Leitura 1 de 4 · Em família

2 Crônicas 1

1E Salomão, filho de Davi, se esforçou no seu reino; e o SENHOR seu Deus era com ele, e o magnificou grandemente. 2E falou Salomão a todo o Israel, aos capitães de milhares e das centenas, e aos juízes, e a todos os príncipes em todo o Israel, chefes dos pais. 3E foram Salomão e toda a congregação com ele ao alto que estava em Gibeom; porque ali estava a tenda da congregação de Deus, que Moisés, servo do SENHOR, tinha feito no deserto. 4Mas Davi tinha feito subir a arca de Deus de Quiriate-Jearim ao lugar que Davi lhe tinha preparado; porque lhe tinha armado uma tenda em Jerusalém. 5Também o altar de cobre que tinha feito Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, estava ali diante do tabernáculo do SENHOR: e Salomão e a congregação o visitavam. 6E Salomão ofereceu ali sacrifícios perante o SENHOR, sobre o altar de cobre que estava na tenda da congregação, e ofereceu sobre ele mil holocaustos. 7Naquela mesma noite Deus apareceu a Salomão, e disse-lhe: Pede o que quiseres que eu te dê. 8E Salomão disse a Deus: Tu usaste de grande beneficência com meu pai Davi: e a mim me fizeste rei em seu lugar. 9Agora pois, ó SENHOR Deus, confirme-se a tua palavra, dada a meu pai Davi; porque tu me fizeste reinar sobre um povo numeroso como o pó da terra. 10Dá-me pois agora sabedoria e conhecimento, para que possa sair e entrar perante este povo: porque quem poderia julgar a este teu tão grande povo? 11Então Deus disse a Salomão: Porquanto houve isto no teu coração, e não pediste riquezas, fazenda, ou honra, nem a morte dos que te aborrecem, nem tão pouco pediste muitos dias de vida, mas pediste para ti sabedoria e conhecimento, para poderes julgar a meu povo, sobre o qual te pus rei, 12Sabedoria e conhecimento te são dados: e te darei riquezas, e fazenda, e honra, qual nenhuns reis antes de ti tiveram: e depois de ti tais não haverá. 13Assim Salomão veio a Jerusalém, do alto que está em Gibeom, de diante da tenda da congregação: e reinou sobre Israel. 14E Salomão ajuntou carros e cavaleiros, e teve mil e quatrocentos carros, e doze mil cavaleiros: e pô-los nas cidades dos carros, e junto ao rei em Jerusalém. 15E fez o rei que houvesse ouro e prata em Jerusalém como pedras: e cedros em tanta abundância como figueiras bravas que há pelas campinas. 16E os cavalos, que tinha Salomão, se traziam do Egito, e, quanto ao fio de linho os mercadores do rei tomavam o fio de linho por um certo preço. 17E faziam subir e sair do Egito cada carro por seiscentos siclos de prata, e cada cavalo por cento e cinquenta: e assim por meio deles os tiravam para todos os reis dos heteus, e para os reis da Síria.
Leitura 2 de 4 · Em família

1 João 1

1O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida 2(Porque a vida já foi manifesta, e nós a vimos, e testificamos, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada); 3O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão está com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo. 4Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra. 5E esta é a anunciação que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas. 6Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade. 7Porém, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. 8Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. 9Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados, e purificar-nos de toda a injustiça. 10Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.
Leitura 3 de 4 · Pessoal

Miqueias 7

1Ai de mim! porque estou feito como quando se tem colhido as frutas do verão, como os rabiscos da vindima; não há cacho de uvas para comer; desejou a minha alma figos temporãos. 2Já pereceu o benigno da terra, e não há entre os homens um que seja reto: todos armam ciladas para sangue; caçam cada um a seu irmão com rede, 3Para com ambas as mãos fazerem diligentemente o mal; assim demanda o príncipe, e o juiz julga pela recompensa, e o grande fala a corrupção da sua alma, e a torcem. 4O melhor deles é como um espinho; o mais reto é pior do que o espinhal: veio o dia dos teus vigias, veio a tua visitação; agora será a sua confusão. 5Não creias no amigo, nem confieis no vosso guia, daquela que repousa no teu seio guarda as portas da tua boca. 6Porque o filho despreza ao pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra, os inimigos do homem são os da sua casa. 7Eu, porém, esperarei no SENHOR; esperei no Deus da minha salvação: o meu Deus me ouvirá. 8Ó inimiga minha, não te alegres de mim; ainda bem que eu tenho caído, levantar-me-ei: se morar nas trevas, o SENHOR será a minha luz. 9Sofrerei a ira do SENHOR, porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa, e execute o meu direito: ele tirar-me-á à luz, verei satisfeito a sua justiça. 10E a minha inimiga o verá, e cobri-la-á a confusão; e aquela que me diz: Onde está o teu Deus? os meus olhos a verão satisfeitos; agora será ela pisada como a lama das ruas. 11No dia em que reedificar os teus muros, nesse dia longe estará ainda o estatuto. 12Naquele dia virá até ti, desde a Assíria até às cidades fortes, e das fortalezas até ao rio, e do mar até ao mar, e da montanha até à montanha. 13Porém esta terra será posta em desolação, por causa dos seus moradores, por causa do fruto das suas obras. 14Apascenta o teu povo com a tua vara, o rebanho da tua herança, que mora só no bosque, no meio da terra fértil; apascentem-se em Basã e Gileade, como nos dias da antiguidade. 15Eu lhes mostrarei maravilhas, como nos dias da tua subida da terra do Egito. 16As nações o verão, e envergonhar-se-ão, por causa de todo o seu poder: porão a mão sobre a boca, e os seus ouvidos ficarão surdos. 17Lamberão o pó como serpentes, como uns répteis da terra, tremendo, sairão dos seus encerramentos; com pavor virão ao SENHOR nosso Deus, e terão medo de ti. 18Quem é Deus semelhante a ti, que perdoa a iniquidade, e que passa pela rebelião do restante da sua herança? não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na benignidade. 19Tornará a apiedar-se de nós: sujeitará as nossas iniquidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar. 20Darás a Jacó a fidelidade, e a Abraão a benignidade, que juraste a nossos pais desde os dias antigos.
Leitura 4 de 4 · Pessoal

Lucas 16

1E dizia também aos seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus bens. 2E ele, chamando-o, disse-lhe: Que é isto que ouço de ti? Dá contas da tua mordomia, porque já não poderás mais ser mordomo. 3E o mordomo disse consigo: Que farei, pois que o meu senhor me tira a mordomia? Cavar, não posso; de mendigar, tenho vergonha. 4Eu sei o que hei de fazer, para que, quando for desapossado da mordomia, me recebam em suas casas. 5E, chamando a si cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor? 6E ele disse: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e, assentando-te já, escreve cinquenta. 7Disse depois a outro: E tu quanto deves? E ele disse: Cem alqueires de trigo. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e escreve oitenta. 8E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente, porque os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz. 9E eu vos digo: Granjeai amigos com as riquezas da injustiça; para que, quando necessitardes, vos recebam nos tabernáculos eternos. 10Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito. 11Pois, se na riqueza injusta não fostes fiéis, quem vos confiará a verdadeira? 12E, se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso? 13Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de aborrecer um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. 14E os fariseus, que eram avarentos, ouviam todas estas coisas, e zombavam dele. 15E disse-lhes: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações, porque, o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação. 16A lei e os profetas duraram até João: desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem forceja por entrar nele. 17E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei. 18Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido também adultera. 19Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. 20Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele; 21E desejava saciar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e até vinham os cães, e lambiam-lhe as chagas. 22E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. 23E no inferno, erguendo os olhos, estando em tormentos, viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. 24E ele, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. 25Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado; 26E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tão pouco os de lá passar para cá. 27E disse ele: Rogo-te pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, 28Porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. 29Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. 30E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se alguém dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. 31Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.

O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.

Em família
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Pessoais
Miqueias 7 · Lucas 16