Leitura 1 de 4 · Em família

Juízes 18

1Naqueles dias não havia rei em Israel: e nos mesmos dias a tribo dos daneus buscava para si herança para habitar; porquanto até àquele dia entre as tribos de Israel lhe não havia caído em herança bastante sorte. 2E enviaram os filhos de Dã da sua tribo cinco homens dos seus confins, homens valorosos, de Zorá e de Estaol, a espiar e rastejar a terra; e lhes disseram: Ide, rastejai a terra. E vieram à montanha de Efraim, até à casa de Mica, e passaram ali a noite. 3E quando eles estavam junto da casa de Mica, conheceram a voz do mancebo, do levita; e chegaram-se para lá, e lhe disseram: Quem te trouxe aqui, que fazes aqui, e que é o que tens aqui? 4E ele lhes disse: Assim e assim me tem feito Mica; pois me tem alugado, e eu lhe sirvo de sacerdote. 5Então lhe disseram: Ora pergunta a Deus, para que possamos saber se prosperará o caminho que levamos. 6E disse-lhes o sacerdote: Ide em paz; o caminho que levardes está perante o SENHOR. 7Então foram-se aqueles cinco homens, e vieram a Laís; e viram que o povo que havia no meio dela estava seguro, conforme ao costume dos sidônios, quieto e confiado; nem havia possessor algum do reino que por causa alguma envergonhasse a alguém naquela terra: também estavam longe doa sidônios, e não tinham que fazer com ninguém. 8Então voltaram a seus irmãos, a Zorá e a Estaol: e seus irmãos lhes disseram: Que dizeis vós? 9E eles disseram: Levantai-vos, e subamos a eles; porque examinamos a terra, e eis que é muitíssimo boa; pois estareis tranquilos? não sejais preguiçosos em irdes para entrar a possuir esta terra. 10Quando lá chegardes, vereis a um povo confiado, e a terra é larga de extensão; porque Deus vo-la entregou na mão; lugar em que não há falta de coisa alguma que há na terra. 11Então partiram dali, da tribo dos daneus, de Zorá e de Estaol, seiscentos homens armados de armas de guerra. 12E subiram, e acamparam-se em Quiriate-Jearim, em Judá; pelo que chamaram a este lugar Maané-Dã, até ao dia de hoje; eis que está por detrás de Quiriate-Jearim. 13E dali passaram à montanha de Efraim; e vieram até à casa de Mica. 14Então responderam os cinco homens, que foram espiar a terra de Laís, e disseram a seus irmãos: Sabeis vós também que naquelas casas há um éfode, e terafins, e imagem de escultura e de fundição? vede pois agora o que haveis de fazer. 15Então foram-se para lá, e vieram à casa do mancebo, o levita, em casa de Mica, e o saudaram. 16E os seiscentos homens, que eram dos filhos de Dã, armados de suas armas de guerra, ficaram à entrada da porta. 17Porém subindo os cinco homens, que foram espiar a terra, entraram nela, e tomaram a imagem de escultura, o éfode, e os terafins, e a imagem de fundição, ficando o sacerdote em pé à entrada da porta, com os seiscentos homens que estavam armados com as armas de guerra. 18Entrando eles pois em casa de Mica, e tomando a imagem de escultura, e o éfode, e os terafins, e a imagem de fundição, disse-lhes o sacerdote: Que estais fazendo? 19E eles lhe disseram: Cala-te, põe a mão na boca, e vem conosco, e sê-nos por pai e sacerdote: é-te melhor que sejas sacerdote da casa de um só homem, do que ser sacerdote de uma tribo e de uma geração em Israel? 20Então alegrou-se o coração do sacerdote, e tomou o éfode, e os terafins, e a imagem de escultura: e entrou no meio do povo. 21Assim viraram, e partiram: e os meninos, e o gado, e a bagagem puseram diante de si. 22E, estando já longe da casa de Mica, os homens que estavam nas casas junto à casa de Mica, se convocaram, e alcançaram os filhos de Dã. 23E clamaram após dos filhos de Dã, os quais viraram os seus rostos, e disseram a Mica: Que tens, que assim te convocaste? 24Então ele disse: Os meus deuses, que eu fiz, me tomastes, juntamente com o sacerdote, e vos fostes; que mais me fica agora? Como pois me dizeis: Que é o que tens? 25Porém os filhos de Dã lhe disseram: Não nos faças ouvir a tua voz, para que porventura homens de ânimo amargoso não se lancem sobre vós, e tu percas a tua vida, e a vida dos da tua casa. 26Assim seguiram o seu caminho os filhos de Dã: e Mica, vendo que eram mais fortes do que ele, voltou, e tornou-se a sua casa. 27Eles pois tomaram o que Mica tinha feito, e o sacerdote que tivera, e vieram a Laís, a um povo quieto e confiado, e os feriram ao fio da espada, e queimaram a cidade a fogo. 28E ninguém houve que os livrasse, porquanto estavam longe de Sidom, e não tinham que fazer com ninguém, e a cidade estava no vale que está junto a Bete-Reobe: depois reedificaram a cidade e habitaram nela. 29E chamaram o nome da cidade Dã, conforme ao nome de Dã, seu pai, que nascera a Israel: sendo porém dantes o nome desta cidade Laís. 30E os filhos de Dã levantaram para si aquela imagem de escultura: e Jônatas, filho de Gérson, o filho de Manassés, ele e seus filhos foram sacerdotes da tribo dos daneus, até ao dia do cativeiro da terra. 31Assim pois a imagem de escultura que fizera Mica, estabeleceram entre si, todos os dias que a casa de Deus esteve em Siló.
Leitura 2 de 4 · Em família

Atos 22

1Varões irmãos e pais, ouvi agora a minha defesa perante vós. 2(E, quando ouviram falar-lhes em língua hebraica, maior silêncio guardaram.) E disse: 3Quanto a mim, sou varão judeu, nascido em Tarso de Cilícia, e nesta cidade criado aos pés de Gamaliel, instruído conforme a verdade da lei de nossos pais, zelador de Deus, como todos vós hoje sois. 4Que tenho perseguido este caminho até à morte, prendendo, e metendo em prisões, assim varões como mulheres. 5Como também o sumo sacerdote me é testemunha, e todo o conselho dos anciãos: dos quais ainda, levando cartas para os irmãos, fui a Damasco, para trazer manietados para Jerusalém aqueles que ali estivessem, para que fossem castigados. 6Porém aconteceu que, indo eu já de caminho, e chegando perto de Damasco, quase ao meio dia, de repente me rodeou uma grande luz do céu. 7E caí por terra, e ouvi uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? 8E eu respondi: Quem és, Senhor? E disse-me: Eu sou Jesus nazareno, a quem tu persegues. 9E os que estavam comigo viram em verdade a luz, e se atemorizaram muito; mas não ouviram a voz daquele que falava comigo. 10Então disse eu: Senhor, que farei? E o Senhor disse-me: Levanta-te, e vai a Damasco, e ali se te dirá tudo o que te é ordenado fazer. 11E, como eu não via, por causa do esplendor daquela luz, fui levado pela mão dos que estavam comigo, e cheguei a Damasco. 12E um certo Ananias, varão pio conforme a lei, que tinha bom testemunho de todos os judeus que ali moravam, 13Vindo ter comigo, e apresentando-se, disse-me: Saulo, irmão, recobra a vista. E naquela mesma hora o vi. 14E ele disse: O Deus de nossos pais de antemão te ordenou para que conheças a sua vontade, e vejas aquele Justo, e ouças a voz da sua boca. 15Porque lhe hás de ser testemunha para com todos os homens do que tens visto e ouvido. 16E agora por que te deténs? Levanta-te, e batiza-te, e lava os teus pecados, invocando o nome do Senhor. 17E aconteceu-me, tornando eu para Jerusalém, que, orando eu no templo, fui arrebatado para fora de mim. 18E vi o que me dizia: Dá-te pressa, e sai apressadamente de Jerusalém; porque não receberão o teu testemunho acerca de mim. 19E eu disse: Senhor, eles bem sabem que eu lançava na prisão e açoitava nas sinagogas os que criam em ti. 20E quando o sangue de Estêvão, tua testemunha, se derramava, também eu estava presente, e consentia na sua morte, e guardava os vestidos dos que o matavam. 21E disse-me: Vai, porque hei de enviar-te aos gentios de longe. 22E ouviram-no até esta palavra, e levantaram a voz, dizendo: Tira da terra um tal homem, porque não convém que viva. 23E, clamando eles, e lançando de si os vestidos, e deitando pó para o ar, 24O tribuno mandou que o levassem para a fortaleza, dizendo que o examinassem com açoites, para saber por que causa assim clamavam contra ele. 25E, quando o estavam atando com correias, disse Paulo ao centurião que ali estava: É-vos lícito açoitar um homem romano, sem ser condenado? 26E, ouvindo isto, o centurião foi, e anunciou ao tribuno, dizendo: Olha o que vais fazer, porque este homem é romano. 27E, vindo o tribuno, disse-lhe: Dize-me, és tu romano? E ele disse: Sim. 28E respondeu o tribuno: Eu com grande soma de dinheiro alcancei este direito de cidadão. Paulo disse: Mas eu sou-o de nascimento. 29De sorte que logo dele se apartaram os que o haviam de examinar; e até o tribuno teve temor, quando soube que era romano, porque o tinha ligado. 30E no dia seguinte, querendo saber ao certo a causa por que era acusado pelos judeus, soltou-o das prisões, e mandou vir os principais dos sacerdotes, e todo o seu conselho; e, trazendo Paulo, o apresentou diante deles.
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Jeremias 32

1A palavra que veio a Jeremias da parte do SENHOR, no ano décimo de Zedequias, rei de Judá; este ano foi o ano dezoito de Nabucodonosor. 2(Cercava, porém, então o exército do rei de Babilônia a Jerusalém; e Jeremias, o profeta, estava encerrado no pátio da guarda que estava na casa do rei de Judá; 3Porque Zedequias, rei de Judá, o tinha encerrado, dizendo: Porque profetizas tu, dizendo: Assim diz o SENHOR: Eis que entrego esta cidade na mão do rei de Babilônia, e ele a tomará; 4E Zedequias, rei de Judá, não escapará das mãos dos caldeus; mas certamente será entregue na mão do rei de Babilônia, e com ele falará boca a boca, e os seus olhos verão os dele; 5E levará Zedequias para Babilônia, e ali estará, até que eu visite, diz o SENHOR, e, ainda que pelejeis contra os caldeus, não ganhareis?) 6Disse pois Jeremias: Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: 7Eis que Hanameel, filho de Salum, teu tio, virá a ti, dizendo: Compra para ti a minha herdade que está em Anatote, pois tens o direito de resgate para comprá-la. 8Veio pois a mim Hanameel, filho de meu tio, segundo a palavra do SENHOR, ao pátio da guarda, e me disse: Compra agora a minha herdade que está em Anatote, que está na terra de Benjamim; porque tens o direito hereditário, e tens o resgate; compra-a para ti. Então entendi que isto era a palavra do SENHOR. 9Comprei pois a herdade de Hanameel, filho de meu tio, a qual está em Anatote; e pesei-lhe o dinheiro, dezessete siclos de prata. 10E subscrevi o auto, e selei-o, e o fiz testificar por testemunhas: e pesei-lhe o dinheiro numa balança. 11E tomei o auto da compra, tanto o selado, conforme o mandado e os estatutos, como o aberto. 12E dei o auto da compra a Baruque, filho de Nerias, filho de Maaseias, perante os olhos de Hanameel, filho de meu tio, e perante os olhos das testemunhas, que subscreveram o conhecimento da compra, e perante os olhos de todos os judeus que se assentavam no pátio da guarda. 13E dei ordem a Baruque, perante os olhos deles, dizendo: 14Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Toma estes autos, este auto de compra, tanto o selado, como o aberto, e mete-os num vaso de barro, para que se possam conservar muitos dias, 15Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Ainda se comprarão casas, e campos, e vinhas nesta terra. 16E depois que dei o auto da compra a Baruque, filho de Nerias, orei ao SENHOR, dizendo: 17Ah Senhor Jeová! eis que tu fizeste os céus e a terra com a tua grande potência, e com o teu braço estendido: não te é maravilhosa coisa alguma: 18Que usas de benignidade com milhares, e rendes a maldade dos pais no seio dos filhos depois deles: o grande, o poderoso Deus cujo nome é o SENHOR dos Exércitos: 19Grande em conselho, e magnífico em feito; porque os teus olhos estão abertos sobre todos os caminhos dos filhos dos homens, para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas obras: 20Que puseste sinais e maravilhas na terra do Egito até ao dia de hoje, tanto em Israel, como entre os outros homens, e te fizeste um nome, qual tu tens neste dia. 21E tiraste o teu povo Israel da terra do Egito, com sinais e com maravilhas, e com mão forte, e com braço estendido, e com grande espanto, 22E lhes deste esta terra, que juraste a seus pais que lhes havias de dar: terra que mana leite e mel. 23E entraram nela, e a possuíram, porém não obedeceram à tua voz, nem andaram na tua lei; tudo o que lhes mandaste que fizessem, eles não o fizeram; pelo que fizeste que lhes sucedesse todo este mal. 24Eis aqui os valados! já vieram contra a cidade para tomá-la, e a cidade está dada na mão dos caldeus, que pelejam contra ela, por causa da espada, e da fome, e da pestilência; e o que falaste se fez, e eis aqui o estás presenciando. 25Contudo tu me disseste, Senhor Jeová: Compra para ti o campo por dinheiro, e faze que o testifiquem testemunhas, posto que a cidade esteja já dada na mão dos caldeus. 26Então veio a palavra do SENHOR a Jeremias, dizendo: 27Eis que eu sou o SENHOR Deus de toda a carne: porventura ser-me-ia coisa alguma maravilhosa? 28Portanto assim diz o SENHOR: Eis que eu entrego esta cidade na mão dos caldeus, e na mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia, e tomá-la-á. 29E os caldeus, que pelejam contra esta cidade, entrarão nela, porão fogo a esta cidade, e queimarão juntamente as casas sobre cujos terraços queimarão incenso a Baal e oferecerão libações a outros deuses, para me provocarem à ira. 30Porque os filhos de Israel e os filhos de Judá não fizeram senão mal aos meus olhos, desde a sua mocidade; porque os filhos de Israel somente me provocaram à ira com as obras das suas mãos, diz o SENHOR. 31Porque para a minha ira e para o meu furor me foi esta cidade, desde o dia em que a edificaram, e até ao dia de hoje, para que a tirasse da minha face; 32Por toda a maldade dos filhos de Israel, e dos filhos de Judá, que fizeram, para me provocarem à ira, assim ele como os seus reis, os seus príncipes, os seus sacerdotes, e os seus profetas, como também os homens de Judá e os moradores de Jerusalém. 33E me viraram as costas, e não o rosto: ainda que eu os ensinava, madrugando e ensinando-os, contudo eles não ouviram, para receberem o ensino. 34Antes puseram as suas abominações na casa que se chama pelo meu nome, para a profanarem. 35E edificaram os altos de Baal, que estão no vale do filho de Hinom, para fazerem que seus filhos e suas filhas passassem pelo fogo a Moloque; o que nunca lhes ordenei, nem subiu ao meu coração, que fizessem tal abominação; para fazerem pecar a Judá. 36E por isso agora assim diz o SENHOR o Deus de Israel, acerca desta cidade, da qual vós dizeis: Já está dada na mão do rei de Babilônia, à espada, e à fome, e à pestilência: 37Eis que eu os congregarei de todas as terras, para onde os houver lançado na minha ira, e no meu furor, e na minha grande indignação; e os tornarei a trazer a este lugar, e farei que habitem nele seguramente. 38E me serão por povo, e eu lhes serei por Deus. 39E lhes darei um mesmo coração, e um mesmo caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem, e de seus filhos, depois deles. 40E farei com eles um concerto eterno, que não tornarei de após eles, para fazer-lhes bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. 41E alegrar-me-ei deles, fazendo-lhes bem; e os plantarei nesta terra certamente, com todo o meu coração e com toda a minha alma. 42Porque assim diz o SENHOR: Como eu trouxe sobre este povo todo este grande mal, assim eu trarei sobre ele todo o bem que eu falo a respeito dele. 43E comprar-se-ão campos nesta terra, da qual vós dizeis: Já está tão deserta, que não há nela nem homem nem animal; está dada na mão dos caldeus. 44Comprarão campos por dinheiro, e subscreverão os autos, e os selarão, e farão que testifiquem testemunhas na terra de Benjamim, e nos contornos de Jerusalém, e nas cidades de Judá, e nas cidades das montanhas, e nas cidades das planícies, e nas cidades do sul; porque os farei voltar do seu cativeiro, diz o SENHOR.
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Salmo 1-2 (cap. 1)

1Bem-aventurado o varão que não anda no conselho dos ímpios, nem está no caminho dos pecadores, nem se assenta no assento dos escarnecedores. 2Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. 3Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, que dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará. 4Não são assim os ímpios: mas são como a moinha que o vento espalha. 5Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. 6Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.
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Salmo 1-2 (cap. 2)

1Por que se amotinam as gentes, e os povos imaginam a vaidade? 2Os reis da terra se levantam, e os príncipes consultam juntamente contra o SENHOR e contra o seu ungido, dizendo: 3Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas. 4Aquele que habita nos céus se rirá: o Senhor zombará deles. 5Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os turbará. 6Eu porém ungi o meu Rei sobre o meu santo monte de Sião. 7Recitarei o decreto: o SENHOR me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei. 8Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e os fins da terra por tua possessão. 9Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro. 10Agora pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da terra. 11Servi ao SENHOR com temor, e alegrai-vos com tremor. 12Beijai ao Filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se acender a sua ira: bem-aventurados todos aqueles que nele confiam.

O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.

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