Leitura 1 de 4 · Em família

1 Crônicas 29

1Disse ainda o rei Davi a toda a congregação: Salomão, meu filho, o único que Deus escolheu, é ainda moço e inexperiente, e esta obra é grande; pois não se trata de um palácio para homens, mas para o SENHOR Deus. 2Com todas as minhas forças, já preparei para a casa do meu Deus ouro para as obras de ouro, prata para as de prata, bronze para as de bronze, ferro para as de ferro, madeira para as de madeira, pedras de ônix, pedras de engaste, pedras de várias cores, pedras preciosas, mármore e toda sorte de pedras em abundância. 3Além disso, por amor à casa do meu Deus, dou para ela o ouro e a prata que possuo, além de tudo o que já preparei para o santuário. 4Três mil talentos de ouro, do ouro de Ofir, e sete mil talentos de prata purificada, para cobrir as paredes das casas. 5Ouro para os objetos de ouro e prata para os de prata, e para toda a obra das mãos dos artesãos. Quem está disposto, hoje, a oferecer voluntariamente ao Senhor? 6Então, os chefes das famílias, os príncipes das tribos de Israel, os capitães de mil e de cem e os intendentes sobre as empresas do rei voluntariamente contribuíram 7E deram para o serviço da casa de Deus cinco mil talentos de ouro, dez mil daricos, dez mil talentos de prata, dezoito mil talentos de bronze e cem mil talentos de ferro. 8E aqueles que possuíam pedras preciosas as trouxeram para o tesouro da casa do Senhor, sob o cargo de Jeiel, o gersonita. 9E o povo se alegrou com o que doou de forma voluntária, pois ofereceram ao Senhor de coração íntegro, e também o rei Davi se alegrou com grande júbilo. 10Por isso, Davi louvou ao Senhor diante de toda a congregação e disse: Bendito és Tu, Senhor, Deus de Israel, nosso Pai, de eternidade a eternidade. 11Tua é, Senhor, a grandeza, o poder, a honra, a vitória e a majestade; porque teu é tudo o que existe nos céus e na terra; Teu é, Senhor, o reino, e tu te exaltaste como chefe sobre todos. 12As riquezas e a glória vêm de Ti; Tu dominas sobre tudo. Em Tua mão estão a força e o poder; nela está o engrandecer e a capacidade de dar força a tudo. 13Agora, pois, ó nosso Deus, damos-te graças e louvamos o teu glorioso nome. 14Porque quem sou eu, e quem é o meu povo para que possamos oferecer espontaneamente tais coisas? Pois tudo vem de ti, e da tua mão te damos. 15Porque somos estranhos diante de ti e peregrinos, assim como todos os nossos pais; nossos dias sobre a terra são como uma sombra, e não temos permanência. 16Senhor, nosso Deus, toda esta abundância que preparamos para te edificarmos um templo em honra ao teu santo nome vem da tua mão e é inteiramente tua. 17E eu sei, meu Deus, que Tu provas os corações e que Te agradas da sinceridade. Também eu, na sinceridade do meu coração, dei voluntariamente todas estas coisas; e agora estou vendo com alegria que o Teu povo, que está aqui, Te oferece voluntariamente. 18Senhor, Deus de nossos pais Abraão, Isaque e Israel, guarda eternamente este propósito nos pensamentos do coração do teu povo e inclina seu coração para ti. 19E a Salomão, meu filho, dá-lhe um coração íntegro para guardar os teus mandamentos, os teus testemunhos e os teus estatutos, a fim de que ele faça tudo e edifique este palácio que preparei. 20Então Davi disse a toda a congregação: Agora louvem ao Senhor, seu Deus. E toda a congregação louvou ao Senhor, Deus de seus pais; todos inclinaram a cabeça, adoraram o Senhor e se prostraram diante do rei. 21E, no dia seguinte, trouxeram ao Senhor ofertas e ofereceram holocaustos: mil bezerros, mil carneiros e mil cordeiros, acompanhados de suas respectivas libações; e apresentaram sacrifícios em abundância por todo o Israel. 22E comeram e beberam, naquele dia, perante o SENHOR, com grande regozijo e pela segunda vez, fizeram rei a Salomão, filho de Davi, e o ungiram ao SENHOR como príncipe, e a Zadoque, como sacerdote. 23Assim, Salomão se sentou no trono do Senhor, rei, em lugar de Davi, seu pai, e prosperou; e todo o Israel lhe obedecia. 24E todos os príncipes, os valentes e até todos os filhos do rei Davi se submeteram à autoridade do rei Salomão. 25E o Senhor exaltou a Salomão de maneira grandiosa aos olhos de todo o Israel, e lhe concedeu uma majestade real como nenhum rei em Israel jamais teve antes dele. 26Davi, filho de Jessé, reinou sobre todo o Israel. 27E o tempo em que reinou sobre Israel foi de quarenta anos: em Hebrom, reinou por sete anos, e em Jerusalém, reinou por trinta e três anos. 28E morreu em digna velhice, pleno de dias, riquezas e glória; e Salomão, seu filho, reinou em seu lugar. 29Os feitos do rei Davi, desde o começo até o fim estão registrados nas crônicas de Samuel, o vidente, nas crônicas do profeta Natã e nas crônicas de Gad, o vidente. 30Com todo o seu reinado e seu poder e os eventos que aconteceram durante esse período, em Israel e em todos os reinos daquelas terras.
Leitura 2 de 4 · Em família

2 Pedro 3

1Amados, agora estou escrevendo esta segunda carta, na qual procuro despertar a vossa mente sincera. 2Para que vocês se lembrem das palavras que foram anteriormente ditas pelos santos profetas, assim como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado por intermédio de seus apóstolos. 3Sabendo, antes de tudo, que, nos últimos dias, aparecerão escarnecedores agindo conforme suas próprias paixões. 4E dizendo: "Onde está a promessa de sua vinda? Pois, desde que nossos pais descansaram, todas as coisas permanecem como no princípio da criação." 5Eles voluntariamente ignoram que, desde a antiguidade, houve céus e terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus. 6Pelas quais coisas, o mundo daquela época pereceu submerso nas águas do dilúvio. 7Mas os céus e a terra que agora existem estão guardados pela mesma palavra, reservados para o fogo, até o Dia do Juízo e a destruição dos ímpios. 8Amados, há, contudo, uma coisa que não devem esquecer: que para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia. 9O Senhor não retarda em cumprir a sua promessa, como alguns julgam demorada; pelo contrário, é longânimo convosco, não desejando que ninguém pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. 10Mas o dia do Senhor virá como um ladrão à noite; naquele dia, os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão; a terra e as obras que nela existem serão atingidas. 11Visto que todas essas coisas estão prestes a ser desfeitas, que tipo de pessoas vocês devem ser, vivendo em santo procedimento e piedade? 12Aguardando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus incendiados serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. 13No entanto, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça. 14Por isso, amados, aguardando essas coisas, empenhem-se para ser encontrados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis. 15E considerem a longanimidade de nosso Senhor como uma oportunidade de salvação, assim como também o nosso amado irmão Paulo lhes escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi concedida. 16Assim como em todas as suas cartas ele aborda esses temas nos quais há algumas passagens difíceis de compreender que os ignorantes e instáveis distorcem da mesma forma que fazem com as demais Escrituras, para a sua própria destruição. 17Amados, portanto, cientes disso de antemão, cuidem para que, não sendo arrastados pelo engano de ímpios, não deslizem da firmeza que possuem. 18Antes, cresçam na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora quanto no dia eterno. Amém.
Leitura 3 de 4 · Pessoal

Miqueias 6

1Ouça agora o que diz o Senhor: Levante-se defenda a sua causa diante dos montes, e que os outeiros ouçam a sua voz. 2Ouçam, montes, a queixa do Senhor, e vós, fundamentos sólidos da terra; porque o Senhor tem uma controvérsia com o seu povo e com Israel entrará em juízo. 3Ó povo meu, que te fiz? Em que te causei desconforto? Responde-me! 4Certamente, eu te fiz sair da terra do Egito e te libertei da casa da servidão; enviei à tua frente Moisés, Arão e Miriã. 5Meu povo, lembra-te do que Balaque, rei de Moabe, planejou e do que Balaão, filho de Beor, lhe respondeu, desde Sittim até Gilgal, para que conheças os atos de justiça do Senhor. 6Com que me apresentarei ao Senhor e me inclinarei diante do Deus Altíssimo? Irei até Ele com holocaustos? Com bezerros de um ano? 7Agradar-se-á o Senhor de milhares de carneiros, de dez mil ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto do meu corpo pelo pecado da minha alma? 8Já te foi declarado, ó homem, o que é bom; e o que o SENHOR exige de ti é que pratiques a justiça, ames a misericórdia e andes humildemente com o teu Deus. 9A voz do SENHOR clama à cidade, pois é verdadeira sabedoria temer o Seu nome: Ouçam, ó tribos, aquele que a designou. 10Ainda existem, na casa do ímpio, tesouros da impiedade e um efa minguado, que é detestável 11Acaso poderei eu ser considerado justo com balanças falsas e bolsas de pesos enganadores? 12Porque os ricos da cidade estão repletos de violência, e os seus habitantes falam mentiras; e a língua deles é enganosa na sua boca. 13Assim, também passarei a te ferir e te deixarei desolada por causa dos teus pecados. 14Comerás, mas não te satisfarás; a fome estará em teu interior; removerás, mas não livrarás; aquilo que livrares, eu o entregarei à espada. 15Tu semearás, contudo, não colherás; pisarás a azeitona, mas não te ungirás com azeite; pisarás a vindima; no entanto, não beberás o vinho. 16Pois seguiram os estatutos de Omri e todas as obras da casa de Acabe e vocês andaram nos conselhos deles; por isso, farei de vocês uma desolação e os habitantes de suas cidades, um alvo de zombarias; assim, trarão sobre si o opróbrio dos povos.
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Lucas 15

1E todos os cobradores de impostos e pecadores se aproximavam dele para ouvi-lo. 2E os fariseus e os escribas murmuravam dizendo: Este recebe pecadores e come com eles. 3E Jesus lhes propôs esta parábola, dizendo: 4Qual de vós, que possui cem ovelhas e perde uma delas, não deixa as noventa e nove e vai em busca daquela que se perdeu, até encontrá-la? 5E, ao encontrá-la, a coloca sobre os ombros, transbordando de júbilo. 6E, ao chegar em casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo: Alegrem-se comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. 7Digo a vocês que, assim, haverá maior júbilo no céu por causa de um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento. 8Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perde uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la? 9E, ao encontrá-la, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrem-se comigo, porque eu já achei a dracma que tinha perdido. 10Assim, lhes afirmo que, da mesma maneira, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende. 11Certo homem tinha dois filhos. 12E o filho mais novo disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele repartiu entre eles os seus haveres. 13Passados poucos dias, o filho mais moço juntou tudo o que possuía e partiu para uma terra distante, onde dissipou seus bens, vivendo de maneira dissoluta. 14E, depois de ter consumido tudo, sobreveio àquela terra uma grande fome, e ele começou a passar necessidade. 15E ele foi e se uniu a um dos cidadãos daquela terra, e este o enviou para os campos a cuidar de porcos. 16E desejava encher o estômago com as alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada. 17E, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui estou à beira da fome! 18Levantar-me-ei e irei ter com meu pai e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; 19Já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus servos. 20Levantou-se e foi ao encontro de seu pai; e, enquanto estava ainda longe, seu pai o avistou, e, se encheu de compaixão, correndo, lançou-se ao seu pescoço e o beijou. 21Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho, disse-lhe o filho. 22Mas o pai disse aos seus servos: Trazei rapidamente a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel em sua mão e sandálias nos seus pés. 23Tragam também o bezerro cevado e matem-no assim, comamos e nos alegremos. 24Porque este meu filho estava morto e reviveu, tinha-se perdido e foi encontrado. E começaram a se alegrar. 25E o filho mais velho estava no campo; e, ao voltar e se aproximar da casa, ouviu a música e as danças. 26E, chamando um dos servos, perguntou-lhe o que era isso. 27Ele lhe informou: Seu irmão voltou e seu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. 28Ele se indignou e não queria entrar; então, o pai saiu e procurou conciliá-lo. 29Contudo, ele respondeu ao pai: Pai, há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua; nunca me deste um cabrito sequer para me alegrar com os meus amigos. 30Vindo, porém, este teu filho, que esbanjou os teus bens com prostitutas, mandaste matar para ele o novilho cevado. 31Filho, tu estás sempre ao meu lado; e tudo o que é meu pertence a ti. 32Era necessário que nos regozijássemos e nos alegrássemos porque este teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.

O plano M'Cheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Em família
1 Crônicas 29 · 2 Pedro 3
Pessoais
Miqueias 6 · Lucas 15