Leitura 1 de 4 · Em família
1 Crônicas 28
1Então Davi convocou em Jerusalém todos os príncipes de Israel, os príncipes das tribos, e os capitães das turmas, que serviam o rei, e os capitães dos milhares, e os capitães das centenas, e os maiorais de toda a fazenda e possessão do rei, e de seus filhos, como também os eunucos e varões, e todo o varão valente. 2E pôs-se o rei Davi em pé, e disse: Ouvi-me, irmãos meus, e povo meu: Em meu coração propus eu edificar uma casa de repouso para a arca do concerto do SENHOR e para o escabelo dos pés do nosso Deus, e eu tinha feito o preparo para a edificar. 3Porém Deus me disse: Não edificarás casa ao meu nome, porque és homem de guerra, e derramaste muito sangue. 4E o SENHOR Deus de Israel escolheu-me de toda a casa de meu pai, para que eternamente fosse rei sobre Israel; porque a Judá escolheu por príncipe, e a casa de meu pai na casa de Judá: e entre os filhos de meu pai se agradou de mim para me fazer reinar sobre todo o Israel. 5E, de todos os meus filhos (porque muitos filhos me deu o SENHOR), escolheu ele o meu filho Salomão para se assentar no trono do reino do SENHOR sobre Israel. 6E me disse: Teu filho Salomão, ele edificará a minha casa e os meus átrios; porque o escolhi para filho, e eu lhe serei por pai. 7E estabelecerei o seu reino para sempre, se perseverar em cumprir os meus mandamentos e os meus juízos, como até ao dia de hoje. 8Agora, pois, perante os olhos de todo o Israel, a congregação do SENHOR, e perante os ouvidos do nosso Deus, guardai e buscai todos os mandamentos do SENHOR vosso Deus, para que possuais esta boa terra, e a façais herdar a vossos filhos depois de vós, para sempre. 9E tu, meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai, e serve-o com um coração perfeito e com uma alma voluntária; porque esquadrinha o SENHOR todos os corações, e entende todas as imaginações dos pensamentos: se o buscares, será achado de ti; porém, se o deixares, rejeitar-te-á para sempre. 10Olha pois agora, porque o SENHOR te escolheu para edificares uma casa para o santuário; esforça-te, e faze a obra. 11E deu Davi a Salomão, seu filho, o risco do alpendre com as suas casarias, e as suas tesourarias, e os seus cenáculos, e as suas recâmaras de dentro, como também da casa do propiciatório. 12E também o risco de tudo quanto tinha no seu ânimo, a saber; dos átrios da casa do SENHOR, e de todas as câmaras do redor, para os tesouros da casa de Deus, e para os tesouros das coisas sagradas: 13E das turmas dos sacerdotes, e dos levitas, e de toda a obra do ministério da casa do SENHOR, e de todos os vasos do ministério da casa do SENHOR. 14O ouro deu, segundo o peso do ouro, para todos os vasos de cada ministério: também a prata, por peso, para todos os vasos de prata, para todos os vasos de cada ministério: 15E o peso para os castiçais de ouro, e suas candeias de ouro, segundo o peso de cada castiçal e as suas candeias: também para os castiçais de prata, segundo o peso do castiçal e as suas candeias, segundo o ministério de cada castiçal. 16Também deu o ouro por peso para as mesas da proposição, para cada mesa: como também a prata para as mesas de prata. 17E ouro puro para os garfos, e para as bacias, e para as escudelas, e para as taças de ouro, para cada taça seu peso; como também para as taças de prata, para cada taça seu peso. 18E para o altar do incenso, ouro purificado, por seu peso: como também o ouro para o modelo do carro, a saber, dos querubins, que haviam de estender as asas, e cobrir a arca do concerto do SENHOR. 19Tudo isto, disse Davi, por escrito me deram a entender por mandado do SENHOR, a saber, todas as obras deste risco. 20E disse Davi a Salomão seu filho: Esforça-te e tem bom ânimo, e obra; não temas, nem te espavoreças; porque o SENHOR Deus, meu Deus, há de ser contigo; não te deixará, nem te desamparará, até que acabes toda a obra do serviço da casa do SENHOR. 21E eis que aí tens as turmas dos sacerdotes e dos levitas para todo o ministério da casa de Deus: estão também contigo, para toda a obra, voluntários com sabedoria de toda a espécie para todo o ministério; como também todos os príncipes, e todo o povo, para todos os teus mandados.
Leitura 2 de 4 · Em família
2 Pedro 2
1E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. 2E muitos seguirão as suas perdições, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. 3E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas: sobre os quais já de largo tempo não está ociosa a condenação, e a sua perdição não dormita. 4Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo; 5E não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, oitavo pregoeiro da justiça, trazendo o dilúvio sobre o mundo dos ímpios; 6E condenou à subversão as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente; 7E livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis 8(Porque este justo, habitando entre eles, afligia todos os dias a sua alma justa, vendo e ouvindo suas obras injustas); 9Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia de juízo, para serem castigados; 10E principalmente aos que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as dominações; atrevidos, agradando-se a si mesmos, não receando blasfemar das dignidades; 11Ao passo que os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor. 12Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção, 13Recebendo o galardão da injustiça, tendo por prazer as delícias quotidianas, sendo nodoas e máculas, deleitando-se seus enganos, em ainda que se banqueteiem convosco; 14Tendo os olhos cheios de adultério, e não cessando de pecar, engodando as almas inconstantes, tendo o coração exercitado na avareza, filhos de maldição, 15Os quais, deixando o caminho direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filho de Bosor, que amou o galardão da injustiça; 16Porém teve a repreensão da sua transgressão; o mudo animal do jugo, falando com voz humana, impediu a loucura do profeta. 17Estes são fontes sem água, nuvens levadas pelo redemoinho do vento: para os quais a escuridão das trevas eternamente se reserva. 18Porque, falando coisas mui arrogantes de vaidades, engodam com as concupiscências da carne, e com dissoluções, aos que se estavam afastando daqueles que andam em erro: 19Prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo. 20Porque se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. 21Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; 22Porém sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro da lama.
Leitura 3 de 4 · Pessoal
Miqueias 5
1Agora ajunta-te com esquadrões, ó filha de esquadrões; pôr-se-á cerco sobre nós: ferirão com a vara no queixo ao juiz de Israel. 2E tu, Belém Efrata, ainda que és pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. 3Portanto os entregará até ao tempo em que a que está de parto tiver parido: então o resto de seus irmãos voltará com os filhos de Israel. 4E ele estará em pé, e apascentará ao povo na força do SENHOR, na excelência do nome do SENHOR seu Deus: e eles permanecerão, porque agora será engrandecido até aos fins da terra. 5E este será a paz: quando a Assíria vier à nossa terra, e quando passar os nossos palácios, levantaremos contra ele sete pastores e oito príncipes dentre os homens. 6Esses consumirão a terra da Assíria à espada, e a terra de Ninrode nas suas entradas. Assim nos livrará da Assíria, quando vier à nossa terra, e quando calcar os nossos termos. 7E estará o resto de Jacó no meio de muitos povos, como orvalho do SENHOR, como uns chuviscos sobre a terra, que não espera pelo homem, nem aguarda a filhos de homens. 8E o resto de Jacó estará entre as nações, no meio de muitos povos, como um leão entre os animais do bosque, como um leãozinho entre os rebanhos de ovelhas, o qual, quando passar, pisará e despedaçará, sem que haja quem as livre. 9A tua mão se exaltará sobre os seus adversários; e todos os teus inimigos serão exterminados. 10E sucederá naquele dia, diz o SENHOR, que eu exterminarei do meio de ti os teus cavalos, e destruirei os teus carros; 11E destruirei as cidades da tua terra, e derribarei todas as tuas fortalezas; 12E exterminarei as feitiçarias da tua mão: e não terás agoureiros; 13E exterminarei do meio de ti as tuas imagens de escultura e as tuas estátuas; e tu não te inclinarás mais diante da obra das tuas mãos. 14E arrancarei os teus bosques do meio de ti; e destruirei as tuas cidades. 15E com ira e com furor farei vingança das nações que não ouvem.
Leitura 4 de 4 · Pessoal
Lucas 14
1Aconteceu num sábado que, entrando ele em casa de um dos principais dos fariseus para comer pão, eles o estavam espiando. 2E eis que estava ali adiante dele um certo homem hidrópico. 3E, Jesus, tomando a palavra, falou aos doutores da lei, e aos fariseus, dizendo: É lícito curar no sábado? 4Eles, porém, calaram-se. E, tomando-o, ele o curou e despediu. 5E, respondendo-lhes, disse: Qual será de vós o que, caindo-lhe num poço, em dia de sábado, o jumento ou o boi, o não tire logo? 6E nada lhe podiam replicar a estas coisas. 7E disse aos convidados uma parábola, reparando como escolhiam os primeiros assentos, dizendo-lhes: 8Quando por alguém fores convidado às bodas, não te assentes no primeiro lugar, não aconteça que esteja convidado outro mais digno do que tu; 9E, vindo o que te convidou a ti e a ele, te diga: Dá o lugar e este; e então, com vergonha, tenhas de tomar o derradeiro lugar. 10Mas, quando fores convidado, vai, e assenta-te no derradeiro lugar, para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, sobe mais para cima. Então terás honra diante dos que estiverem contigo à mesa. 11Porque qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado. 12E dizia também ao que o tinha convidado: Quando deres um jantar, ou uma ceia, não chames os teus amigos, nem os teus irmãos, nem os teus parentes, nem vizinhos ricos, para que não suceda que também eles te tornem a convidar, e te seja isso recompensado. 13Mas, quando fizeres convite, chama os pobres, aleijados, mancos e cegos, 14E serás bem-aventurado; porquanto não têm com que to recompensar; porque recompensado te será na ressurreição dos justos. 15E, ouvindo isto um dos que estavam com ele à mesa, disse-lhe: Bem-aventurado aquele que comer pão no reino de Deus. 16Porém ele lhe disse: Um certo homem fez uma grande ceia, e convidou a muitos. 17E à hora da ceia mandou o seu servo a dizer aos convidados: Vinde, que já tudo está preparado. 18E todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo, e importa ir vê-lo: rogo-te que me hajas por escusado. 19E outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou a experimentá-los: rogo-te que me hajas por escusado. 20E outro disse: Casei, e portanto não posso ir. 21E, voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos. 22E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste; e ainda há lugar. 23E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar para que a minha casa se encha. 24Porque eu vos digo que nenhum daqueles varões que foram convidados provará a minha ceia. 25Ora ia com ele uma grande multidão; e, voltando-se, disse-lhe: 26Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. 27E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo. 28Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? 29Para que não aconteça que, depois de haver posto o alicerce, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, 30Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar. 31Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a consultar se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil? 32De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda-lhe embaixadores, e pede condições de paz. 33Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo. 34Bom é o sal; porém, se o sal degenerar, com que se adubará? 35Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.
Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.
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1 Crônicas 28 · 2 Pedro 2
Pessoais
Miqueias 5 · Lucas 14