Mc'Cheyne
30 de Dezembro
Leitura 1 de 4 · Em família

2 Crônicas 35

1Então, Josias celebrou a Páscoa ao Senhor em Jerusalém; e mataram o cordeiro da Páscoa no décimo quarto dia do primeiro mês. 2E estabeleceu os sacerdotes em suas funções e os animou a servirem no ministério da Casa do Senhor. 3E disse aos levitas que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao SENHOR: Coloquem a arca sagrada na casa que Salomão, filho de Davi, rei de Israel, edificou; não carreguem mais este fardo sobre os ombros. Agora, sirvam ao SENHOR, seu Deus, e ao seu povo de Israel. 4E preparem-se de acordo com as famílias de seus pais, segundo seus turnos, conforme a determinação de Davi, rei de Israel, e a de Salomão, seu filho. 5E sirvam no santuário de acordo com as divisões das casas paternas de seus irmãos, os filhos do povo; e que haja para cada grupo uma porção das casas paternas dos levitas. 6Sacrifiquem o cordeiro da Páscoa e santifiquem-se preparando-o para seus irmãos, conforme a palavra do Senhor, dada por intermédio de Moisés. 7Josias ofereceu ao povo cordeiros e cabritos do rebanho, todos para os sacrifícios da Páscoa, totalizando trinta mil, além de três mil bois; tudo isso pertencia à fazenda do rei. 8Também ofereceram os seus príncipes ofertas voluntárias ao povo, aos sacerdotes e aos levitas; Hilquias, Zacarias e Jeiel, chefes da casa de Deus, deram aos sacerdotes, para os sacrifícios da Páscoa, dois mil e seiscentos cordeiros e cabritos e trezentos bois. 9E Conanias, Semaías e Natanael, seus irmãos, assim como Hasabias, Jeiel e Jozabade, chefes dos levitas, apresentaram aos levitas, para os sacrifícios da Páscoa, cinco mil cordeiros e quinhentos bois. 10Assim, o serviço foi organizado, e os sacerdotes se posicionaram em seus lugares, assim como os levitas, conforme seus turnos, de acordo com o mandado do rei. 11Imolaram a Páscoa, e os sacerdotes aspergiam o sangue que recebiam das mãos dos levitas que esfolavam os animais. 12E separaram o que era destinado aos holocaustos e o deram ao povo, conforme as divisões das casas paternas, para que estes o oferecessem ao Senhor, como está escrito no Livro de Moisés; e assim procederam com os bois. 13E assaram o cordeiro da Páscoa no fogo, conforme o rito; as ofertas sagradas cozinharam em panelas, caldeirões e assadeiras; e logo as repartiram entre todo o povo. 14E assim prepararam para si e para os sacerdotes, pois os sacerdotes, filhos de Arão, se ocuparam até à noite com o sacrifício dos holocaustos e da gordura; por isso, os levitas prepararam para si e para os sacerdotes, filhos de Arão. 15E os cantores, filhos de Asafe, estavam em seus lugares, conforme o mandado de Davi, de Asafe, de Hemã e de Jedutum, vidente do rei, assim como os porteiros em cada porta; não precisaram se desviar de seu ministério, pois seus irmãos, os levitas, providenciavam o que era necessário para eles. 16Assim, todo o serviço do Senhor foi estabelecido naquele dia para celebrar a Páscoa e oferecer holocaustos sobre o altar do Senhor, conforme a determinação do rei Josias. 17E os filhos de Israel que estavam presentes celebraram a Páscoa naquele tempo e a festa dos pães ázimos por sete dias. 18Nunca se celebrou uma Páscoa como esta em Israel desde os dias do profeta Samuel; e nenhum dos reis de Israel celebrou uma Páscoa igual à que celebrou Josias, com os sacerdotes e levitas, e todo o Judá e Israel que se acharam ali, juntamente com os habitantes de Jerusalém. 19No décimo oitavo ano do reinado de Josias, celebrou-se esta Páscoa. 20Depois de tudo isso, após Josias ter restaurado o templo, Neco, rei do Egito, subiu para guerrear contra Carquemis, à beira do Eufrates, e Josias saiu ao seu encontro. 21Então, ele enviou mensageiros, dizendo: O que tenho eu contigo, rei de Judá? Não vim contra ti hoje, mas contra a casa que me faz guerra; Deus me ordenou que me apressasse. Guarda-te de te opores a Deus, que está comigo, para que não te destrua. 22Mas Josias não se afastou dele; antes, se disfarçou para lutar contra ele e, desconsiderando as palavras que Neco lhe havia falado da parte de Deus, foi enfrentar a batalha no vale de Megido. 23E os arqueiros dispararam contra o rei Josias, e ele disse a seus servos: "Retirem-me daqui, pois estou gravemente ferido." 24E seus servos o removeram do carro, levaram-no para um segundo carro que tinham e o trouxeram a Jerusalém; ele morreu e o sepultaram nos sepulcros de seus pais. Todo Judá e Jerusalém prantearam por Josias. 25E Jeremias compôs uma lamentação sobre Josias, e todos os cantores e cantoras se têm referido a Josias em suas lamentações até os dias de hoje, pois se tornou uma prática em Israel; e estão registradas no Livro de Lamentações. 26Quanto às demais realizações de Josias e às suas obras de bondade, conforme está escrito na Lei do Senhor, 27E os seus feitos tanto os primeiros quanto os últimos estão escritos no Livro dos Reis de Israel e de Judá.
Leitura 2 de 4 · Em família

Apocalipse 21

1Vi um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram e o mar já não existe. 2E eu, João, vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, adornada como uma noiva para o seu esposo. 3E ouvi uma grande voz que vinha do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Ele habitará com eles, e eles serão o Seu povo. Deus mesmo estará com eles e será o Deus deles. 4E Deus enxugará de seus olhos toda lágrima; e a morte não existirá mais, nem haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas já passaram. 5E aquele que estava assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. 6Está tudo consumado: Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem estiver sedento, darei gratuitamente da fonte da água da vida. 7Quem vencer herdará estas coisas; eu serei seu Deus, e ele será meu filho. 8Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos imorais, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, ou seja, a segunda morte. 9E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo: Vem, eu te mostrarei a noiva, a esposa do Cordeiro. 10E me transportou em espírito a um grande e elevado monte e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus. 11Tinha a glória de Deus, e seu fulgor era semelhante a uma pedra preciosíssima, como uma pedra de jaspe cristalina. 12E havia uma grande e alta muralha, com doze portas, e, junto às portas, doze anjos, e, nomes inscritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel. 13Havia três portas a leste, três ao norte, três ao sul e três a oeste. 14E a muralha da cidade tinha doze fundamentos, e sobre estes os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. 15E aquele que falava comigo tinha em mãos uma vara de ouro para medir a cidade, suas portas e suas muralhas. 16A cidade era quadrangular, com o comprimento igual à largura. Ele mediu a cidade com a vara de medidas e tinha doze mil estádios; o comprimento, a largura e a altura eram iguais. 17E ele mediu a sua muralha, que tinha cento e quarenta e quatro côvados, medida de homem, ou seja, de anjo. 18E a estrutura da muralha era de jaspe; e a cidade era de ouro puro, semelhante a vidro límpido. 19Os fundamentos do muro da cidade estavam adornados com toda sorte de pedras preciosas. O primeiro fundamento era de jaspe; o segundo, de safira; o terceiro, de calcedônia; o quarto, de esmeralda; 20O quinto, de sardônio; o sexto, de sárdio; o sétimo, de crisólito; o oitavo, de berilo; o nono, de topázio; o décimo, de crisópraso; o undécimo, de jacinto; e o duodécimo, de ametista. 21As doze portas eram doze pérolas; cada uma dessas portas, de uma só pérola. E a praça da cidade era de ouro puro, como vidro transparente. 22E nela não vi templo, pois o seu templo é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro. 23E a cidade não necessita nem do sol, nem da lua, para iluminá-la, pois a glória de Deus a resplandece, e o Cordeiro é a sua lâmpada. 24E as nações andarão à sua luz; e os reis da terra trarão a ela a sua glória. 25E as suas portas nunca jamais se fecharão de dia, porque ali não haverá noite. 26E trarão a ela a glória e a honra dos povos. 27E nela não penetrará coisa alguma que a contamine, que pratique abominação ou mentira, mas unicamente aqueles cujos nomes estão escritos no Livro da Vida do Cordeiro.
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Malaquias 3

1Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; de repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem desejais; eis que ele vem, diz o Senhor dos Exércitos. 2Mas quem poderá suportar o dia da sua vinda? E quem poderá subsistir quando ele aparecer? Pois ele é como o fogo do ourives e como a potassa dos lavandeiros. 3E se assentará como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; então eles trarão ao SENHOR ofertas justas. 4E a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao Senhor, assim como nos dias antigos e como nos primeiros anos. 5E me aproximarei de vocês para juízo; serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, os adúlteros, os que juram falsamente, os que defraudam o salário do jornaleiro, que oprimem a viúva e o órfão, e torcem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o SENHOR dos Exércitos. 6Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso, vocês, ó filhos de Jacó, não serão consumidos. 7Desde os dias de seus pais, vocês se desviaram dos meus estatutos e não os obedeceram. Retornem para mim, e eu retornarei para vocês, diz o Senhor dos Exércitos; mas vocês perguntam: "Em que devemos retornar?" 8Pode um homem roubar a Deus? No entanto, vocês me roubam e perguntam: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. 9Com maldição sois amaldiçoados, porque me roubais, a nação toda. 10Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos: se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida. 11E por causa de vocês, repreenderei o devorador, para que o fruto da terra não seja consumido e a vide no campo não seja estéril, diz o Senhor dos Exércitos. 12E todas as nações os chamarão bem-aventurados, porque vocês serão uma terra deleitosa, diz o Senhor dos Exércitos. 13As suas palavras foram pesadas para mim, diz o Senhor; mas vocês perguntam: O que temos falado contra ti? 14Vocês dizem: É inútil servir a Deus; de que nos adianta ter cuidado em guardar os Seus preceitos e viver em luto diante do Senhor dos Exércitos? 15E assim, reputamos os orgulhosos como bem-aventurados; também os que cometem impiedade prosperam; sim, desafiam ao Senhor e permanecem impunes. 16Então, aqueles que temem ao Senhor falavam uns com os outros; o Senhor ouvia e prestava atenção; havia um memorial registrado diante dele em favor dos que temem ao Senhor e se recordam do seu nome. 17E eles serão para mim um tesouro especial, diz o Senhor dos Exércitos, no dia em que os farei propriedade minha; terei compaixão deles, como um homem tem compaixão de seu filho que o serve. 18Então, vocês voltarão a ver a diferença entre o justo e o ímpio, entre aquele que serve a Deus e aquele que não O serve.
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João 20

1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra estava revolvida. 2Ela correu e foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo, aquele a quem Jesus amava, e lhes disse: Tiraram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde o puseram. 3Então, Pedro saiu juntamente com o outro discípulo e ambos foram ao sepulcro. 4E os dois correram juntos, mas o outro discípulo correu mais velozmente do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro. 5E, inclinando-se, viu os lençóis de linho; contudo, não entrou. 6Chegou, então, Simão Pedro, que o seguia e entrou no sepulcro. Ele também viu os lençóis. 7E o pano que fora colocado sobre a cabeça de Jesus não estava com os lençóis, mas deixado em um lugar à parte. 8Então, entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu e creu. 9Pois ainda não compreendiam a Escritura, que era necessário que ele ressuscitasse dentre os mortos. 10Os discípulos, então, retornaram para casa. 11Maria, entretanto, permanecia chorando junto à entrada do sepulcro. Enquanto chorava, abaixou-se e olhou para dentro do sepulcro. 12E viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde o corpo de Jesus havia sido colocado, um à cabeceira e outro aos pés. 13Disseram-lhe: Mulher, por que você chora? Ela lhes respondeu: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram. 14E, ao dizer isso, virou-se para trás e viu Jesus de pé, mas não reconheceu que era Jesus. 15Disse-lhe Jesus: Mulher, por que você está chorando? A quem você procura? Ela, supondo que era o jardineiro, respondeu: Senhor, se você o levou, diga-me onde o colocou, e eu o levarei. 16Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, respondeu-lhe: Raboni (que significa Mestre)! 17Disse-lhe Jesus: Não me toque, porque ainda não subi ao meu Pai; mas vá ter com os meus irmãos e diga-lhes: Subo para o meu Pai e o vosso Pai, para o meu Deus e o vosso Deus. 18Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos: "Vi o Senhor!" E contava que Ele lhe dissera essas coisas. 19Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: Paz seja com vocês. 20E, dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos, então, se alegraram ao ver o Senhor. 21Disse-lhes, pois, Jesus de novo: Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu também os envio. 22E, após ter dito isso, soprou sobre eles e disse: Recebam o Espírito Santo. 23A quem vocês perdoarem os pecados, serão perdoados; a quem os retiverem, serão retidos. 24Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. 25Disseram-lhe, então, os outros discípulos: "Vimos o Senhor." Mas ele respondeu: "Se eu não vir nas mãos dele as marcas dos cravos, e não colocar meu dedo nos lugares dos cravos, e não colocar minha mão no seu lado, de modo algum acreditarei." 26Oito dias depois, os discípulos estavam novamente reunidos, e Tomé estava com eles. Jesus entrou, mesmo com as portas trancadas, e pôs-se no meio deles, dizendo: Paz seja com vocês. 27Depois disse a Tomé: Ponha aqui o seu dedo e veja as minhas mãos; aproxime também a sua mão e coloque-a no meu lado; não seja incrédulo, mas crente. 28Tomé respondeu e disse-lhe: Meu Senhor e meu Deus! 29Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram. 30Jesus realmente fez, na presença de seus discípulos, muitos outros sinais que não estão registrados neste livro. 31Estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, ao crerem, tenham vida em seu nome.

O plano M'Cheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Em família
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Pessoais
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