Leitura 1 de 4 · Em família

2 Crônicas 21

1Depois Josafá dormiu com seus pais, e o sepultaram com seus pais na cidade de Davi: e Jorão, seu filho, reinou em seu lugar. 2E teve irmãos, filhos de Josafá: Azarias, e Jeiel, e Zacarias, e Asarias, e Micael, e Sefatias: todos estes foram filhos de Josafá, rei de Israel. 3E seu pai lhes deu muitos dons de prata, e de ouro, e de coisas preciosíssimas, com cidades fortes em Judá: porém o reino deu a Jorão, porquanto era o primogênito. 4E, subindo Jorão ao reino de seu pai, e havendo-se fortificado, matou a todos os seus irmãos à espada, como também a alguns dos príncipes de Israel. 5Da idade de trinta e dois anos era Jorão quando começou a reinar; e reinou oito anos em Jerusalém. 6E andou no caminho dos reis de Israel, como fazia a casa de Acabe; porque tinha a filha de Acabe por mulher: e fazia o que parecia mal aos olhos do SENHOR. 7Porém o SENHOR não quis destruir a casa de Davi, em atenção ao concerto que tinha feito com Davi: e porque também tinha dito que lhe daria por todos os dias uma lâmpada, a ele e a seus filhos. 8Nos seus dias se revoltaram os idumeus de debaixo do mando de Judá, e constituíram para si um rei. 9Pelo que Jorão passou adiante com os seus chefes, e todos os carros com ele: e levantou-se de noite, e feriu aos idumeus, que o tinham cercado, como também aos capitães dos carros. 10Todavia os idumeus se revoltaram de debaixo do mando de Judá até ao dia de hoje; então no mesmo tempo Libna se revoltou de debaixo de seu mando; porque deixara ao SENHOR, Deus de seus pais. 11Ele também fez altos nos montes de Judá: e fez com que fornicassem os moradores de Jerusalém, e até a Judá impeliu a isso. 12Então lhe veio um escrito da parte de Elias o profeta, que dizia: Assim diz o SENHOR, Deus de Davi teu pai: Porquanto não andaste nos caminhos de Josafá, teu pai, e nos caminhos de Asa, rei de Judá, 13Mas andaste no caminho dos reis de Israel, e fizeste fornicar a Judá e aos moradores de Jerusalém, segundo a fornicação da casa de Acabe, e também mataste a teus irmãos, da casa de teu pai, melhores do que tu; 14Eis que o SENHOR ferirá com um grande flagelo ao teu povo, e aos teus filhos, e às tuas mulheres e a todas as tuas fazendas. 15Tu também terás uma grande enfermidade por causa de uma doença de tuas entranhas, até que te saiam as tuas entranhas, por causa da enfermidade, de dia em dia. 16Despertou pois o SENHOR, contra Jorão o espírito dos filisteus e dos arábios, que estão da banda dos etíopes. 17Estes subiram a Judá, e deram sobre ela, e levaram toda a fazenda, que se achou na casa do rei, como também a seus filhos e a suas mulheres; de modo que lhe não deixaram filho, senão a Jeoacaz, o mais moço de seus filhos. 18E depois de tudo isto o SENHOR o feriu nas suas entranhas com uma enfermidade incurável. 19E sucedeu que, depois de muitos dias, e chegado que foi o fim de dois anos, saíram-lhe as entranhas com a doença; e morreu de más enfermidades: e o seu povo lhe não fez uma queimada como a queimada de seus pais. 20Era da idade de trinta e dois anos quando começou a reinar, e reinou em Jerusalém oito anos: e foi-se sem deixar de si saudades algumas; e o sepultaram na cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis.
Leitura 2 de 4 · Em família

Apocalipse 9

1E o quinto anjo tocou a sua trombeta, e vi uma estrela que do céu caiu na terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo. 2E abriu o poço do abismo, e subiu fumo do poço, como o fumo de uma grande fornalha, e com o fumo do poço escureceram-se o sol e o ar. 3E do fumo saíram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado poder, como o poder que têm os escorpiões da terra. 4E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, senão somente aos homens que não têm nas suas testas o sinal de Deus. 5E foi-lhes dado, não que os matassem, mas que por cinco meses os atormentassem; e o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere ao homem. 6E naqueles dias os homens buscarão a morte, e não a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles. 7E o parecer dos gafanhotos era semelhante ao de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia como coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como os rostos de homens. 8E tinham cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como de leões. 9E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído das suas asas era como o ruído de carros, quando muitos cavalos correm ao combate. 10E tinham caudas semelhantes às dos escorpiões, e aguilhões nas suas caudas; e o seu poder era de danificarem os homens por cinco meses. 11E tinham sobre si um rei, o anjo do abismo; em hebreu era o seu nome Abadom, e em grego tinha por nome Apoliom. 12Passado é já um ai; eis que depois disso vêm ainda dois ais. 13E tocou o sexto anjo a sua trombeta, e ouvi uma voz dos quatro cornos do altar de ouro, que estava diante de Deus, 14A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates. 15E foram soltos os quatro anjos, que estavam prestes para a hora, e dia, e mês, e ano, para matarem a terça parte dos homens. 16E o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões; e ouvi o número deles. 17E vi assim os cavalos nesta visão; e os que sobre eles cavalgavam tinham couraças de fogo, e de jacinto, e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo e fumo e enxofre. 18Por estes três foi morta a terça parte dos homens, pelo fogo, pelo fumo, e pelo enxofre, que saía das suas bocas. 19Porque o seu poder está na sua boca e nas suas caudas. Porque as suas caudas são semelhantes a serpentes, e têm cabeças, e com elas danificam. 20E os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios, e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar. 21E não se arrependeram de seus homicídios, nem de suas feitiçarias, nem de sua fornicação, nem de suas ladroíces.
Leitura 3 de 4 · Pessoal

Zacarias 5

1E outra vez levantei os meus olhos, e olhei, e eis que vi um rolo voante. 2E me disse: Que vês? E eu disse: Vejo um rolo voante, que tem vinte côvados de comprido e dez côvados de largo. 3Então me disse: Esta é a maldição que sairá pela face de toda a terra; porque qualquer que furtar daí, conforme a mesma maldição, será desarreigado: como também qualquer que jurar falsamente daí, conforme a mesma maldição, será desarreigado. 4Eu a tirarei para fora, disse o SENHOR dos Exércitos, e virá à casa do ladrão, e à casa do que jurar falsamente pelo meu nome; e pernoitará no meio da sua casa, e a consumirá a ela com a sua madeira e com as suas pedras. 5E saiu o anjo, que falava comigo, e me disse: Levanta agora os teus olhos, e vê que é isto que sai. 6E eu disse: Que é isto? E ele disse: Isto é um efa que sai. Mais disse: Este é o olho deles em toda a terra. 7E eis que foi levantado um talento de chumbo, e havia uma mulher que estava assentada no meio do efa. 8E ele disse: Esta é a impiedade. E a lançou dentro do efa; e lançou na boca dele o peso de chumbo. 9E levantei os meus olhos, e olhei, e eis que duas mulheres saíram, e havia vento nas suas asas, e tinham asas como as asas da cegonha; e levantaram o efa entre a terra e o céu. 10Então eu disse ao anjo que falava comigo: Para onde levam estas o efa? 11E ele me disse: Para lhe edificarem uma casa na terra de Sinar, e, sendo esta assentada, ele será posto ali sobre a sua base.
Leitura 4 de 4 · Pessoal

João 8

1Porém Jesus foi para o monte das Oliveiras; 2E pela manhã cedo tornou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava. 3E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; 4E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando, 5E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu pois que dizes? 6Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. 7E, como perseverassem perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. 8E, tornando a inclinar-se, escreveu na terra. 9Porém, ouvindo eles isto, e acusados pela consciência, saíram um a um, começando pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio. 10E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? 11E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno: vai-te, e não peques mais. 12Falou-lhes pois Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. 13Disseram-lhe pois os fariseus: Tu testificas de ti mesmo: o teu testemunho não é verdadeiro. 14Respondeu Jesus, e disse-lhes: Ainda que eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro, porque sei de onde vim, e para onde vou; porém vós não sabeis de onde venho, nem para onde vou. 15Vós julgais segundo a carne, eu a ninguém julgo. 16E, se eu também julgo, o meu juízo é verdadeiro, porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou. 17E também na vossa lei está escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro. 18Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de num testifica também o Pai que me enviou. 19Disseram-lhe pois: Onde está teu Pai? Jesus respondeu: Nem me conheceis a mim, nem a meu Pai: se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai. 20Estas palavras disse Jesus no lugar do tesouro, ensinando no templo, e ninguém o prendeu, porque ainda não era chegada a sua hora. 21Disse-lhes pois Jesus outra vez: Eu retiro-me, e buscar-me-eis, e morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou não podeis vós vir. 22Diziam pois os judeus: Porventura há de matar-se a si mesmo, pois diz: Para onde eu vou não podeis vós vir? 23E dizia-lhes: Vós sois debaixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. 24Por isso vos disse que morrereis em vossos pecados, porque, se não crerdes o que eu sou, morrereis em vossos pecados. 25Disseram-lhe pois: Quem és tu? Jesus lhes disse: O mesmo que também já desde o princípio vos disse. 26Muitas coisas tenho que dizer e julgar de vós, mas aquele que me enviou é verdadeiro, e eu o que dele tenho ouvido isso falo ao mundo. 27Mas não entenderam que ele lhes falava do Pai. 28Disse-lhes pois Jesus: Quando levantardes o Filho do homem, então conhecereis quem eu sou, e que nada faço por mim mesmo; mas falo assim como o Pai mo ensinou. 29E aquele que me enviou está comigo; o Pai não me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada. 30Falando ele estas coisas, muitos creram nele. 31Jesus dizia pois aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; 32E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. 33Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres? 34Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. 35Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. 36Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. 37Bem sei que sois descendência de Abraão; contudo, procurais matar-me, porque a minha palavra não cabe em vós. 38Eu falo do que vi junto de meu Pai, e vós fazeis o que também vistes junto de vosso pai. 39Responderam, e disseram-lhe: Nosso pai é Abraão. Jesus disse-lhes: Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão. 40Porém agora procurais matar-me, a mim, um homem que vos tenho falado a verdade que de Deus tenho ouvido; Abraão não fez isto. 41Vós fazeis as obras de vosso pai. Disseram-lhe pois: Nós não somos nascidos da fornicação; temos um Pai, que é Deus. 42Disse-lhes pois Jesus; Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis, pois que eu saí, e vim de Deus; porque não vim de mim mesmo, mas ele me enviou. 43Por que não entendeis a minha linguagem? por não poderdes ouvir a minha palavra. 44Vós tendes por pai ao diabo, e quereis fazer os desejos de vosso pai: ele foi homicida desde o princípio, e não permaneceu na verdade, porque não há verdade nele; quando fala mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. 45Mas, porque vos digo a verdade, não me credes. 46Quem dentre vós me convence de pecado? E, se digo a verdade, por que não credes? 47Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus. 48Responderam pois os judeus, e disseram-lhe: Não dizemos nós bem que és samaritano, e que tens demônio? 49Jesus respondeu: Eu não tenho demônio, antes honro a meu Pai, e vós me desonrais. 50Eu não busco a minha glória; há quem a busque, e julgue. 51Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte. 52Disseram-lhe pois os judeus: Agora conhecemos que tens demônio. Morreu Abraão e os profetas; e tu dizes: Se alguém guardar a minha palavra, nunca provará a morte. 53És tu maior do que o nosso pai Abraão, que morreu? e também os profetas morreram: quem te fazes tu ser? 54Jesus respondeu: Se eu me glorifico a mim mesmo, a minha glória é nada; quem me glorifica é o meu Pai, o qual dizeis que é vosso Deus. 55E vós não o conheceis, mas eu conheço-o: e, se disser que o não conheço, serei mentiroso como vós; mas conheço-o e guardo a sua palavra. 56Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se. 57Disseram-lhe pois os judeus: Ainda não tens cinquenta anos, e viste Abraão? 58Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão fosse feito eu sou. 59Então pegaram em pedras para lhe atirarem; porém Jesus ocultou-se, e saiu do templo, passando pelo meio deles, e assim se retirou.

O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.

Em família
2 Crônicas 21 · Apocalipse 9
Pessoais
Zacarias 5 · João 8