Leitura 1 de 4 · Em família
Josué 6:6-27
6Então chamou Josué, filho de Num, aos sacerdotes, e disse-lhes: Levai a arca do concerto; e sete sacerdotes levem sete buzinas de carneiros, diante da arca do SENHOR. 7E disse ao povo: Passai e rodeai a cidade; e quem estiver armado, passe diante da arca do SENHOR. 8E assim foi, como Josué dissera ao povo, que os sete sacerdotes, levando as sete buzinas de carneiros diante do SENHOR, passaram, e tocaram as buzinas: e a arca do concerto do SENHOR os seguia. 9E os armados iam adiante dos sacerdotes, que tocavam as buzinas: e a retaguarda seguia após da arca, andando e tocando as buzinas. 10Porém ao povo Josué tinha dado ordem, dizendo: Não gritareis, nem fareis ouvir a vossa voz, nem sairá palavra alguma da vossa boca, até ao dia que eu vos diga: Gritai. Então gritareis. 11E fez a arca do SENHOR rodear a cidade, rodeando-a uma vez: e vieram ao arraial, e passaram a noite no arraial. 12Depois Josué se levantou de madrugada, e os sacerdotes levaram a arca do SENHOR. 13E os sete sacerdotes, que levavam as sete buzinas de carneiros diante da arca do SENHOR, iam andando, e tocavam as buzinas, e os armados iam adiante deles, e a retaguarda seguia atrás da arca do SENHOR; os sacerdotes iam andando e tocando as buzinas. 14Assim rodearam outra vez a cidade no segundo dia e tornaram para o arraial: e assim fizeram seis dias. 15E sucedeu que ao sétimo dia madrugaram ao subir da alva, e da mesma maneira rodearam a cidade sete vezes: naquele dia somente rodearam a cidade sete vezes. 16E sucedeu que, tocando os sacerdotes a sétima vez as buzinas, disse Josué ao povo: Gritai; porque o SENHOR vos tem dado a cidade. 17Porém a cidade será anátema ao SENHOR, ela e tudo quanto houver nela: somente a prostituta Raabe viverá, ela e todos os que com ela estiverem em casa; porquanto escondeu os mensageiros que enviamos. 18Tão somente guardai-vos do anátema, para que não vos metais em anátema tomando dela, e assim façais maldito o arraial de Israel, e o turbeis. 19Porém toda a prata, e o ouro, e os vasos de metal, e de ferro, são consagrados ao SENHOR: irão ao tesouro do SENHOR. 20Gritou pois o povo, tocando os sacerdotes as buzinas: e sucedeu que, ouvindo o povo o sonido da buzina, gritou o povo com grande grita; e o muro caiu abaixo, e o povo subiu à cidade, cada qual em frente de si, e tomaram a cidade. 21E, tudo quanto na cidade havia, destruíram totalmente ao fio da espada, desde o homem até à mulher, desde o menino até ao velho, e até ao boi e gado miúdo, e ao jumento. 22Josué, porém, disse aos dois homens que tinham espiado a terra: Entrai na casa da mulher prostituta, e tirai de lá a mulher com tudo quanto tiver, como lhe tendes jurado. 23Então entraram os mancebos espias, e tiraram a Raabe, e a seu pai, e a sua mãe, e a seus irmãos, e a tudo quanto tinha; tiraram também a todas as suas famílias, e puseram-nos fora do arraial de Israel. 24Porém a cidade e tudo quanto havia nela queimaram-no a fogo: tão somente a prata, e o ouro, e os vasos de metal e de ferro, deram para o tesouro da casa do SENHOR. 25Assim deu Josué vida à prostituta Raabe, e à família de seu pai, e a tudo quanto tinha; e habitou no meio de Israel até ao dia de hoje: porquanto escondera os mensageiros que Josué tinha enviado a espiar a Jericó. 26E naquele tempo Josué os esconjurou, dizendo: Maldito diante do SENHOR seja o homem que se levantar e reedificar esta cidade de Jericó: no seu primogênito a fundará, e no seu filho mais novo lhe porá as portas. 27Assim era o SENHOR com Josué: e corria a sua fama por toda a terra.
Leitura 2 de 4 · Em família
Salmo 132-134 (cap. 132)
1Lembra-te, SENHOR, de Davi, e de todas as suas aflições. 2Como jurou ao SENHOR, e fez votos ao poderoso de Jacó, dizendo: 3Certamente que não entrarei na tenda de minha casa, nem subirei ao leito da minha cama. 4Não darei sono aos meus olhos, nem adormecimento às minhas pestanas, 5Enquanto não achar lugar para o SENHOR, uma morada para o Poderoso de Jacó. 6Eis que ouvimos falar dela em Efrata, e a achamos no campo do bosque. 7Entraremos nos seus tabernáculos: prostrar-nos-emos ante o escabelo de seus pés. 8Levanta-te, SENHOR, no teu repouso, tu e a arca da tua força. 9Vistam-se os teus sacerdotes de justiça, e alegrem-se os teus santos. 10Por amor de Davi, teu servo, não faças virar o rosto do teu ungido. 11O SENHOR jurou na verdade a Davi: não se apartará dela: Do fruto do teu ventre porei sobre o teu trono. 12Se os teus filhos guardarem o meu concerto, e os meus testemunhos, que eu lhes hei de ensinar, também os seus filhos se assentarão perpetuamente no teu trono. 13Porque o SENHOR elegeu a Sião; desejou-a para a sua habitação, dizendo: 14Este é o meu repouso para sempre: aqui habitarei, pois o desejei. 15Abençoarei abundantemente o seu mantimento; fartarei de pão os seus necessitados. 16Vestirei os seus sacerdotes de salvação, e os seus santos saltarão de prazer. 17Ali farei brotar a força de Davi: preparei uma lâmpada para o meu ungido. 18Vestirei os seus inimigos de confusão; mas sobre ele florescerá a sua coroa.
Leitura 2 de 4 · Em família
Salmo 132-134 (cap. 133)
1Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos habitem em união. 2É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba, de Arão, e que desce à orla dos seus vestidos. 3Como o orvalho de Hermom e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e vida para sempre.
Leitura 2 de 4 · Em família
Salmo 132-134 (cap. 134)
1Eis aqui, bendizei ao SENHOR todos vós, servos do SENHOR, que assistis na casa do SENHOR todas as noites. 2Levantai as vossas mãos no santuário, e bendizei ao SENHOR. 3O SENHOR, que fez o céu e a terra, te abençoe desde Sião.
Leitura 3 de 4 · Pessoal
Isaías 66
1Assim diz o SENHOR: Os céus são o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés: qual seria a casa que vós me edificaríeis? e qual seria o lugar do meu descanso? 2Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas estas coisas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. 3Quem mata um boi é como o que fere um homem; quem sacrifica um cordeiro é como o que degola um cão; quem oferece uma oblação é como o que oferece sangue de porco; quem oferece incenso memorativo é como o que bendiz a um ídolo: também estes escolhem os seus próprios caminhos, e a sua alma toma prazer nas suas abominações; 4Também eu escolherei seus escárnios, farei vir sobre eles os seus temores; porquanto clamei e ninguém respondeu, falei, e não escutaram; mas fizeram o que parece mal aos meus olhos, e escolheram aquilo em que não tinha prazer. 5Ouvi a palavra do SENHOR, os que tremeis da sua palavra. Vossos irmãos, que vos aborrecem e longe de si vos separam por amor do meu nome, dizem: Glorifique-se o SENHOR; porém aparecerá para a vossa alegria, e eles serão confundidos. 6Uma voz de grande rumor haverá da cidade, uma voz do templo, a voz do SENHOR, que dá o pago aos seus inimigos. 7Antes que estivesse de parto, pariu; antes que lhe viessem as dores, deu à luz um filho macho. 8Quem jamais ouviu tal coisa? quem viu coisas semelhantes? poder-se-ia fazer parir uma terra num só dia? nasceria uma nação de uma só vez? mas já Sião esteve de parto e já pariu seus filhos. 9Abriria eu a madre, e não geraria? diz o SENHOR: geraria eu, e fechar-me-ia? diz o teu Deus. 10Gozai-vos com Jerusalém, e alegrai-vos dela, vós todos os que a amais: alegrai-vos com ela de alegria, todos os que pranteastes por ela; 11Para que mameis, e vos farteis dos peitos das suas consolações: para que chupeis, e vos deleiteis com o resplandor da sua glória. 12Porque assim diz o SENHOR: Eis que estenderei sobre ela a paz como um rio, e a glória das nações como um ribeiro que transborda; então mamareis, ao colo vos trarão, e sobre os joelhos vos afagarão. 13Como alguém a quem consola sua mãe, assim eu vos consolarei; e em Jerusalém vós sereis consolados. 14E o vereis e alegrar-se-á o vosso coração, e os vossos ossos reverdecerão como a erva tenra: então a mão do SENHOR será notória aos seus servos, e ele se indignará contra os seus inimigos. 15Porque, eis que o SENHOR virá em fogo; e os seus carros como um torvelinho; para tornar a sua ira em furor, e a sua repreensão em chamas de fogo. 16Porque com fogo e com a sua espada entrará o SENHOR em juízo com toda a carne; e os mortos do SENHOR serão multiplicados. 17Os que se santificam, e se purificam nos jardins uns após os outros, no meio deles: os que comem carne de porco, e a abominação, e o rato: juntamente serão consumidos, diz o SENHOR. 18Porque conheço as suas obras e os seus pensamentos! o tempo vem em que ajuntarei todas as nações e línguas; e virão, e verão a minha glória. 19E porei entre eles um sinal, e os que deles escaparem enviarei às nações, a Társis, Pul, e Lude, frecheiros a Tubal e Javã, até às ilhas de mais longe, que não ouviram a minha fama, nem viram a minha glória; e anunciarão a minha glória entre as nações. 20E trarão a todos os vossos irmãos, dentre todas as nações, de presente ao SENHOR, sobre cavalos, e em carros, e em liteiras, e sobre mulas, e sobre dromedários, ao meu santo monte, a Jerusalém, diz o SENHOR: como quando os filhos de Israel trazem os seus presentes em vasos limpos à casa do SENHOR: 21E também deles tomarei a alguns para sacerdotes e para levitas, diz o SENHOR. 22Porque, como os céus novos, e a terra nova, que hei de fazer, estarão diante da minha face, diz o SENHOR, assim também há de estar a vossa semente e o vosso nome. 23E será que desde uma lua nova até à outra, e desde um sábado até ao outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o SENHOR. 24E sairão, e verão os corpos mortos dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu bicho nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e serão em horror a toda a carne.
Leitura 4 de 4 · Pessoal
Mateus 14
1Naquele tempo ouviu Herodes, o tetrarca, a fama de Jesus, 2E disse aos seus criados: Este é João Batista; ressuscitou dos mortos, e por isso as maravilhas obram nele. 3Porque Herodes tinha prendido João, e tinha-o manietado e encerrado no cárcere, por causa de Herodias, mulher de seu irmão Filipe; 4Porque João lhe dissera: Não te é lícito possuí-la. 5E, querendo matá-lo, temia o povo; porque o tinham como profeta. 6Festejando-se, porém, o dia natalício de Herodes, dançou a filha de Herodias diante dele, e agradou a Herodes. 7Pelo que prometeu com juramento dar-lhe tudo o que pedisse; 8E ela, instruída previamente por sua mãe, disse: Dá-me aqui num prato a cabeça de João Batista. 9E o rei afligiu-se, mas, por causa do juramento, e dos que estavam com ele, mandou que se lhe desse. 10E mandou degolar João no cárcere, 11E a sua cabeça foi trazida num prato, e dada à menina, e ela a levou a sua mãe. 12E chegaram os seus discípulos, e levaram o corpo, e o sepultaram; e foram anunciá-lo a Jesus. 13E Jesus, ouvindo isto, retirou-se dali num barco, para um lugar deserto, apartado; e, sabendo-o o povo, seguiu-o a pé desde as cidades. 14E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e foi possuído de íntima compaixão para com ela, e curou os seus enfermos. 15E, sendo chegada a tarde, os seus discípulos aproximaram-se-lhe, dizendo: O lugar é deserto, e a hora é já avançada; despede a multidão, para que vão pelas aldeias, e comprem comida para si. 16Jesus, porém, lhes disse: Não é mister que vão: dai-lhes vós de comer. 17Então eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes. 18E ele disse: Trazei-mos aqui. 19E, mandando que a multidão se assentasse sobre a erva, e tomando os cinco pães e os dois peixes, e erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão. 20E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram dos pedaços, que sobejaram, doze alcofas cheias. 21E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças. 22E logo ordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco, e fossem adiante dele para a outra banda, enquanto despedia a multidão. 23E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só. 24E o barco estava já no meio do mar, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário; 25Mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, caminhando por cima do mar. 26E os discípulos, vendo-o caminhar sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É um fantasma. E gritaram com medo. 27Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu, não tenhais medo. 28E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas. 29E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus. 30Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a afundar-se, clamou, dizendo: Senhor, salva-me. 31E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste? 32E, quando subiram para o barco, acalmou o vento. 33Então aproximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-no, dizendo: És verdadeiramente o Filho de Deus. 34E, tendo passado para a outra banda, chegaram à terra de Genesaré. 35E, quando os homens daquele lugar o conheceram, mandaram por todas aquelas terras em redor, e trouxeram-lhe todos os que estavam enfermos. 36E rogavam-lhe para que ao menos eles tocassem a orla do seu vestido; e todos os que a tocavam ficavam sãos.
O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.
Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.
Em família
Josué 6:6-27 · Salmo 132-134
Pessoais
Isaías 66 · Mateus 14