coberta; 35A arca do testemunho, e os seus varais, e o propiciatório: 36A mesa com todos os seus vasos, e os pães da proposição; 37O castiçal puro com suas lâmpadas, as lâmpadas da ordenança, e todos os seus vasos, e o azeite para a luminária; 38Também o altar de ouro, e o azeite da unção, e o incenso aromático, e a coberta da porta da tenda; 39O altar de cobre, e o seu crivo de cobre, os seus varais, e todos os seus vasos, a pia, e a sua base; 40As cortinas do pátio, as suas colunas, e as suas bases, e a coberta da porta do pátio, as suas cordas, e os seus pregos, e todos os vasos do serviço do tabernáculo, para a tenda da congregação; 41Os vestidos do ministério para ministrar no santuário; os santos vestidos de Arão o sacerdote, e os vestidos dos seus filhos, para administrarem o sacerdócio. 42Conforme a tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel toda a obra. 43Viu pois Moisés toda a obra, e eis que a tinham feito; como o SENHOR ordenara, assim a fizeram: então Moisés os abençoou.
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João 18

1Tendo Jesus dito estas coisas, saiu com os seus discípulos para além do ribeiro de Cedrom, onde havia um horto, no qual ele entrou e seus discípulos. 2E Judas, que o traía, também conhecia aquele lugar, porque Jesus muitas vezes se ajuntava ali com os seus discípulos. 3Tendo pois Judas tomado uma companhia de soldados e alguns criados dos principais dos sacerdotes e fariseus, veio para ali com lanternas, e archotes e armas. 4Sabendo pois Jesus todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se, e disse-lhes: A quem buscais? 5Responderam-lhe: A Jesus Nazareno. Disse-lhes Jesus: Sou eu. E Judas, que o traía, estava também com eles. 6Quando pois lhes disse: Sou eu, recuaram, e caíram por terra. 7Tornou-lhes pois a perguntar: A quem buscais? E eles disseram: A Jesus Nazareno. 8Jesus respondeu: Já vos disse que sou eu: se pois me buscais a mim, deixai ir estes. 9Para que se cumprisse a palavra que tinha dito: Dos que me deste nenhum deles perdi. 10Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, e cortou-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco. 11Porém Jesus disse a Pedro: Mete a tua espada na bainha; não beberei eu o cálice que o Pai me deu? 12Então a coorte, e o tribuno, e os servos dos judeus prenderam a Jesus e o manietaram. 13E conduziram-no primeiramente a Anás, por ser sogro de Caifás, o qual era o sumo sacerdote daquele ano. 14Ora, Caifás era quem tinha aconselhado aos judeus que convinha que um homem morresse pelo povo. 15E Simão Pedro e outro discípulo seguiam a Jesus. E este discípulo era conhecido do sumo sacerdote, e entrou com Jesus na sala do sumo sacerdote. 16E Pedro estava fora, à porta. Saiu então o outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, e falou à porteira, e levou a Pedro para dentro. 17Então a porteira disse a Pedro: Não és tu também dos discípulos deste homem? Disse ele: Não sou. 18Ora estavam ali os servos e os criados, que tinham feito brasas, e se aquentavam, porquanto fazia frio; e com eles estava Pedro, aquentando-se também. 19E o sumo sacerdote interrogou Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina. 20Jesus lhe respondeu: Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no templo onde todos os judeus se ajuntam, e nada disse em oculto; 21Para que me perguntas a mim? pergunta aos que ouviram o que é que lhes tenho falado: eis que eles sabem o que eu lhes tenho dito. 22E, tendo ele dito isto, um dos criados que ali estavam deu uma bofetada em Jesus, dizendo: Assim respondes ao sumo sacerdote? 23Respondeu-lhe Jesus: Se falei mal, dá testemunho do mal; e, se bem, por que me feres? 24E Anás mandou-o, manietado, ao sumo sacerdote Caifás. 25E Simão Pedro estava ali, e aquentava-se. Disseram-lhe pois: Não és também tu dos seus discípulos? Ele negou, e disse: Não sou. 26E um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse: Não te vi eu no horto com ele? 27E Pedro negou outra vez, e logo o galo cantou. 28Depois levaram Jesus da casa de Caifás para a audiência. E era pela manhã. E não entraram na audiência, para não se contaminarem, mas poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos saiu fora e disse-lhes: Que acusação trazeis contra este homem? 30Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não to entregaríamos. 31Disse-lhes pois Pilatos: Levai-o vós, e julgai-o segundo a vossa lei. Disseram-lhe pois os judeus: A nós não nos é lícito matar alguém. 32(Para que se cumprisse a palavra que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer.) 33Tornou pois a entrar Pilatos na audiência, e chamou a Jesus, e disse-lhe: Tu és o rei dos judeus? 34Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou disseram-to outros de mim? 35Pilatos respondeu: Porventura sou eu judeu? a tua nação e os principais dos sacerdotes entregaram-te a mim: que fizeste? 36Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo: se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus: porém agora o meu reino não é daqui. 37Disse-lhe pois Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, para dar testemunho à verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. 38Disse-lhe Pilatos: Que é a verdade? E, dizendo isto, tornou a sair para os judeus, e disse-lhes: Não acho nele crime algum; 39Mas vós tendes por costume que eu vos solte um pela páscoa. Quereis pois que vos solte o Rei dos Judeus? 40Então todos tornaram a clamar, dizendo: Este não, mas Barrabás. E Barrabás era um salteador.
Leitura 3 de 4 · Pessoal

Provérbios 15

1A resposta branda desvia o furor, mas a palavra de dor suscita a ira. 2A língua dos sábios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derrama a estultícia. 3Os olhos do SENHOR estão em todo o lugar, contemplando os maus e os bons. 4A medicina da língua é árvore de vida, mas a perversidade nela quebranta o espírito. 5O tolo despreza a correção de seu pai, mas o que observa a repreensão prudentemente se haverá. 6Na casa do justo há um grande tesouro, mas nos frutos do ímpio há perturbação. 7Os lábios dos sábios derramarão o conhecimento, mas o coração dos tolos não fará assim. 8O sacrifício dos ímpios é abominável ao SENHOR, mas a oração dos retos é o seu contentamento. 9O caminho do ímpio é abominável ao SENHOR, mas ao que segue a justiça amará. 10Correção molesta há para o que deixa a vereda, e o que aborrece a repreensão morrerá. 11O inferno e a perdição estão perante o SENHOR: quanto mais os corações dos filhos dos homens? 12Não ama o escarnecedor aquele que o repreende, nem se chegará aos sábios. 13O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate. 14O coração entendido buscará o conhecimento, mas a boca dos tolos se apascentará de estultícia. 15Todos os dias do oprimido são maus, mas o coração alegre é um banquete contínuo. 16Melhor é o pouco com o temor do SENHOR, do que um grande tesouro, onde há inquietação. 17Melhor é a comida de hortaliça, onde há amor, do que o boi cevado, e com ele o ódio. 18O homem iracundo suscita contendas, mas o longânimo apaziguará a luta. 19O caminho do preguiçoso é como a sebe de espinhos, mas a vereda dos retos está bem igualada. 20O filho sábio alegrará a seu pai, mas o homem insensato despreza a sua mãe. 21A estultícia é alegria para o que carece de entendimento, mas o homem entendido anda retamente. 22Os pensamentos se dissipam, quando não há conselho, mas com a multidão de conselheiros se confirmarão. 23O homem se alegra na resposta da sua boca, e a palavra a seu tempo quão boa é! 24Para o entendido, o caminho da vida vai para cima, para que se desvie do inferno de baixo. 25O SENHOR arrancará a casa dos soberbos, mas estabelecerá o termo da viúva. 26Abomináveis são ao SENHOR os pensamentos do mau, mas as palavras dos limpos são aprazíveis. 27O que exercita avareza perturba a sua casa, mas o que aborrece presentes viverá. 28O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos ímpios derrama em abundância coisas más. 29Longe está o SENHOR dos ímpios, mas escutará a oração dos justos. 30A luz dos olhos alegra o coração, a boa fama engorda os ossos. 31Os ouvidos que escutam a repreensão da vida no meio dos sábios farão a sua morada. 32O que rejeita a correção menospreza a sua alma, mas o que escuta a repreensão adquire entendimento. 33O temor do SENHOR é a correção da sabedoria, e diante da honra vai a humildade.
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Filipenses 2

1Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunicação de Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões, 2Cumpri o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa. 3Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. 4Não atente cada um para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros. 5De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, 6O qual, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, 7Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; 8E, achado em forma como homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. 9Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; 10Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, 11E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai. 12De sorte que, meus amados, assim como sempre obedecestes, não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência, assim também operai a vossa salvação com temor e tremor, 13Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade. 14Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; 15Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus, inculpáveis no meio de uma geração corrompida e perversa, no meio da qual resplandeceis como luminares no mundo. 16Retendo a palavra da vida, para que no dia de Cristo possa gloriar-me de não ter corrido nem trabalhado em vão. 17E, ainda que seja oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, folgo e me regozijo com todos vós. 18E vós também regozijai-vos e alegrai-vos comigo por isto mesmo. 19E espero no Senhor Jesus de em breve vos mandar Timóteo, para que também eu esteja de bom ânimo, sabendo os vossos negócios. 20Porque a ninguém tenho de tão igual ânimo, que sinceramente cuide dos vossos negócios. 21Porque todos buscam o que é seu, e não o que é de Cristo Jesus. 22Mas bem sabeis a sua experiência, que serviu comigo no evangelho, como filho ao pai. 23De sorte que espero enviar-vo-lo logo que tenha provido a meus negócios. 24Porém confio no Senhor, que também eu mesmo em breve irei ter convosco. 25Mas julguei necessário mandar-vos Epafrodito, meu irmão, e cooperador, e companheiro nos combates, e vosso enviado, e ministrador nas minhas necessidades. 26Porquanto tinha muitas saudades de vós todos, e estava muito angustiado de que tivésseis ouvido que ele estivera doente. 27E de fato esteve doente, e quase à morte; porém Deus se apiedou dele, e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza. 28Por isso vo-lo enviei mais depressa, para que, vendo-o outra vez, vos regozijeis, e eu tenha menos tristeza. 29Recebei-o pois no Senhor com todo o gozo, e tende em honra aos tais. 30Porque pela obra de Cristo chegou até bem próximo da morte, não fazendo caso da vida, para suprir para comigo a falta do vosso serviço.

O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.

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