Leitura 1 de 4 · Em família

Números 7

1E aconteceu que, no dia em que Moisés acabou de erguer o tabernáculo, ungiu-o e consagrou-o, juntamente com todos os seus utensílios, assim como o altar e todos os seus pertences, e os ungiu e os consagrou. 2E os príncipes de Israel, os cabeças das casas de seus pais, aqueles que eram príncipes das tribos e que haviam presidido o censo, ofereceram. 3E trouxeram a sua oferta perante o Senhor: seis carros cobertos e doze bois; cada dois príncipes ofereceram um carro, e um boi para cada carro, apresentando-os diante do tabernáculo. 4E o Senhor falou a Moisés, dizendo: 5Recebe-os e serão destinados para o serviço da tenda da congregação; e os darás aos levitas, a cada um conforme o seu serviço. 6Moisés, então, recebeu os carros e os bois e os deu aos levitas. 7Dois carros e quatro bois deu aos filhos de Gérson, segundo o seu serviço. 8E quatro carroças e oito bois foram entregues aos filhos de Merari, conforme seu serviço, sob a direção de Itamar, filho de Arão, o sacerdote. 9Mas aos filhos de Coat não deu nada, pois a seu cargo estava o santuário, que deveriam transportar nos ombros. 10No dia da consagração do altar, os príncipes ofereceram suas ofertas diante dele, quando foi ungido; de fato, apresentaram a sua oferta. 11E disse o Senhor a Moisés: Cada príncipe apresentará a sua oferta (cada um no seu dia) para a consagração do altar. 12No primeiro dia, Naassom, filho de Aminadabe, apresentou sua oferta pela tribo de Judá. 13E a sua oferta foi um prato de prata, com peso de cento e trinta siclos, e uma bacia de prata, com peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, como uma oferta de manjares. 14Uma taça de dez siclos de ouro, repleta de incenso; 15Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano, para holocausto; 16Um bode para a expiação do pecado; 17E, como sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; essa foi a oferta de Naassom, filho de Aminadabe. 18No segundo dia, Natanael, filho de Zuar, príncipe de Issacar, apresentou sua oferta. 19E pela sua oferta, apresentou um prato de prata, com peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata pesando setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos estavam cheios de flor de farinha amassada com azeite, para a oferta de manjares; 20Um recipiente de dez siclos de ouro, repleto de incenso; 21Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano para holocausto; 22Um bode para oferta de expiação do pecado; 23E para o sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Natanael, filho de Zuar. 24No terceiro dia, o príncipe dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom, apresentou-se. 25A sua oferta foi um prato de prata, pesando cento e trinta siclos, e uma bacia de prata, pesando setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para a oferta de manjares; 26Um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso; 27Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 28Um bode para a purificação do pecado; 29E para o sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliabe, filho de Helom. 30No quarto dia, apresentou-se o príncipe dos filhos de Rúben, Elizur, filho de Sedeur. 31A sua oferta foi um prato de prata, com peso de cento e trinta siclos, e uma bacia de prata, com peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, misturada com azeite, para a oferta de manjares; 32Um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso; 33Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 34Um bode para a oferta pelo pecado; 35E como sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elizur, filho de Sedeur. 36No quinto dia, chegou o príncipe dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai. 37A sua oferta foi um prato de prata, com peso de cento e trinta siclos, e uma bacia de prata, com peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para a oferta de manjares; 38Uma taça de dez siclos de ouro, repleta de incenso; 39Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 40Um bode para oferta de expiação pelo pecado; 41E, para o sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; essa foi a oferta de Selumiel, filho de Zurisadai. 42No sexto dia, chegou o príncipe dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel. 43A sua oferta foi um prato de prata, com o peso de cento e trinta siclos, e uma bacia de prata, com o peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos estavam cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares; 44Um recipiente de dez siclos de ouro, repleto de incenso; 45Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 46Um bode para oferta de expiação pelo pecado; 47E, para o sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliasafe, filho de Deuel. 48No sétimo dia, apresentou-se o príncipe dos filhos de Efraim, Elizur, filho de Sedeu. 49A sua oferta foi um prato de prata, com peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, com peso de setenta siclos, de acordo com o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para a oferta de manjares; 50Um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso; 51Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 52Um bode para oferta de expiação pelo pecado; 53E, para o sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elisama, filho de Amiúde. 54No oitavo dia, o príncipe dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur, apresentou a sua oferta. 55A sua oferta foi um prato de prata, pesando cento e trinta siclos, e uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o peso do santuário; ambos cheios de flor de farinha, misturada com azeite, para a oferta de manjares; 56Um recipiente de dez siclos de ouro, repleto de incenso; 57Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 58Um bode para a expiação do pecado; 59E, como sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Gamaliel, filho de Pedazur. 60No nono dia, o príncipe dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni, chegou. 61A sua oferta consistiu em um prato de prata, com peso de cento e trinta siclos, e uma bacia de prata, com peso de setenta siclos, conforme o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares; 62Um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso; 63Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano, para holocausto; 64Um bode para oferta de expiação do pecado; 65E como sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Abidã, filho de Gideoni. 66No décimo dia, chegou o príncipe dos filhos de Dã, Aiézer, filho de Amisadai. 67A sua oferta foi um prato de prata, com peso de cento e trinta siclos, e uma bacia de prata, com peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos estavam cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para a oferta de manjares; 68Uma taça de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 69Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano, para holocausto; 70Um bode para oferta de expiação do pecado; 71E, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aiezer, filho de Amisadai. 72No décimo primeiro dia, chegou o príncipe dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã. 73A sua oferta foi um prato de prata, com peso de cento e trinta siclos, e uma bacia de prata, pesando setenta siclos, conforme o siclo do santuário; ambos estavam cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares; 74Uma taça de dez siclos de ouro, repleta de incenso; 75Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 76Um bode para oferta de expiação do pecado; 77Para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; esta era a oferta de Pagiel, filho de Ocrã. 78No duodécimo dia, veio o príncipe dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã. 79A sua oferta foi um prato de prata, com peso de cento e trinta siclos, e uma bacia de prata, com peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares; 80Um recipiente de dez siclos de ouro, repleto de incenso; 81Um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 82Um bode para oferta de expiação do pecado; 83E, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aira, filho de Enã. 84Esta é a dádiva feita pelos príncipes de Israel para a consagração do altar, no dia em que foi ungido: doze pratos de prata, doze bacias de prata e doze recipientes de ouro. 85Cada prato de prata tinha o peso de cento e trinta siclos, e cada bacia, setenta. A soma total da prata dos utensílios chegou a dois mil e quatrocentos siclos, segundo o siclo do santuário. 86Doze recipientes de ouro cheios de incenso, cada um pesando dez siclos, segundo o siclo do santuário; o total de ouro dos recipientes era de cento e vinte siclos. 87Todos os bois para o holocausto foram doze novilhos; doze carneiros; doze cordeiros de um ano, com sua oferta de manjares; e doze bodes para oferta pelo pecado. 88E todos os bois para o sacrifício pacífico foram vinte e quatro novilhos; sessenta carneiros, sessenta bodes e sessenta cordeiros de um ano; esta é a oferta para a consagração do altar, após ter sido ungido. 89Quando Moisés entrava na tenda da congregação para falar com o SENHOR, ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que está sobre a arca do Testemunho, entre os dois querubins; assim falava com Moisés.
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Salmo 40-41 (cap. 40)

1Esperei confiantemente pelo Senhor; ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor. 2Ele me tirou de um poço de perdição, de um lamaçal; colocou meus pés sobre uma rocha e firmou meus passos. 3E colocou um novo cântico nos meus lábios, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos o verão, temerão e confiarão no SENHOR. 4Bem-aventurado é o homem que confia no Senhor e não se volta para os arrogantes, nem para os que se entregam à mentira. 5Numerosas são, Senhor meu Deus, as maravilhas que tens realizado e também os teus desígnios para conosco; não há quem possa igualar-se a ti. Se eu quisesse anunciá-los e falar deles, seriam mais do que se podem contar. 6Sacrifício e oferta não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocausto e oferta pelo pecado não exigiste. 7Então, eu disse: Eis-me aqui; no rolo do livro está escrito a meu respeito; 8Agradável é para mim fazer a tua vontade, ó Deus meu; de fato, a tua lei habita no meu coração. 9Proclamei as boas-novas da justiça na grande assembleia; não reprimi os meus lábios, Senhor, tu o sabes. 10Não ocultei no coração a tua justiça; declarei a tua fidelidade e a tua salvação; não escondi da grande assembleia a tua graça e a tua verdade. 11Não afastes de mim, Senhor, as tuas misericórdias; que a tua graça e a tua verdade me protejam sempre. 12Porque males sem conta me cercam; minhas iniquidades me alcançaram de tal forma que não consigo levantar a vista; são mais numerosas do que os cabelos da minha cabeça; por isso meu coração desfalece. 13Senhor, apressa-te em me livrar; apressa-te, ó Senhor, em meu socorro! 14Sejam envergonhados e confundidos os que buscam a minha vida para destruí-la; retrocedam e sejam cobertos de humilhação os que se alegram com o meu mal. 15Desolados sejam, em resposta à sua ignomínia os que me dizem: "Bem-feito! Bem-feito!" 16Alegrem-se e rejubilem-se em ti todos os que te buscam; os que amam a tua salvação digam sempre: Seja magnificado o Senhor! 17Mas eu sou pobre e necessitado; entretanto, o Senhor cuida de mim. Tu és o meu amparo e o meu libertador; não te detenhas, ó Deus meu!
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Salmo 40-41 (cap. 41)

1Bem-aventurado é aquele que assiste o necessitado; o Senhor o livrará no dia do mal. 2O Senhor o protegerá, preservará sua vida e o fará feliz na terra; não o entregará à vontade de seus inimigos. 3O Senhor o sustenta no leito da enfermidade; na doença, tu lhe confortarás a cama. 4Disse eu: Senhor, compadece-te de mim; sara a minha alma, pois pequei contra ti. 5Meus inimigos falam mal de mim, questionando: Quando ele morrerá e seu nome será esquecido? 6E, se algum deles vem me visitar, diz palavras vãs; em seu coração acumula malícias; ao sair, é disso que fala. 7Todos os que me odeiam rosnam contra mim, conspirando e tramando males, dizendo: 8Uma enfermidade maligna o acometeu; e agora que está deitado não se levantará mais. 9Até o meu próprio amigo íntimo, em quem muito confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o calcanhar. 10Mas Tu, Senhor, compadece-te de mim e levanta-me, para que eu lhes retribua conforme merecem. 11Por isso sei que te agradas de mim: que meu inimigo não triunfará contra mim. 12Quanto a mim, tu me sustentas na minha integridade e me colocas na tua presença para sempre. 13Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, da eternidade para a eternidade! Amém e amém!
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Cânticos 5

1Já entrei no meu jardim, minha irmã, noiva minha; colhi a minha mirra com as especiarias, comi o meu favo com o mel, bebi o meu vinho com o leite. Comam amigos; bebam fartamente, ó amados. 2Estou dormindo, mas meu coração está vigilante; eis a voz do meu amado batendo: “Abre-me, minha irmã, querida minha, pomba minha, imaculada, pois a minha cabeça está cheia de orvalho e os meus cabelos, das gotas da noite.” 3Despi minhas vestes, como poderei vesti-las outra vez? Já lavei meus pés, como poderei sujá-los novamente? 4O meu amado introduziu a mão por uma fresta, e o meu coração se comoveu de amor por ele. 5Levantei-me para abrir ao meu amado; as minhas mãos destilavam mirra, e meus dedos gotejavam mirra preciosa sobre a maçaneta do ferrolho. 6Abri ao meu amado, mas ele já se retirara e tinha ido embora; a minha alma se derreteu quando ele me falou. Busquei-o, mas não o encontrei; chamei-o, e ele não me respondeu. 7Encontraram-me os guardas que rondavam pela cidade; espancaram-me e feriram-me; tiraram-me o meu manto os guardas das muralhas. 8Conjuro a vocês, filhas de Jerusalém, se encontrarem o meu amado, digam-lhe que estou consumido de amor. 9Que é o teu amado que o faz superior a outros amados, ó tu, a mais formosa entre as mulheres? O que tem o teu amado que tanto nos conjuras? 10Meu amado é brilhante e avermelhado; ele se sobressai entre dez mil. 11A sua cabeça é como o ouro mais puro; os seus cabelos, cachos de palmeira, são negros como o corvo. 12Os seus olhos são como os das pombas junto às correntes das águas, lavados em leite, adornados em engaste. 13As suas faces são como um canteiro de bálsamo, como colinas de ervas aromáticas; os seus lábios são como lírios que gotejam mirra preciosa. 14As mãos dele são como cilindros de ouro, embutidos de jacintos; o ventre dele é como alvo de marfim, coberto de safiras. 15As suas pernas são como colunas de mármore, sustentadas em bases de ouro puro; a sua aparência é semelhante à do Líbano, esbelta como os cedros. 16O seu falar é muitíssimo suave, e todo ele é totalmente desejável. Assim é meu amado, assim é meu esposo, ó filhas de Jerusalém.
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Hebreus 5

1Porque todo sumo sacerdote, escolhido entre os homens, é nomeado nas coisas que dizem respeito a Deus, em favor dos homens, para oferecer tanto dádivas como sacrifícios pelos pecados; 2Ele é capaz de ter compaixão pelos ignorantes e pelos que erram, pois também Ele mesmo está cercado de fraquezas. 3Por isso, deve oferecer sacrifícios pelos pecados, tanto do povo quanto de si mesmo. 4E ninguém toma essa honra para si a não ser aquele que é chamado por Deus, como ocorreu com Arão. 5Assim também Cristo a si mesmo não se glorificou para se tornar sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: "Tu és meu Filho, eu hoje te gerei." 6Como também é dito em outro lugar: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. 7Durante os dias de sua vida na terra, Jesus, oferecendo com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas àquele que podia livrá-lo da morte, foi ouvido por causa de sua piedade. 8Embora sendo Filho, aprendeu a obediência por meio das dificuldades que enfrentou. 9E, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem, 10Nomeado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque. 11Sobre isso, temos muitas coisas a dizer, mas são difíceis de expor, porquanto vocês se tornaram tardios em ouvir. 12Como já deveriam ser mestres, considerando o tempo que passou, ainda necessitam de alguém que os ensine novamente sobre os princípios elementares das palavras de Deus; assim, tornaram-se como se precisassem de leite, e não de alimento sólido. 13Pois todo aquele que ainda se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. 14Mas o alimento sólido é para os maduros que, pela prática, têm suas faculdades exercitadas para discernir não apenas o bem, mas também o mal.

O plano M'Cheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

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