Leitura 1 de 4 · Em família
2 Crônicas 32
1Depois destas coisas e desta fidelidade, veio Senaqueribe, rei de Assíria, e entrou em Judá, e acampou-se contra as cidades fortes, e intentou separá-las para si. 2Vendo pois Ezequias que Senaqueribe vinha, e que o seu rosto se dirigia à guerra contra Jerusalém, 3Teve conselho com os seus príncipes e os seus varões, para que se tapassem as fontes das águas que havia fora da cidade: e eles o ajudaram. 4Porque muito povo se ajuntou, que tapou todas as fontes, como também o ribeiro que se estendia pelo meio da terra, dizendo: Por que viriam os reis de Assíria, e achariam tantas águas? 5E ele se fortificou, e edificou todo o muro quebrado até às torres, e levantou o outro muro para fora; e fortificou a Milo na cidade de Davi, e fez armas e escudos em abundância. 6E pôs oficiais de guerra sobre o povo, e ajuntou-os a si na praça da porta da cidade, e falou-lhes ao coração, dizendo: 7Esforçai-vos, e tende bom ânimo; não temais, nem vos espanteis, por causa do rei de Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, porque há um maior conosco do que com ele. 8Com ele está o braço de carne, mas conosco o SENHOR nosso Deus, para nos ajudar, e para guerrear nossas guerras. E o povo descansou nas palavras de Ezequias, rei de Judá. 9Depois disto Senaqueribe, rei de Assíria, enviou os seus servos a Jerusalém (ele porém estava diante de Laquis, com todo o seu domínio), a Ezequias, rei de Judá, e a todo o Judá que estava em Jerusalém, dizendo: 10Assim diz Senaqueribe, rei de Assíria: Em que confiais vós, que vos ficais na fortaleza em Jerusalém? 11Porventura não vos incita Ezequias, para morrerdes à fome e à sede, dizendo: O SENHOR nosso Deus nos livrará das mãos do rei de Assíria? 12Não é Ezequias o mesmo que tirou os seus altos e os seus altares, e falou a Judá e a Jerusalém, dizendo: Diante do único altar vos prostrareis, e sobre ele queimareis incenso? 13Não sabeis vós o que eu e meus pais fizemos a todos os povos das terras? porventura puderam de qualquer maneira os deuses das nações daquelas terras livrar a sua terra da minha mão? 14Qual é, de todos os deuses daquelas nações que meus pais destruíram, que pudesse livrar o seu povo da minha mão, para que vosso Deus vos possa livrar da minha mão? 15Agora, pois, não vos engane Ezequias, nem vos incite assim, nem lhe deis crédito; porque nenhum deus de nação alguma, nem de reino algum, pode livrar o seu povo da minha mão, nem da mão de meus pais: quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus da minha mão? 16Também seus servos falaram ainda mais contra o SENHOR Deus, e contra Ezequias, o seu servo. 17Escreveu também cartas, para blasfemar do SENHOR Deus de Israel, e para falar contra ele, dizendo: Assim como os deuses das nações das terras não livraram o seu povo da minha mão, assim também o Deus de Ezequias não livrará o seu povo da minha mão. 18E clamaram em alta voz em judaico contra o povo de Jerusalém, que estava em cima do muro, para os atemorizarem e os perturbarem, para que tomassem a cidade. 19E falaram do Deus de Jerusalém, como dos deuses dos povos da terra, obras das mãos dos homens. 20Porém o rei Ezequias e o profeta Isaías, filho de Amós, oraram contra isso, e clamaram ao céu. 21Então o SENHOR enviou um anjo que destruiu a todos os varões valentes, e os príncipes, e os chefes no arraial do rei de Assíria: e tornou com vergonha de rosto à sua terra: e, entrando na casa de seu deus, os mesmos que saíram das suas entranhas, o mataram ali à espada. 22Assim livrou o SENHOR a Ezequias, e aos moradores de Jerusalém, da mão de Senaqueribe, rei de Assíria, e da mão de todos: e de todos os lados os guiou. 23E muitos traziam presentes a Jerusalém ao SENHOR, e coisas preciosíssimas a Ezequias, rei de Judá, de modo que depois disto foi exaltado perante os olhos de todas as nações. 24Naqueles dias Ezequias adoeceu de morte; e orou ao SENHOR, o qual lhe falou, e lhe deu um sinal. 25Mas não correspondeu Ezequias ao benefício que se lhe fez; porque o seu coração se exaltou; pelo que veio grande indignação sobre ele, e sobre Judá e Jerusalém. 26Ezequias, porém, se humilhou pela exaltação do seu coração, ele e os habitantes de Jerusalém: e a grande indignação do SENHOR não veio sobre eles, nos dias de Ezequias. 27E teve Ezequias riquezas e glória em grande abundância: e fez-se tesouros de prata, e de ouro, e de pedras preciosas, e de especiarias, e de escudos, e de todo o aviamento que se podia desejar. 28Também armazéns para a colheita do trigo, e do mosto, e do azeite; e estrebarias para toda a casta de animais, e currais para os rebanhos. 29Fez-se também cidades, e possessões de ovelhas e vacas em abundância: porque Deus lhe tinha dado muitíssima fazenda. 30Também o mesmo Ezequias tapou o manancial superior das águas de Giom, e as fez correr por baixo para o ocidente da cidade de Davi: porque Ezequias prosperou em toda a sua obra. 31Contudo, no negócio dos embaixadores dos príncipes de Babilônia, que foram enviados a ele, a perguntarem acerca do prodígio que se fez naquela terra, Deus o desamparou, para tentá-lo, para saber tudo o que havia no seu coração. 32Quanto ao resto dos sucessos de Ezequias, e as suas beneficências, eis que estão escritos na visão do profeta Isaías, filho de Amós, e no livro dos reis de Judá e de Israel. 33E dormiu Ezequias com seus pais, e o sepultaram no mais alto dos sepulcros dos filhos de Davi; e todo o Judá e os habitantes de Jerusalém lhe fizeram honras na sua morte: e Manassés, seu filho, reinou em seu lugar.
Leitura 2 de 4 · Em família
Apocalipse 18
1E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada da sua glória. 2E clamou fortemente com grande voz, dizendo: É caída, é caída a grande Babilônia, e é feita morada de demônios, e coito de todo o espírito imundo, e coito de toda a ave imunda e aborrecível. 3Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua fornicação, e os reis da terra fornicaram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram da abundância de suas delícias. 4E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não recebas das suas pragas. 5Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniquidades dela. 6Tornai-lhe como ela vos tem dado, e duplicai-lhe em dobro conforme as suas obras: no cálice em que vos deu de beber dai-lhe a ela em dobro. 7Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, tanto lhe dai de tormento e pranto; porque diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e não verei o pranto. 8Portanto num dia virão as suas pragas; a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada com fogo; porque é forte o Senhor Deus que a julga. 9E os reis da terra, que fornicaram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem o fumo do seu incêndio; 10Estando de longe pelo temor do seu tormento, dizendo: Ai! ai daquela grande Babilônia, aquela forte cidade! pois numa hora veio o teu juízo. 11E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém mais compra as suas mercadorias: 12Mercadorias de ouro, e de prata, e de pedras preciosas, e de pérolas, e de linho fino, e de púrpura, e de seda, e de escarlata; e toda a madeira odorífera, e todo o vaso de marfim, e todo o vaso de madeira preciosíssima, de bronze e de ferro, e de mármore; 13E canela, e especiaria, e perfume, e unguento odorífero, e incenso, e vinho, e azeite, e flor de farinha, e trigo, e cavalgaduras, e ovelhas; e mercadorias de cavalos, e de carros, e de corpos e de almas de homens. 14E o fruto do desejo da tua alma foi-se de ti; e todas as coisas gostosas e excelentes se foram de ti, e não mais as acharás. 15Os mercadores destas coisas, que por elas se enriqueceram, estarão de longe, pelo temor do seu tormento, chorando, e lamentando, 16E dizendo: Ai, ai daquela grande cidade! que estava vestida de linho fino, e púrpura, e escarlata; e adornada com ouro e pedras preciosas e pérolas! Porque numa hora foram assoladas tantas riquezas. 17E todo o piloto, e todo o que navega em naus, e todo o marinheiro, e todos os que traficam por mar se puseram de longe: 18E, vendo o fumo do seu incêndio, clamaram, dizendo: Que cidade é semelhante a esta grande cidade? 19E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamaram, chorando, e lamentando, e dizendo: Ai, ai daquela grande cidade! na qual todos os que tinham naus no mar se enriqueceram da sua opulência; porque numa hora foi assolada. 20Alegra-te sobre ela, ó céu, e vós, santos apóstolos e profetas; porque já Deus julgou a vossa causa quanto a ela. 21E um forte anjo levantou uma pedra como uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, aquela grande cidade, e não será jamais achada. 22E em ti não se ouvirá mais a voz de harpistas, e de músicos, e de frauteiros, e de trombeteiros, e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti; e ruído de mó em ti mais se não ouvirá: 23E luz de candeia não mais alumiará em ti, e voz de esposo e de esposa mais em ti se não ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias. 24E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.
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Zacarias 14
1Eis que o dia do SENHOR vem; repartir-se-ão no meio de ti os teus despojos. 2Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada, e as casas serão saqueadas, e as mulheres forçadas; e metade da cidade sairá para o cativeiro, mas o resto do povo não será extirpado da cidade. 3E o SENHOR sairá, e pelejará contra estas nações, como no dia em que pelejou no dia da batalha. 4E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, num vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul. 5E fugireis ao vale dos meus montes (porque o vale dos montes chegará até Azel), e fugireis assim como fugistes de diante do terremoto nos dias de Uzias, rei de Judá: então virá o SENHOR meu Deus, e todos os santos contigo, ó Senhor. 6E será que naquele dia não haverá preciosa luz nem espessa escuridão. 7Mas será um dia o qual é conhecido do SENHOR; nem dia nem noite será: e acontecerá que no tempo da tarde haverá luz. 8Naquele dia também acontecerá que sairão de Jerusalém águas vivas, metade delas para o mar oriental, e metade delas até ao mar ocidental: no estio e no inverno sucederá isto. 9E o SENHOR será rei sobre toda a terra: naquele dia um só será o SENHOR, e um só será o seu nome. 10Toda a terra ao redor se tornará em planície, desde Geba até Rimom, da banda do sul de Jerusalém, e será exalçada, e habitada no seu lugar, desde a porta de Benjamim até ao lugar da primeira porta, até à porta da esquina, e desde a torre de Hananeel até aos lugares do rei. 11E habitarão nela, e não haverá mais anátema, porque Jerusalém habitará segura. 12E esta será a praga com que o SENHOR ferirá a todos os povos que guerrearam contra Jerusalém: fará consumir a carne, estando eles em pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas covas, e lhes apodrecerá a língua de cada um na sua boca. 13Naquele dia também acontecerá que haverá uma grande perturbação do SENHOR entre eles; porque pegará cada um na mão do seu companheiro, e alçar-se-á a mão de cada um contra a mão do seu companheiro. 14E também Judá pelejará contra Jerusalém, e se ajuntarão em redor as riquezas de todas as nações, ouro e prata e vestidos em grande abundância. 15Assim também será a praga dos cavalos, dos mulos, dos camelos e dos jumentos, e de todos os animais que estiverem naqueles exércitos, como foi a praga deles. 16E será que, todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorarem o Rei, o SENHOR dos Exércitos, e celebrarem a festa das cabanas. 17E acontecerá que, se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos, não virá sobre eles a chuva. 18E, se a família dos egípcios, sobre os quais não vem a chuva, não subir, nem vier, virá sobre eles a praga com que o SENHOR ferirá as nações que não subirem a celebrar a festa das cabanas. 19Este será o pecado dos egípcios e o pecado de todas as nações que não subirem a celebrar a festa das cabanas. 20Naquele dia será inscrito sobre as campainhas dos cavalos: santidade ao SENHOR; e as panelas na casa do SENHOR serão como as bacias diante do altar. 21E todas as panelas em Jerusalém e Judá serão santas ao SENHOR dos Exércitos, e todos os que sacrificarem virão, e delas tomarão, e nelas cozerão: e não haverá mais cananita na casa do SENHOR dos Exércitos naquele dia.
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João 17
1Jesus disse estas coisas, e levantou seus olhos ao céu, e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti: 2Assim como lhe deste poder sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste. 3E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. 4Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer. 5E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse. 6Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste: eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra. 7Agora já têm conhecido que tudo quanto me deste vem de ti, 8Porque lhes dei as palavras que tu me deste; e eles as receberam, e têm verdadeiramente conhecido que saí de ti, e creram que me enviaste. 9Eu rogo por eles: não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. 10E todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e neles sou glorificado. 11E eu já não estou mais no mundo; porém eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós. 12Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a Escritura se cumprisse. 13Mas agora vou para ti, e digo isto no mundo, para que tenham a minha alegria completa em si mesmos. 14Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os aborreceu, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. 15Não rogo que os tires do mundo, mas que os livres do mal. 16Não são do mundo, como eu do mundo não sou. 17Santifica-os na tua verdade: a tua palavra é a verdade. 18Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. 19E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade. 20E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; 21Para que todos sejam um como tu, ó Pai, em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. 22E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um: 23Eu neles, e tu em mim, para que sejam perfeitos em um, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim. 24Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste: porque tu me hás amado antes da fundação do mundo. 25Pai justo, o mundo não te conheceu; mas eu te conheci, e estes conheceram que tu me enviaste a mim. 26E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado neles esteja, e eu neles.
O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.
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Pessoais
Zacarias 14 · João 17