Leitura 1 de 4 · Em família
2 Crônicas 35
1Então Josias celebrou a páscoa ao SENHOR em Jerusalém: e mataram o cordeiro da páscoa no décimo quarto dia do mês primeiro. 2E estabeleceu os sacerdotes nas suas guardas, e os animou ao ministério da casa do SENHOR. 3E disse aos levitas que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao SENHOR: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Salomão, filho de Davi, rei de Israel; não tereis mais este cargo aos ombros: agora servi ao SENHOR vosso Deus, e ao seu povo Israel. 4E preparai-vos segundo as casas de vossos pais, segundo as vossas turmas, conforme à prescrição de Davi rei de Israel, e conforme à prescrição de Salomão, seu filho. 5E estai no santuário segundo as divisões das casas paternas de vossos irmãos, os filhos do povo; e haja para cada um uma porção das casas paternas dos levitas. 6E sacrificai a páscoa: e santificai-vos, e preparai-a para vossos irmãos, fazendo conforme à palavra do SENHOR, dada pela mão de Moisés. 7E apresentou Josias, aos filhos do povo, cordeiros e cabritos do rebanho, todos para os sacrifícios da páscoa, por todo o que ali se achou, em número de trinta mil, e de bois três mil: isto era da fazenda do rei. 8Também apresentaram os seus príncipes ofertas voluntárias ao povo, aos sacerdotes e aos levitas: Hilquias, e Zacarias, e Jeiel, maioral da casa de Deus, deram aos sacerdotes para os sacrifícios da páscoa duas mil e seiscentas reses de gado miúdo, e trezentos bois. 9E Conanias, e Semaías, e Natanael, seus irmãos, como também Hasabias, e Jeiel, e Jozabade, maiorais dos levitas, apresentaram aos levitas, para os sacrifícios da páscoa, cinco mil reses de gado miúdo, e quinhentos bois. 10Assim se preparou o serviço: e puseram-se os sacerdotes nos seus postos, e os levitas nas suas turmas, conforme ao mandado do rei. 11Então sacrificaram a páscoa: e os sacerdotes espargiam o sangue recebido das suas mãos, e os levitas esfolavam as reses. 12E puseram de parte os holocaustos para os darem aos filhos do povo, segundo as divisões das casas paternas, para o oferecerem ao SENHOR, como está escrito no livro de Moisés: e assim fizeram com os bois. 13E assaram a páscoa no fogo, segundo o rito: e as ofertas sagradas cozeram em panelas, e em caldeiras e em sertãs; e prontamente as repartiram entre todo o povo. 14Depois prepararam para si e para os sacerdotes; porque os sacerdotes, filhos de Arão, se ocuparam até à noite com o sacrifício dos holocaustos e da gordura; pelo que os levitas prepararam para si e para os sacerdotes, filhos de Arão. 15E os cantores, filhos de Asafe, estavam no seu posto, segundo o mandado de Davi, e de Asafe, e de Hemã, e de Jedutum, vidente do rei, como também os porteiros a cada porta; não necessitaram de se desviarem do seu ministério; porquanto seus irmãos, os levitas, preparavam para eles. 16Assim se estabeleceu todo o serviço do SENHOR naquele dia, para celebrar a páscoa, e sacrificar holocaustos sobre o altar do SENHOR, segundo o mandado do rei Josias. 17E os filhos de Israel que ali se acharam celebraram a páscoa naquele tempo, e a festa dos pães asmos, sete dias. 18Nunca pois se celebrou tal páscoa em Israel, desde os dias do profeta Samuel: nem nenhuns reis de Israel celebraram tal páscoa como a que celebrou Josias com os sacerdotes, e levitas, e todo o Judá e Israel, que ali se acharam, e os habitantes de Jerusalém. 19No ano décimo oitavo do reinado de Josias se celebrou esta páscoa. 20Depois de tudo isto, havendo Josias já preparado a casa, subiu Neco, rei do Egito, para guerrear contra Carquemis, junto ao Eufrates: e Josias lhe saiu ao encontro. 21Então ele lhe mandou mensageiros, dizendo: Que tenho eu que fazer contigo, rei de Judá? quanto a ti, contra ti não venho hoje, senão contra a casa que me faz guerra; e disse Deus que me apressasse: guarda-te de te opores a Deus, que é comigo, para que não te destrua. 22Porém Josias não virou dele o seu rosto, antes se disfarçou, para pelejar com ele; e não deu ouvidos às palavras de Neco, que saíram da boca de Deus; antes veio pelejar no vale de Megido. 23E os frecheiros atiraram ao rei Josias: então o rei disse a seus servos: Tirai-me daqui, porque estou gravemente ferido. 24E seus servos o tiraram do carro, e o levaram no carro segundo que tinha, e o trouxeram a Jerusalém; e morreu, e o sepultaram nos sepulcros de seus pais: e todo o Judá e Jerusalém tomaram luto por Josias. 25E Jeremias fez uma lamentação sobre Josias; e todos os cantores e cantoras falaram de Josias nas suas lamentações, até ao dia de hoje; porque as deram por estatuto em Israel; e eis que estão escritas nas lamentações. 26Quanto ao mais dos sucessos de Josias, e as suas beneficências, conforme está escrito na lei do SENHOR, 27E os seus sucessos, tanto os primeiros como os últimos, eis que estão escritos no livro dos reis de Israel e de Judá.
Leitura 2 de 4 · Em família
Apocalipse 21
1E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e já não havia mar. 2E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como a esposa ataviada para o seu marido. 3E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, e com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. 4E Deus alimpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. 5E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve: porque estas palavras são verdadeiras e fiéis. 6E disse-me: Está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida. 7Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho, 8Mas quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte. 9E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro. 10E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu. 11E tinha a glória de Deus; e a sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente. 12E tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos de Israel. 13Da banda do levante tinha três portas, da banda do norte três portas, da banda do sul três portas, da banda do poente três portas. 14E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. 15E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro, para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro. 16E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto quanto a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios: e o seu comprimento, largura e altura eram iguais. 17E mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, medida de homem, que era a do anjo. 18E a fabrica do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. 19E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda; 20O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista. 21E as doze portas eram doze pérolas: cada uma das portas era uma pérola, e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente. 22E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro. 23E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. 24E as nações que se salvarem andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra. 25E as suas portas não se fecharão de dia, porque ali não haverá noite. 26E a ela trarão a glória e honra das nações. 27E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira, mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.
Leitura 3 de 4 · Pessoal
Malaquias 3
1Eis que eu envio o meu anjo, que aparelhará o caminho diante de mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, e o anjo do concerto, a quem vós desejais; eis aqui que vem, diz o SENHOR dos Exércitos. 2Mas quem suportará o dia da sua vinda? e quem subsistirá, quando ele aparecer? porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros. 3E assentar-se-á, afinando e purificando a prata; e purgará os filhos de Levi, e os afinará como ouro e como prata: então ao SENHOR trarão oferta em justiça. 4E a oferta de Judá e de Jerusalém será suave ao SENHOR, como nos dias antigos, e como nos primeiros. 5E chegar-me-ei a vós para juízo, e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam o jornaleiro em seu jornal, e a viúva, e o órfão, que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o SENHOR dos Exércitos. 6Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos. 7Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos meus estatutos, e não os guardastes: tornai a mim, e eu tornarei a vós, diz o SENHOR dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar? 8Roubará o homem a Deus? porque vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? nos dízimos e nas ofertas alçadas. 9Com maldição sois malditos, porque me roubais a mim, sim, toda a nação. 10Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu então não vos abrirei as janelas do céu, e não vazarei sobre vós uma bênção até que não caiba mais. 11E por causa de vós repreenderei o devorador, para que não vos corrompa o fruto da terra; e a vide no campo vos não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos. 12E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o SENHOR dos Exércitos. 13As vossas palavras prevaleceram contra mim, diz o SENHOR; mas vós dizeis: Que temos falado contra ti? 14Vós dizeis: Debalde é servir a Deus: que nos aproveita termos guardado os seus preceitos, e andarmos vestidos de preto diante do SENHOR dos Exércitos? 15Ora pois, nós reputamos por bem-aventurados os soberbos: também os que obram impiedade se edificam; também tentam ao Senhor, e escapam. 16Então aqueles que temem ao SENHOR falam cada um com o seu companheiro; e o SENHOR atenta e ouve; e há um memorial escrito diante dele, para os que temem o SENHOR, e para os que se lembram do seu nome. 17E eles serão meus, diz o SENHOR dos Exércitos, naquele dia que farei me serão propriedade; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho, que o serve. 18Então tornareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.
Leitura 4 de 4 · Pessoal
João 20
1E no primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra já tirada do sepulcro. 2Correu pois, e foi a Simão Pedro, e ao outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram. 3Então Pedro saiu com o outro discípulo, e foram ao sepulcro. 4E estes dois corriam juntos, porém o outro discípulo correu mais apressadamente do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro. 5E abaixando-se, viu postos os lençóis; todavia não entrou. 6Chegou pois Simão Pedro, que o seguia, e entrou no sepulcro, e viu postos os lençóis, 7E que o lenço, que tinha sido posto sobre a sua cabeça, não estava com os lençóis, mas enrolado num lugar à parte. 8Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. 9Porque ainda não sabiam a Escritura: que era necessário que ressuscitasse dos mortos. 10Tornaram pois os discípulos para casa. 11E Maria estava chorando fora, junto ao sepulcro. Estando ela pois chorando, abaixou-se para o sepulcro. 12E viu dois anjos vestidos de branco, assentados onde jazera o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. 13E disseram-lhe eles: Mulher, por que choras? Ela lhes disse: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram. 14E, tendo dito isto, voltou-se para trás, e viu Jesus em pé, porém não sabia que era Jesus. 15Disse-lhe Jesus: Mulher, por que choras? Quem buscas? Ela, cuidando que era o hortelão, disse-lhe: Senhor, se tu o levaste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei. 16Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, disse-lhe: Raboni (que quer dizer, Mestre). 17Disse-lhe Jesus: Não me toques, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, e para meu Deus e vosso Deus. 18Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos que vira o Senhor, e que ele lhe dissera estas coisas. 19Chegada pois a tarde de aquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz convosco. 20E, dizendo isto, mostrou-lhes as suas mãos e o lado. De sorte que os discípulos se alegraram vendo o Senhor. 21Disse-lhes pois Jesus outra vez: Paz convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. 22E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo: 23Àqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados: e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos. 24Ora Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando Jesus chegou. 25Disseram-lhe pois os outros discípulos: Vimos o Senhor. Porém ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos e não meter o dedo no lugar dos cravos, e não meter a minha mão no seu lado, em maneira nenhuma o crerei. 26E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz convosco. 27Depois disse a Tomé: Chega aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente. 28Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu! 29Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram, e creram. 30Jesus pois operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. 31Porém estes foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.
O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.
Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.
Em família
2 Crônicas 35 · Apocalipse 21
Pessoais
Malaquias 3 · João 20