Leitura 1 de 4 · Em família
Êxodo 15
1Então cantou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao SENHOR, e falaram, dizendo: Cantarei ao SENHOR, porque sumamente se exaltou: lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. 2O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei. 3O SENHOR é varão de guerra: o SENHOR é o seu nome. 4Lançou no mar os carros de Faraó e o seu exército; e os seus escolhidos príncipes afogaram-se no Mar Vermelho. 5Os abismos os cobriram: desceram às profundezas como pedra. 6A tua destra, ó SENHOR, se tem glorificado em potência: a tua destra, ó SENHOR, tem despedaçado o inimigo; 7E com a grandeza da tua excelência derribaste aos que se levantaram contra ti: enviaste o teu furor, que os consumiu como o rastolho. 8E com o sopro dos teus narizes amontoaram-se as águas, as correntes pararam-se como montão: os abismos coalharam-se no coração do mar. 9O inimigo dizia: Perseguirei, alcançarei, repartirei os despojos: fartar-se-á a minha alma deles, arrancarei a minha espada, a minha mão os destruirá, 10Sopraste com o teu vento, o mar os cobriu: afundaram-se como chumbo em veementes águas. 11Ó SENHOR, quem é como tu entre os deuses? quem é como tu glorificado em santidade, terrível em louvores, obrando maravilhas? 12Estendeste a tua mão direita: a terra os tragou. 13Tu, com a tua beneficência, guiaste a este povo, que salvaste: com a tua força o levaste à habitação da tua santidade. 14Os povos o ouvirão, eles estremecerão: apoderar-se-á uma dor dos habitantes da Palestina. 15Então os príncipes de Edom se pasmarão, dos poderosos dos moabitas apoderar-se-á um tremor, derreter-se-ão todos os habitantes de Canaã. 16Espanto e pavor cairá sobre eles: pela grandeza do teu braço emudecerão como pedra; até que o teu povo haja passado, ó SENHOR, até que passe este povo que adquiriste. 17Tu os introduzirás, e os plantarás no monte da tua herança, no lugar que tu, ó SENHOR, aparelhaste para a tua habitação, o santuário, ó Senhor, que as tuas mãos estabeleceram. 18O SENHOR reinará eterna e perpetuamente; 19Porque os cavalos de Faraó, com os seus carros e com os seus cavaleiros, entraram no mar, e o SENHOR fez tornar as águas do mar sobre eles; mas os filhos de Israel passaram em seco pelo meio do mar. 20Então Miriã, a profetisa, a irmã de Arão, tomou o tamboril na sua mão, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamboris e com danças. 21E Miriã lhes respondia: Cantai ao SENHOR, porque sumamente se exaltou, e lançou no mar o cavalo com o seu cavaleiro. 22Depois fez Moisés partir os israelitas do Mar Vermelho, e saíram ao deserto de Sur: e andaram três dias no deserto, e não acharam águas. 23Então chegaram a Mara; mas não puderam beber as águas de Mara, porque eram amargas: por isso chamou-se o seu nome Mara. 24E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? 25E ele clamou ao SENHOR, e o SENHOR mostrou-lhe um lenho que lançou nas águas, e as águas se tornaram doces: ali lhes deu estatutos e uma ordenação, e ali os provou. 26E disse: Se ouvires atento a voz do SENHOR teu Deus, e obrares o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o SENHOR que te sara. 27Então vieram a Elim, e havia ali doze fontes de água e setenta palmeiras: e ali se acamparam junto das águas.
Leitura 2 de 4 · Em família
Lucas 18
1E disse-lhes também uma parábola acerca de que importa orar sempre, e nunca desfalecer, 2Dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia nem respeitava ao homem. 3Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva, e ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário. 4E por algum tempo não quis; mas depois disse entre si: Ainda que não temo a Deus, nem respeito ao homem, 5Todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que emfim não venha, e me importune muito. 6E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz. 7E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, sendo tardio para com eles? 8Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Porém, quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? 9E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, que eram justos, e desprezavam aos outros: 10Dois homens subiram ao templo, a orar; um fariseu, e o outro publicano. 11O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira. Ó Deus, graças te dou, porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. 12Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. 13O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia em seu peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! 14Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado. 15E traziam-lhe também meninos, para que ele os tocasse; e os discípulos, vendo isto, repreendiam-nos. 16Mas Jesus, chamando para si os meninos, disse: Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque de tais é o reino de Deus: 17Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como menino, não entrará nele. 18E perguntou-lhe um certo príncipe, dizendo: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna? 19Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom, senão um, que é Deus. 20Sabes os mandamentos: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra a teu pai e tua mãe. 21E disse ele: Todas essas coisas tenho observado desde a minha mocidade. 22Porém Jesus, ouvindo isto, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa: vende tudo quanto tens, reparte-o entre os pobres, e terás um tesouro no céu; vem, e segue-me. 23E ele, ouvindo isto, ficou muito triste, porque era muito rico. 24E, vendo Jesus que ele ficara muito triste, disse: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas! 25Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. 26E os que ouviram isto disseram: Logo quem pode salvar-se? 27E ele disse: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus. 28E disse Pedro: Eis que nós deixamos tudo e te seguimos. 29E ele lhes disse: Na verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou pais, ou irmãos, ou mulher, ou filhos, pelo reino de Deus, 30E não haja de receber muito mais neste tempo, e no século vindouro a vida eterna. 31E, tomando consigo os doze, disse-lhes: Eis que subimos a Jerusalém, e se cumprirá no Filho do homem tudo o que pelos profetas está escrito; 32Porque será entregue às gentes, e escarnecido, injuriado e cuspido, 33E, havendo-o açoitado, o matarão; e ao terceiro dia ressuscitará. 34E eles nada destas coisas entendiam, e esta palavra lhes era encoberta; e não entendiam o que se lhes dizia. 35E aconteceu que, chegando ele perto de Jericó, estava um cego assentado junto do caminho, mendigando: 36E, ouvindo passar a multidão, perguntou que era aquilo: 37E disseram-lhe que Jesus Nazareno passava. 38Então clamou, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim. 39E os que iam passando repreendiam-no para que se calasse; porém ele clamava ainda mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim. 40Então Jesus, parando, mandou que lho trouxessem; e, chegando ele, perguntou-lhe, 41Dizendo: Que queres que te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja. 42E Jesus lhe disse: Vê: a tua fé te salvou. 43E logo viu, e seguia-o, glorificando a Deus. E todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus.
Leitura 3 de 4 · Pessoal
Jó 33
1Assim, na verdade, ó Jó, ouve as minhas razões, e dá ouvidos a todas as minhas palavras. 2Eis que já abri a minha boca: já falou a minha língua debaixo do meu paladar. 3As minhas razões sairão da sinceridade do meu coração, e a pura ciência dos meus lábios. 4O Espírito de Deus me fez: e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida. 5Se podes responde-me, põe por ordem diante de mim a tua causa, e levanta-te. 6Eis que sou de Deus, como tu: do lodo também eu fui cortado. 7Eis que não te perturbará o meu terror, nem será pesada sobre ti a minha mão. 8Na verdade que disseste aos meus ouvidos; e eu ouvi a voz das palavras, dizendo: 9Limpo estou, sem transgressão: puro sou; e não tenho culpa. 10Eis que acha contra mim achaques, e me considerou como seu inimigo. 11Põe no tronco os meus pés, e observa todas as minhas veredas. 12Eis que nisto te respondo: Não foste justo; porque maior é Deus do que o homem. 13Por que razão contendeste com ele? porque não responde acerca de todos os seus feitos. 14Antes Deus fala uma e duas vezes; porém ninguém atenta para isso. 15Em sonho ou em visão de noite, quando cai sono profundo sobre os homens, e adormecem na cama, 16Então o revela ao ouvido dos homens, e lhes sela a sua instrução. 17Para apartar o homem daquilo que faz, e esconder do homem a soberba. 18Para desviar a sua alma da cova, e a sua vida de passar pela espada. 19Também na sua cama é com dores castigado; como também a multidão de seus ossos com fortes dores. 20De modo que a sua vida abomina até o pão, e a sua alma a comida apetecível. 21Desaparece a sua carne à vista de olhos, e os seus ossos, que se não viam, agora aparecem: 22E a sua alma se vai chegando à cova, e a sua vida ao que traz morte. 23Se com ele pois houver um mensageiro, um intérprete, um entre milhares, para declarar ao homem a sua retidão, 24Então terá misericórdia dele, e lhe dirá: Livra-o, que não desça à cova; já achei resgate. 25Sua carne se reverdecerá mais do que era na mocidade, e tornará aos dias da sua juventude. 26Deveras orará a Deus, o qual se agradará dele, e verá a sua face com júbilo, e restituirá ao homem a sua justiça. 27Olhará para os homens, e dirá: Pequei, e perverti o direito, o que de nada me aproveitou. 28Porém Deus livrou a minha alma de que não passasse a cova; assim que a minha vida vê a luz. 29Eis que tudo isto obra Deus, duas e três vezes para com o homem; 30Para desviar a sua alma da perdição, e o alumiar com a luz dos viventes. 31Escuta pois, ó Jó, ouve-me: cala-te, e eu falarei. 32Se tens alguma coisa que dizer, responde-me: fala, porque desejo justificar-te. 33Se não, escuta-me tu: cala-te, e ensinar-te-ei a sabedoria.
Leitura 4 de 4 · Pessoal
2 Coríntios 3
1Porventura começamos outra vez a louvar-nos a nós mesmos? Ou necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação para vós, ou de recomendação de vós? 2Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens. 3Porque já é manifesto, que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração. 4E é por Cristo que temos tal confiança em Deus: 5Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus: 6O qual nos fez também capazes de ser ministros do novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, e o espírito vivifica. 7E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, foi para glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, 8Como não será de maior glória o ministério do espírito? 9Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. 10Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. 11Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece. 12Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar. 13E não somos como Moisés, que punha um véu sobre a sua face, para que os filhos de Israel não fitassem os olhos no fim do que era transitório. 14Porém os seus sentidos foram endurecidos: porque até ao dia de hoje o mesmo véu fica por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido: 15Mas até ao dia de hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. 16Porém, quando se converterem ao Senhor, então o véu se tirará. 17Ora o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade. 18Mas todos nós, com cara descoberta, refletindo como um espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.
O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.
Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.
Em família
Êxodo 15 · Lucas 18
Pessoais
Jó 33 · 2 Coríntios 3