Leitura 1 de 4 · Em família

Gênesis 6

1Aconteceu que, à medida que os homens se multiplicavam na terra, nasceram-lhes filhas. 2Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas e escolheram entre elas as que mais lhes agradavam 3Então, disse o SENHOR: O meu Espírito não contenderá para sempre com o homem, pois ele é carne; os seus dias serão cento e vinte anos. 4Havia, naqueles dias, gigantes na terra, e também depois, quando os filhos de Deus se uniram às filhas dos homens, que lhes deram filhos; estes eram os valentes, varões de renome, que existiram na antiguidade. 5E o Senhor viu que a maldade do ser humano se multiplicava na terra e que todo o desígnio dos pensamentos do seu coração era continuamente mau. 6Então, o Senhor se arrependeu de ter criado o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. 7Disse o Senhor: Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, desde o homem até os animais, os répteis e as aves dos céus; pois me arrependo de tê-los criado. 8Noé, porém, encontrou graça diante do Senhor. 9Estas são as gerações de Noé: Noé era um homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus. 10E Noé gerou três filhos: Sem, Cam e Jafé. 11A terra, entretanto, estava corrompida diante de Deus e repleta de violência. 12E Deus observou a terra, e eis que estava corrompida, pois toda a carne havia corrompido seu caminho sobre a terra. 13Então Deus disse a Noé: "Decidi pôr fim a toda carne, pois a terra está cheia de violência; por isso, farei desaparecer todos juntamente com a terra." 14Faça para você uma arca de tábuas de cipreste; faça nela compartimentos e a calafetará com betume por dentro e por fora. 15Assim a farás: terá trezentos côvados de comprimento, cinquenta côvados de largura e trinta côvados de altura. 16Fazerás na arca uma abertura de um côvado de altura; a porta da arca colocarás lateralmente; farás pavimentos na arca: um inferior, um intermédio e um superior. 17Porque eis que estou para derramar um dilúvio de águas sobre a terra, a fim de consumir toda carne em que há fôlego de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra perecerá. 18Estabelecerei, porém, a minha aliança contigo; entrarás na arca, tu e teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos. 19E de tudo o que vive, de toda a carne, você fará entrar na arca dois de cada espécie, macho e fêmea, para preservá-los vivos consigo. 20Das aves segundo suas espécies, do gado conforme suas espécies, de todo réptil da terra segundo suas espécies, dois de cada espécie virão a você, para que os conserve em vida. 21Você deverá reunir para si toda a comida que se consome e ajuntá-la; será o seu alimento e o deles. 22Noé fez assim, de acordo com tudo o que Deus lhe ordenara.
Leitura 2 de 4 · Em família

Mateus 6

1Cuidem para não praticar a sua justiça diante dos homens, visando apenas serem vistos por eles; caso contrário, não terão recompensa do Pai que está nos céus. 2Quando, portanto, você der esmola, não faça soar a trombeta diante de você, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade, eu lhe digo que já receberam a recompensa. 3Mas, ao dar esmola, que a mão esquerda não saiba o que faz a mão direita; 4Para que a sua esmola permaneça em segredo; e o seu Pai, que vê em secreto, o recompensará. 5E, quando orardes, não sejais como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens. Em verdade, vos digo que já receberam a recompensa. 6Mas você, quando orar, entre no seu quarto, feche a porta e ore ao seu Pai, que está em secreto; e seu Pai, que vê em secreto, o recompensará. 7E, ao orar, não empreguem vãs repetições, como os gentios, que presumem que, pelo seu muito falar, serão ouvidos. 8Não vos assemelheis a eles, pois o vosso Pai sabe do que tendes necessidade, antes mesmo de lho pedirdes. 9Portanto, vocês devem orar desta forma: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10Venha o teu reino; que a tua vontade seja feita, assim na terra como no céu. 11Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia; 12E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; 13E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal, pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém! 14Porque, se vocês perdoarem as ofensas dos homens, também o Pai celestial perdoará vocês. 15Mas, se vocês não perdoarem aos homens suas ofensas, também o Pai de vocês não perdoará as ofensas de vocês. 16Quando jejuarem, não apresentem uma aparência triste como os hipócritas; pois desfiguram os rostos para que os homens percebam que estão jejuando. Em verdade, eu lhes digo que já receberam sua recompensa. 17Quando você jejuar, unja a cabeça e lave o rosto. 18Para não dar a impressão de que você está jejuando aos homens, mas ao seu Pai, que está em secreto; e seu Pai, que vê em secreto, o recompensará. 19Não acumulem para vocês tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde os ladrões escavam e roubam; 20Mas ajuntem para vocês tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem corroem e onde os ladrões não cavam nem roubam. 21Pois onde estiver o seu tesouro, ali estará também o seu coração. 22A lâmpada do corpo são os olhos; assim, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; 23Se, porém, o teu olho for maligno, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, se a luz que em ti há são trevas, quão grandes trevas serão! 24Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podem servir a Deus e às riquezas. 25Por isso, eu digo a vocês: não fiquem ansiosos pela vida, quanto ao que comerão ou beberão, nem pelo seu corpo, quanto ao que vestirão. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo é mais do que as vestes? 26Observem as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, o seu Pai celestial as sustenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas? 27E qual de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar um côvado à duração da sua vida? 28E quanto à roupa, por que vocês estão ansiosos? Observem como os lírios do campo crescem; eles não trabalham nem fiam. 29E eu, porém, lhes afirmo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer um deles. 30Pois, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vocês, homens de pequena fé? 31Portanto, não se preocupem, dizendo: O que comeremos? O que beberemos? Ou com que nos vestiremos? 32Pois o seu Pai celeste sabe que vocês necessitam de todas essas coisas; 33Busquem, pois, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas. 34Não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará suas próprias preocupações; basta a cada dia o seu próprio mal.
Leitura 3 de 4 · Pessoal

Esdras 6

1Então, o rei Dario deu ordens e uma busca foi realizada nos arquivos reais da Babilônia, onde estavam guardados os documentos. 2E em Acmetá, na fortaleza que está na província da Média, encontrou-se um rolo, e nele estava escrito um memorial que dizia assim: 3No primeiro ano do rei Ciro, ele emitiu a seguinte ordem: A casa de Deus em Jerusalém deverá ser erguida para que sejam apresentados sacrifícios; seus fundamentos serão firmes, sua altura será de sessenta côvados e sua largura também será de sessenta côvados, com três carreiras de grandes pedras e uma de madeira nova. 4Com três carreiras de grandes pedras e uma carreira de madeira nova; e a despesa será arcada pela casa do rei. 5E os utensílios de ouro e de prata da Casa de Deus, que Nabucodonosor tirara do templo que estava em Jerusalém e trouxe para a Babilônia, serão devolvidos e retornarão ao seu lugar, no templo que está em Jerusalém, e serão recolocados na Casa de Deus. 6Agora, Tatenai, governador da região além do Eufrates, Setar-Bozenai e seus companheiros, os afarsaquitas, que estão além do rio, afastem-se de lá. 7Não interrompam a obra desta Casa de Deus, para que o governador dos judeus e seus anciãos a reedifiquem no seu lugar. 8Também por mim se decreta o que deveis fazer com os anciãos dos judeus, para que edifiquem esta Casa de Deus: que da tesouraria real, isto é, dos tributos além do rio, se forneçam pontualmente os recursos a esses homens, para que a obra não seja interrompida. 9E que lhes seja dado, dia após dia, sem falta, o que for necessário: bezerros, carneiros e cordeiros para holocausto ao Deus dos céus; trigo, sal, vinho e azeite, conforme a determinação dos sacerdotes que estão em Jerusalém. 10Para que ofereçam sacrifícios de aroma agradável ao Deus dos céus e intercedam pela vida do rei e de seus filhos. 11Também eu decreto que todo homem que alterar este decreto, será arrancado com uma viga de sua casa, e, levantado, será pendurado nela; assim, a sua casa se tornará um monturo. 12O Deus que fez habitar ali o seu nome derrube a todos os reis e povos que levantarem a mão para alterar o decreto e para destruir esta Casa de Deus, que está em Jerusalém. Eu, Dario, baixei o decreto; que se execute com toda a pontualidade. 13Então, Tatenai, o governador daquela região além do Eufrates, Setar-Bozenai e seus companheiros realizaram isso de forma pontual conforme a ordem do rei Dario. 14E os anciãos dos judeus continuavam a edificar e prosperar em decorrência do que haviam profetizado Ageu e Zacarias, filho de Iddo. Construíram a casa e a concluíram de acordo com o mandado do Deus de Israel e conforme o decreto de Ciro, Dario e Artaxerxes, reis da Pérsia. 15E a casa foi finalizada no terceiro dia do mês de Adar, no sexto ano do reinado do rei Dario. 16E os filhos de Israel, os sacerdotes, os levitas e o restante dos exilados consagraram esta Casa de Deus com grande alegria. 17E ofereceram para a dedicação desta casa de Deus cem novilhos, duzentos carneiros, quatrocentos cordeiros e doze cabritos como oferta pelo pecado de todo o Israel, segundo o número das tribos de Israel. 18E os sacerdotes foram dispostos em suas turmas e os levitas em suas divisões para o ministério de Deus em Jerusalém, conforme está escrito no Livro de Moisés. 19E os que retornaram do cativeiro celebraram a Páscoa no dia catorze do primeiro mês. 20Porque os sacerdotes e os levitas se purificaram como um só homem; todos estavam limpos. E mataram o cordeiro da Páscoa para todos os que vieram do cativeiro, para os sacerdotes, seus irmãos, e para si mesmos. 21Assim, comeram a Páscoa os filhos de Israel que haviam voltado do exílio juntamente com todos os que se separaram da imundícia das nações da terra, para buscarem o Senhor, Deus de Israel. 22E celebraram a Festa dos Pães Ázimos por sete dias, com regozijo porque o Senhor os tinha alegrado e mudado o coração do rei da Assíria a seu favor, para lhes fortalecer as mãos na obra da casa de Deus, o Deus de Israel.
Leitura 4 de 4 · Pessoal

Atos 6

1Naqueles dias, à medida que o número dos discípulos se multiplicava, surgiu uma murmuração dos helenistas contra os hebreus, pois suas viúvas estavam sendo esquecidas na distribuição diária. 2E os doze, convocando a comunidade dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas. 3Escolham, portanto, irmãos dentre vocês, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço. 4Nós nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra. 5E essa proposta agradou a toda a comunidade; elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. 6E foram apresentados aos apóstolos, que, orando, impuseram-lhes as mãos. 7E a palavra de Deus crescia, e em Jerusalém o número dos discípulos aumentava significativamente; também muitos sacerdotes se rendiam à fé. 8E Estêvão, cheio de graça e poder, realizava prodígios e grandes sinais entre o povo. 9Levantaram-se, porém, alguns membros da sinagoga chamada dos Libertados, dos cireneus, dos alexandrinos e dos que eram da Cilícia e da Ásia, e começaram a debater com Estêvão. 10E não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava. 11Subornaram alguns homens para que dissessem: Temos ouvido este homem proferir blasfêmias contra Moisés e contra Deus. 12Incitaram o povo, os anciãos e os escribas; e, investindo contra ele, o prenderam e o levaram ao Sinédrio. 13E apresentaram testemunhas falsas, que depuseram: Este homem não cessa de proferir palavras contra este lugar santo e contra a lei; 14Pois temos ouvido dizer que esse Jesus, o Nazareno, destruirá este lugar e mudará os costumes que Moisés nos deu. 15Então todos os que estavam assentados no Sinédrio, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como se fosse o rosto de um anjo.

O plano M'Cheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Em família
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Pessoais
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