Leitura 1 de 4 · Em família

1 Crônicas 17

1Sucedeu pois que, morando Davi já em sua casa, disse Davi ao profeta Natã: Eis que moro em casa de cedros, mas a arca do concerto do SENHOR está debaixo de cortinas. 2Então Natã disse a Davi: Tudo quanto tens no teu coração faze, porque Deus é contigo. 3Mas sucedeu, na mesma noite, que a palavra do Senhor veio a Natã, dizendo: 4Vai, e dize a Davi meu servo: Assim diz o SENHOR: Tu me não edificarás uma casa para morar; 5Porque em casa nenhuma morei, desde o dia em que fiz subir a Israel até ao dia de hoje; mas fui de tenda em tenda, e de tabernáculo em tabernáculo. 6Por todas as partes por onde andei com todo o Israel, porventura falei alguma palavra a algum dos juízes de Israel, a quem ordenei que apascentasse o meu povo, dizendo: Por que me não edificais uma casa de cedros? 7Agora pois assim dirás a meu servo, a Davi: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eu te tirei do curral, de detrás das ovelhas, para que fosses chefe do meu povo Israel. 8E estive contigo por toda a parte, por onde foste, e de diante de ti exterminei todos os teus inimigos, e te fiz um nome como o nome dos grandes que estão na terra. 9E ordenei um lugar para o meu povo Israel, e o plantei, para que habite no seu lugar, e nunca mais seja removido de uma para outra parte; e nunca mais os debilitarão os filhos da perversidade, como ao princípio; 10E desde os dias em que ordenei juízes sobre o meu povo Israel; porém abati a todos os teus inimigos: também te fiz saber que o SENHOR te edificaria uma casa. 11E há de ser que, quando forem cumpridos os teus dias, para ires a teus pais, suscitarei a tua semente depois de ti, a qual será dos teus filhos, e confirmarei o seu reino. 12Este me edificará casa; e eu confirmarei o seu trono para sempre. 13Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho: e a minha benignidade não desviarei dele, como a tirei daquele, que foi antes de ti. 14Mas o confirmarei na minha casa e no meu reino para sempre, e o seu trono será firme para sempre. 15Conforme todas estas palavras, e conforme toda esta visão, assim falou Natã a Davi. 16Então entrou o rei Davi, e ficou perante o SENHOR: e disse: Quem sou eu, SENHOR Deus? e qual é a minha casa, que me trouxestes até aqui? 17E ainda isto, ó Deus, foi pouco aos teus olhos; pelo que falaste da casa de teu servo para tempos distantes: e proveste-me, segundo o costume dos homens, com esta exaltação, ó SENHOR Deus. 18Que mais te dirá Davi, acerca da honra feita a teu servo? porém tu bem conheces a teu servo. 19Ó SENHOR, por amor de teu servo, e segundo o teu coração, fizeste todas estas grandezas, para fazer notórias todas estas grandes coisas. 20SENHOR, ninguém há como tu, e não há Deus fora de ti, conforme tudo quanto ouvimos com os nossos ouvidos. 21E quem há como o teu povo Israel, única gente na terra? a quem Deus foi remir para seu povo, fazendo-te nome com coisas grandes e temerosas, lançando as nações de diante do teu povo, que remiste do Egito. 22E tomaste o teu povo Israel para ser teu povo para sempre: e tu, SENHOR, lhe foste por Deus. 23Agora pois, SENHOR, a palavra que falaste de teu servo, e acerca da sua casa, seja certa para sempre: e faze como falaste. 24Confirme-se com efeito, e que o teu nome se engrandeça para sempre, e diga-se: O SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel, é Deus para Israel; e fique firme diante de ti a casa de Davi teu servo. 25Porque tu, Deus meu, revelaste ao ouvido de teu servo que lhe edificarias casa; pelo que o teu servo achou confiança para orar em tua presença. 26Agora pois, SENHOR, tu és o mesmo Deus, e falaste este bem acerca de teu servo. 27Agora pois foste servido abençoares a casa de teu servo, para que esteja perpetuamente diante de ti: porque tu, SENHOR, a abençoaste, e ficará abençoada para sempre.
Leitura 2 de 4 · Em família

Tiago 4

1De onde vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura não vêm de aqui, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? 2Cobiçais, e nada tendes: sois invejosos, e cobiçosos, e não podeis alcançar: combateis e guerreais, e nada tendes, porque não pedis. 3Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. 4Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. 5Ou cuidais vós que em vão diz a Escritura: O espírito que em nós habita tem desejo de inveja? 6Antes dá maior graça. Portanto diz: Deus resiste aos soberbos, porém dá graça aos humildes. 7Sujeitai-vos pois a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. 8Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações. 9Senti as vossas misérias, e lamentai, e chorai: converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza. 10Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará. 11Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei: e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz. 12Há só um legislador, que pode salvar e destruir. Porém tu quem és, que julgas a outrem? 13Eia pois agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; 14Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. 15Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo. 16Mas agora vos gloriais em vossas presunções: toda a glória tal como esta é maligna. 17Aquele pois que sabe fazer o bem e o não faz comete pecado.
Leitura 3 de 4 · Pessoal

Jonas 1

1E veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amitai, dizendo: 2Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e apregoa contra ela, porque a sua malícia subiu até mim. 3E Jonas se levantou para fugir de diante da face do SENHOR para Társis, e desceu a Jope, e achou que um navio ia para Társis, e deu a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis, de diante da face do SENHOR. 4Mas o SENHOR lançou ao mar um grande vento, e fez-se no mar uma grande tempestade, e o navio estava para quebrar-se. 5Então temeram os marinheiros, e clamavam cada um ao seu deus, e lançavam no mar as fazendas, que estavam no navio, para o aliviarem do seu peso; porém Jonas desceu aos lados do porão, e se deitou, e dormia um profundo sono. 6E o mestre do navio chegou-se a ele, e disse-lhe: Que tens, adormentado? levanta-te, clama ao teu Deus; porventura Deus se lembrará de nós para que não pereçamos. 7E diziam cada um ao seu companheiro: Vinde, e lancemos sortes, para que saibamos por que causa nos tem vindo este mal. E lançaram sortes, e a sorte caiu sobre Jonas. 8Então lhe disseram: Declara-nos tu agora, por cuja causa nos tem vindo este mal. Que ocupação é a tua? e de onde vens? qual é a tua terra? e de que povo és tu? 9E ele lhes disse: Eu sou hebreu, e temo ao SENHOR, o Deus do céu, que fez o mar e a terra seca. 10Então estes homens tremeram com grande temor, e lhe disseram: Por que fizeste tu isto? Pois sabiam os homens que fugia de diante do SENHOR, porque ele lho tinha declarado. 11E disseram-lhe: Que te faremos nós, para que o mar se nos aquiete? Porque o mar se elevava e engrossava cada vez mais. 12E ele lhes disse: Levantai-me, e lançai-me no mar, e o mar se vos aquietará; porque eu sei que por minha causa é que vos sobreveio esta grande tempestade. 13Mas os homens remavam, para tornar a trazer o navio para terra, mas não podiam; porquanto o mar se ia embravecendo cada vez mais contra eles. 14Então clamaram ao SENHOR, e disseram: Ah SENHOR! não pereçamos por causa da alma deste homem, e não ponhas sobre nós o sangue inocente; porque tu, SENHOR, fizeste como quiseste. 15E levantaram a Jonas, e o lançaram no mar, e cessou o mar da sua fúria. 16Temeram pois estes homens ao SENHOR com grande temor; e sacrificaram sacrifícios ao SENHOR, e votaram votos. 17Preparou pois o SENHOR um grande peixe, que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe.
Leitura 4 de 4 · Pessoal

Lucas 6

1E aconteceu que, no sábado segundo-primeiro, passou pelas searas, e os seus discípulos iam arrancando espigas, e, esfregando-as com as mãos, as comiam. 2E alguns dos fariseus lhes disseram: Por que fazeis o que não é lícito fazer nos sábados? 3E Jesus, respondendo-lhes, disse: Nunca lestes o que fez Davi quando teve fome, ele e os que com ele estavam? 4Como entrou na casa de Deus, e tomou os pães da proposição, e os comeu, e deu também aos que estavam com ele, os quais não é lícito comer senão só aos sacerdotes? 5E dizia-lhes: O Filho do homem é Senhor até do sábado. 6E aconteceu também noutro sábado que entrou na sinagoga, e estava ensinando; e estava ali um homem que tinha a mão direita mirrada. 7E os escribas e fariseus atentavam nele, se o curaria no sábado, para acharem de que o acusar. 8Mas ele bem conhecia os seus pensamentos; e disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te, e põe-te em pé no meio. E, levantando-se ele, pôs-se em pé. 9Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar? 10E, olhando para todos em redor, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele assim o fez, e a mão lhe foi restituída sã como a outra. 11E ficaram cheios de furor, e uns com os outros praticavam sobre o que fariam a Jesus. 12E aconteceu que naqueles dias subiu ao monte a orar, e passou a noite orando a Deus. 13E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também nomeou apóstolos: a saber, 14Simão, ao qual também chamou Pedro, e André, seu irmão; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; 15E Mateus e Tomé; Tiago, filho, de Alfeu, e Simão, chamado o zelador; 16E Judas, irmão de Tiago; e Judas Iscariotes, que foi o traidor. 17E, descendo com eles, parou num lugar plano, e também uma grande turba de seus discípulos, e grande multidão de povo de toda a Judeia, e de Jerusalém, e da costa marítima de Tiro e de Sidom, 18Que tinham vindo para o ouvir, e serem curados das suas enfermidades, como também os atormentados dos espíritos imundos: e eram curados. 19E toda a multidão procurava tocá-lo; porque saía dele virtude, e curava a todos. 20E, levantando ele os olhos para os seus discípulos, dizia: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus. 21Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis fartos. Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque haveis de rir. 22Bem-aventurados sereis quando os homens vos aborrecerem, e quando vos separarem, e injuriarem, e rejeitarem o vosso nome como mau, por causa do Filho do homem. 23Folgai nesse dia, exultai; porque, eis que é grande o vosso galardão no céu, porque assim faziam os seus pais aos profetas. 24Mas ai de vós, ricos! porque já tendes a vossa consolação. 25Ai de vós, que estais fartos! porque tereis fome. Ai de vós, que agora rides, porque lamentareis e chorareis. 26Ai de vós quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas. 27Mas a vós, que ouvis isto, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos aborrecem; 28Bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam. 29Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que te houver tirado a capa, nem a túnica recuses; 30E dá a qualquer que te pedir; e, ao que tomar o que é teu, não lho tornes a pedir. 31E, como vós quereis que os homens vos façam, também da mesma maneira lhes fazei vós. 32E, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Porque também os pecadores amam aos que os amam. 33E, se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que recompensa tereis? Porque também os pecadores fazem o mesmo. 34E, se emprestardes àqueles de quem esperais tornar a receber, que recompensa tereis? Porque também os pecadores emprestam aos pecadores, para tornarem a receber outro tanto. 35Amai pois a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque é benigno até para com os ingratos e maus. 36Sede pois misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. 37Não julgueis, e não sereis julgados: não condeneis, e não sereis condenados: soltai, e soltar-vos-ão. 38Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e trasbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes vos tornarão a medir. 39E dizia-lhes uma parábola: Pode porventura o cego guiar o cego? não cairão ambos na cova? 40O discípulo não é sobre o seu mestre, mas todo o que for perfeito será como o seu mestre. 41E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? 42Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho; não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão. 43Porque não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto. 44Porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto; pois não se colhem figos dos espinheiros, nem se vindimam uvas dos abrolhos. 45O homem bom do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca. 46E por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo? 47Qualquer que vem para mim e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante: 48É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre rocha, e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque estava fundada sobre rocha. 49Mas o que ouve e não obra é semelhante ao homem que edificou uma casa sobre terra, sem alicerces, na qual bateu com ímpeto a corrente, e logo caiu; e foi grande a queda daquela casa.

O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.

Em família
1 Crônicas 17 · Tiago 4
Pessoais
Jonas 1 · Lucas 6