Leitura 1 de 4 · Em família

2 Crônicas 33

1Tinha Manassés doze anos de idade, quando começou a reinar, e cinquenta e cinco anos reinou em Jerusalém. 2E fez o que era mal aos olhos do SENHOR, conforme às abominações dos gentios que o SENHOR lançara fora de diante dos filhos de Israel. 3Porque tornou a edificar os altos que Ezequias, seu pai, tinha derribado; e levantou altares a baalins, e fez bosques, e prostrou-se diante de todo o exército dos céus, e o serviu. 4E edificou altares na casa do SENHOR, da qual o SENHOR tinha dito: Em Jerusalém estará o meu nome eternamente. 5Edificou altares a todo o exército dos céus, em ambos os pátios da casa do SENHOR. 6Fez ele também passar seus filhos pelo fogo no vale do filho de Hinom, e usou de adivinhações e de agouros, e de feitiçarias, e ordenou adivinhos e encantadores: e fez muitíssimo mal aos olhos do SENHOR, para o provocar à ira. 7Também pôs uma imagem esculpida, o ídolo que tinha feito, na casa de Deus, da qual Deus tinha dito a Davi e a Salomão seu filho: Nesta casa, em Jerusalém, que escolhi de todas as tribos de Israel, porei eu o meu nome para sempre; 8E nunca mais removerei o pé de Israel da terra que ordenei a vossos pais; contanto que tenham cuidado de fazer tudo o que eu lhes ordenei, conforme a toda a lei, e estatutos, e juízos, dados pela mão de Moisés. 9E Manassés tanto fez errar a Judá e aos moradores de Jerusalém, que fizeram pior do que as nações que o SENHOR tinha destruído de diante dos filhos de Israel. 10E falou o SENHOR a Manassés e ao seu povo, porém não deram ouvidos. 11Pelo que o SENHOR trouxe sobre eles os príncipes do exército do rei de Assíria, os quais prenderam a Manassés entre os espinhais; e o amarraram com cadeias, e o levaram a Babilônia. 12E ele, angustiado, orou deveras ao SENHOR seu Deus, e humilhou-se muito perante o Deus de seus pais; 13E lhe fez oração, e Deus se aplacou para com ele, e ouviu a sua súplica, e o tornou a trazer a Jerusalém, ao seu reino: então conheceu Manassés que o SENHOR era Deus. 14E depois disto edificou o muro de fora da cidade de Davi, ao ocidente de Giom, no vale, e à entrada da porta do peixe, e à roda, até Ofel, e o levantou mui alto: também pôs oficiais valentes em todas as cidades fortes de Judá. 15E tirou da casa do SENHOR os deuses estranhos e o ídolo, como também todos os altares que tinha edificado no monte da casa do SENHOR, e em Jerusalém, e os lançou fora da cidade. 16E reparou o altar do SENHOR, e ofereceu sobre ele ofertas pacíficas e de louvor: e mandou a Judá que servissem ao SENHOR Deus de Israel. 17Mas ainda o povo sacrificava nos altos, mas somente ao SENHOR seu Deus. 18O resto pois dos sucessos de Manassés, e a sua oração ao seu Deus, e as palavras dos videntes que lhe falaram no nome do SENHOR, Deus de Israel, eis que estão nos sucessos dos reis de Israel. 19E a sua oração, e como Deus se aplacou para com ele, e todo o seu pecado, e a sua transgressão, e os lugares onde edificou altos, e pôs bosques e imagens de escultura, antes que se humilhasse, eis que está escrito nos livros dos videntes. 20E dormiu Manassés com seus pais, e o sepultaram em sua casa; Amom, seu filho, reinou em seu lugar. 21Era Amom de idade de vinte e dois anos, quando começou a reinar, e dois anos reinou em Jerusalém. 22E fez o que era mal aos olhos do SENHOR, como havia feito Manassés, seu pai; porque Amom sacrificou a todas as imagens de escultura que Manassés, seu pai, tinha feito, e as serviu. 23Mas não se humilhou perante o SENHOR, como Manassés, seu pai, se humilhara: antes multiplicou Amom os seus delitos. 24E conspiraram contra ele os seus servos, e o mataram em sua casa. 25Porém o povo da terra feriu a todos quantos conspiraram contra o rei Amom: e o povo da terra fez reinar em seu lugar a Josias, seu filho.
Leitura 2 de 4 · Em família

Apocalipse 19

1E, depois destas coisas, ouvi como que uma grande voz de uma grande multidão no céu, que dizia: Aleluia: Salvação, e glória, e honra, e poder pertencem ao Senhor nosso Deus: 2Porque verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande prostituta, que havia corrompido a terra com a sua fornicação, e da sua mão vingou o sangue dos seus servos. 3E outra vez disseram: Aleluia. E o seu fumo sobe para todo o sempre. 4E os vinte e quatro anciãos, e os quatro animais, prostraram-se e adoraram a Deus, assentado no trono, dizendo: Amém, Aleluia. 5E saiu uma voz do trono, que dizia: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, assim pequenos como grandes. 6E ouvi como que a voz de uma grande multidão, e como que a voz de muitas águas, e como que a voz de grandes trovões, que dizia: Aleluia: pois já o Senhor Deus Todo-Poderoso reina. 7Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. 8E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. 9E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. 10E eu lancei-me a seus pés para o adorar; porém ele disse-me: Olha não faças tal: sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus: adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia. 11E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco: e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja em justiça. 12E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo. 13E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o seu nome chama-se a Palavra de Deus. 14E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. 15E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso. 16E no vestido e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. 17E vi um anjo, que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande Deus; 18Para que comais a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os livres e servos, e pequenos e grandes. 19E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos ajuntados, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército. 20E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no ardente lago do fogo e do enxofre. 21E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes.
Leitura 3 de 4 · Pessoal

Malaquias 1

1Carga da palavra do SENHOR contra Israel, pelo ministério de Malaquias. 2Eu vos amei, diz o SENHOR; mas vós dizeis: Em que nos amastes? Não foi Esaú irmão de Jacó? disse o SENHOR; todavia amei a Jacó, 3E aborreci a Esaú: e fiz dos seus montes uma assolação, e dei a sua herança aos dragões do deserto. 4Ainda que Edom dizia: Empobrecidos somos, porém tornaremos a edificar os lugares desertos: eles edificarão, e eu destruirei: e lhes chamarão; Termo de impiedade, e povo contra quem o SENHOR está irado para sempre. 5E os vossos olhos o verão, e direis: O SENHOR seja engrandecido desde o termo de Israel. 6O filho honrará a seu pai, e o servo ao seu senhor; e, se eu sou Pai, onde está a minha honra? e, se eu sou o Senhor, onde está o meu temor? diz o SENHOR dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome; mas vós dizeis: Em que desprezamos nós o teu nome? 7Ofereceis sobre o meu altar pão imundo, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que dizeis: A mesa do SENHOR é desprezível. 8Porque, quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isto mau? e, quando ofereceis o coxo ou o enfermo, não é isto mau? Ora apresenta-o ao teu príncipe; porventura terá ele agrado em ti? ou aceitará ele a tua pessoa? diz o SENHOR dos Exércitos. 9Agora, pois, suplicai a face de Deus, e ele terá piedade de nós: isto veio da vossa mão, aceitará ele a vossa pessoa? diz o SENHOR dos Exércitos. 10Quem há também entre vós que feche as portas por nada? e não acendeis por nada o fogo do meu altar. Eu não tomo prazer em vós, diz o SENHOR dos Exércitos, nem aceitarei da vossa mão a oblação. 11Mas desde o nascente do sol até ao poente será grande entre as nações o meu nome; e em todo o lugar se oferecerá ao meu nome incenso e uma oblação pura; porque o meu nome será grande entre as nações, diz o SENHOR dos Exércitos. 12Mas vós o profanais, quando dizeis: A mesa do Senhor é imunda, e, quanto ao seu rendimento, sua comida é desprezível. 13E dizeis: Eis aqui, que canseira! e o lançastes com desprezo, diz o SENHOR dos Exércitos: vós também ofereceis o roubado, e o coxo e o enfermo, e ofereceis a oferta: ser-me-á aceito isto de vossa mão? diz o SENHOR. 14Pois maldito seja o enganoso que, tendo no seu rebanho um animal, promete e oferece ao Senhor o que é corrompido, porque eu sou grande Rei, diz o SENHOR dos Exércitos, o meu nome será tremendo entre as nações.
Leitura 4 de 4 · Pessoal

João 18

1Tendo Jesus dito estas coisas, saiu com os seus discípulos para além do ribeiro de Cedrom, onde havia um horto, no qual ele entrou e seus discípulos. 2E Judas, que o traía, também conhecia aquele lugar, porque Jesus muitas vezes se ajuntava ali com os seus discípulos. 3Tendo pois Judas tomado uma companhia de soldados e alguns criados dos principais dos sacerdotes e fariseus, veio para ali com lanternas, e archotes e armas. 4Sabendo pois Jesus todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se, e disse-lhes: A quem buscais? 5Responderam-lhe: A Jesus Nazareno. Disse-lhes Jesus: Sou eu. E Judas, que o traía, estava também com eles. 6Quando pois lhes disse: Sou eu, recuaram, e caíram por terra. 7Tornou-lhes pois a perguntar: A quem buscais? E eles disseram: A Jesus Nazareno. 8Jesus respondeu: Já vos disse que sou eu: se pois me buscais a mim, deixai ir estes. 9Para que se cumprisse a palavra que tinha dito: Dos que me deste nenhum deles perdi. 10Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, e cortou-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco. 11Porém Jesus disse a Pedro: Mete a tua espada na bainha; não beberei eu o cálice que o Pai me deu? 12Então a coorte, e o tribuno, e os servos dos judeus prenderam a Jesus e o manietaram. 13E conduziram-no primeiramente a Anás, por ser sogro de Caifás, o qual era o sumo sacerdote daquele ano. 14Ora, Caifás era quem tinha aconselhado aos judeus que convinha que um homem morresse pelo povo. 15E Simão Pedro e outro discípulo seguiam a Jesus. E este discípulo era conhecido do sumo sacerdote, e entrou com Jesus na sala do sumo sacerdote. 16E Pedro estava fora, à porta. Saiu então o outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, e falou à porteira, e levou a Pedro para dentro. 17Então a porteira disse a Pedro: Não és tu também dos discípulos deste homem? Disse ele: Não sou. 18Ora estavam ali os servos e os criados, que tinham feito brasas, e se aquentavam, porquanto fazia frio; e com eles estava Pedro, aquentando-se também. 19E o sumo sacerdote interrogou Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina. 20Jesus lhe respondeu: Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no templo onde todos os judeus se ajuntam, e nada disse em oculto; 21Para que me perguntas a mim? pergunta aos que ouviram o que é que lhes tenho falado: eis que eles sabem o que eu lhes tenho dito. 22E, tendo ele dito isto, um dos criados que ali estavam deu uma bofetada em Jesus, dizendo: Assim respondes ao sumo sacerdote? 23Respondeu-lhe Jesus: Se falei mal, dá testemunho do mal; e, se bem, por que me feres? 24E Anás mandou-o, manietado, ao sumo sacerdote Caifás. 25E Simão Pedro estava ali, e aquentava-se. Disseram-lhe pois: Não és também tu dos seus discípulos? Ele negou, e disse: Não sou. 26E um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse: Não te vi eu no horto com ele? 27E Pedro negou outra vez, e logo o galo cantou. 28Depois levaram Jesus da casa de Caifás para a audiência. E era pela manhã. E não entraram na audiência, para não se contaminarem, mas poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos saiu fora e disse-lhes: Que acusação trazeis contra este homem? 30Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não to entregaríamos. 31Disse-lhes pois Pilatos: Levai-o vós, e julgai-o segundo a vossa lei. Disseram-lhe pois os judeus: A nós não nos é lícito matar alguém. 32(Para que se cumprisse a palavra que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer.) 33Tornou pois a entrar Pilatos na audiência, e chamou a Jesus, e disse-lhe: Tu és o rei dos judeus? 34Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou disseram-to outros de mim? 35Pilatos respondeu: Porventura sou eu judeu? a tua nação e os principais dos sacerdotes entregaram-te a mim: que fizeste? 36Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo: se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus: porém agora o meu reino não é daqui. 37Disse-lhe pois Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, para dar testemunho à verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. 38Disse-lhe Pilatos: Que é a verdade? E, dizendo isto, tornou a sair para os judeus, e disse-lhes: Não acho nele crime algum; 39Mas vós tendes por costume que eu vos solte um pela páscoa. Quereis pois que vos solte o Rei dos Judeus? 40Então todos tornaram a clamar, dizendo: Este não, mas Barrabás. E Barrabás era um salteador.

O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.

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