Leitura 1 de 4 · Em família

Gênesis 32

1E foi também Jacó o seu caminho, e encontraram-no os anjos de Deus. 2E Jacó disse, quando os viu: Este é o exército de Deus. E chamou o nome daquele lugar Maanaim. 3E enviou Jacó mensageiros diante da sua face a Esaú seu irmão, à terra de Seir, território de Edom. 4E ordenou-lhes, dizendo: Assim direis a meu senhor Esaú: Assim diz Jacó, teu servo: Como peregrino morei com Labão, e me detive lá até agora; 5E tenho bois e jumentos, ovelhas, e servos e servas; e enviei para o anunciar a meu senhor, para que ache graça em teus olhos. 6E os mensageiros tornaram a Jacó, dizendo: Viemos a teu irmão Esaú; e também ele vem a encontrar-te, e quatrocentos varões com ele. 7Então Jacó temeu muito, e angustiou-se; e repartiu o povo que com ele estava, e as ovelhas, e as vacas, e os camelos, em dois bandos. 8Porque dizia: Se Esaú vier a um bando, e o ferir, o outro bando escapará. 9Disse mais Jacó: Deus de meu pai Abraão, e Deus de meu pai Isaque, o SENHOR, que me disseste: Torna-te à tua terra, e à tua parentela, e far-te-ei bem; 10Menor sou eu que todas as beneficências, e que toda a fidelidade que fizeste ao teu servo; porque com meu cajado passei este Jordão, e agora me tornei em dois bandos; 11Livra-me, peço-te, da mão de meu irmão, da mão de Esaú: porque o temo, que porventura não venha, e me fira, e a mãe com os filhos. 12E tu o disseste: Certamente te farei bem, e farei a tua semente como a areia do mar, que pela multidão não se pode contar. 13E passou ali aquela noite; e tomou do que lhe veio à sua mão, um presente para seu irmão Esaú: 14Duzentas cabras, e vinte bodes; duzentas ovelhas, e vinte carneiros; 15Trinta camelas de leite com suas crias, quarenta vacas, e dez novilhos; vinte jumentas, e dez jumentinhos; 16E deu-o na mão dos seus servos, cada rebanho à parte, e disse a seus servos: Passai adiante da minha face, e ponde espaço entre rebanho e rebanho. 17E ordenou ao primeiro, dizendo: Quando Esaú, meu irmão, te encontrar, e te perguntar, dizendo: De quem és, e para onde vais, e cujos são estes diante da tua face, 18Então dirás: São de teu servo Jacó, presente que envia a meu senhor, a Esaú; e eis que ele mesmo vem também atrás de nós. 19E ordenou também ao segundo, e ao terceiro, e a todos os que vinham atrás dos rebanhos, dizendo: Conforme a esta mesma palavra, falareis a Esaú, quando o achardes. 20E direis também: Eis que o teu servo Jacó vem atrás de nós. Porque dizia: Eu o aplacarei com o presente, que vai diante de mim, e depois verei a sua face; porventura aceitará a minha face. 21Assim passou o presente diante da sua face; ele porém passou aquela noite no arraial. 22E levantou-se aquela mesma noite, e tomou as suas duas mulheres, e as suas duas servas, e os seus onze filhos, e passou o vau de Jaboque. 23E tomou-os, e fê-los passar o ribeiro; e fez passar tudo o que tinha. 24Jacó porém ficou só; e lutou com ele um varão, até que a alva subia. 25E vendo que não prevalecia contra ele, tocou a juntura de sua coxa, e se deslocou a juntura da coxa de Jacó, lutando com ele. 26E disse: Deixa-me ir, porque já a alva subiu. Porém ele disse: Não te deixarei ir, se me não abençoares. 27E disse-lhe: Qual é o teu nome? E ele disse: Jacó. 28Então disse: Não se chamará mais o teu nome Jacó, mas Israel: pois como príncipe lutaste com Deus, e com os homens, e prevaleceste. 29E Jacó lhe perguntou, e disse: Dá-me, peço-te, a saber o teu nome. E disse: Por que perguntas pelo meu nome? E abençoou-o ali. 30E chamou Jacó o nome daquele lugar Peniel, porque dizia: Tenho visto a Deus face a face, e a minha alma foi salva. 31E saiu-lhe o sol, quando passou a Penuel; e manquejava da sua coxa. 32Por isso os filhos de Israel não comem o nervo encolhido, que está sobre a juntura da coxa, até o dia de hoje; porquanto tocara a juntura da coxa de Jacó no nervo encolhido.
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Marcos 3

1E outra vez entrou na sinagoga, e estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada. 2E estavam observando-o se curaria no sábado, para o acusarem. 3E disse ao homem que tinha a mão seca: Levanta-te para o meio. 4E disse-lhes: É lícito no sábado fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar? E eles calavam-se. 5E, olhando para eles em redor com indignação, condoendo-se da dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e foi-lhe restituída a sua mão, sã como a outra. 6E, tendo saído os fariseus, tomaram logo conselho com os herodianos contra ele, como o matariam. 7E retirou-se Jesus com os seus discípulos para o mar, e seguia-o uma grande multidão da Galileia e da Judeia, 8E de Jerusalém, e da Idumeia, e dalém do Jordão; e de perto de Tiro e Sidom uma grande multidão, ouvindo quão grandes coisas fazia, vêm ter com ele. 9E disse aos seus discípulos que lhe tivessem sempre pronto um barquinho junto dele, por causa da multidão, para que o não oprimisse, 10Porque tinha curado a muitos, de tal maneira que todos quantos tinham algum mal se arrojavam sobre ele, para o tocarem. 11E os espíritos imundos, vendo-o, prostravam-se diante dele, e clamavam, dizendo: Tu és o Filho de Deus. 12E ele os ameaçava muito, para que não o manifestassem. 13E subiu ao monte, e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. 14E ordenou aos doze que estivessem com ele, para que os mandasse a pregar, 15E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios: 16A Simão, a quem pôs o nome de Pedro, 17E a Tiago, filho de Zebedeu, e a João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, que significa: Filhos do trovão; 18E a André, e a Filipe, e a Bartolomeu, e a Mateus, e a Tomé, e a Tiago, filho de Alfeu, e a Tadeu, e a Simão, o cananeu, 19E a Judas Iscariotes, o que o entregou. 20E foram para casa. E ajuntou-se outra vez a multidão, de tal maneira que nem sequer podiam comer pão. 21E, quando os seus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si. 22E os escribas, que tinham descido de Jerusalém, diziam: Tem Belzebu, e pelo príncipe dos demônios expulsa os demônios. 23E, chamando-os a si, disse-lhes por parábolas: Como pode Satanás expulsar Satanás? 24E, se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não pode subsistir. 25E, se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não pode subsistir. 26E, se Satanás se levantar contra si mesmo, e for dividido, não pode subsistir; antes tem fim. 27Ninguém pode roubar as alfaias do valente, entrando-lhe em sua casa, se primeiro não manietar o valente; e então roubará a sua casa. 28Na verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e toda a sorte de blasfêmias, com que blasfemarem; 29Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão para sempre, mas será réu do eterno juízo. 30(Porque diziam: Tem espírito imundo.) 31Chegaram então seus irmãos e sua mãe, e, estando de fora, enviaram a ele, chamando-o. 32E a multidão estava assentada ao redor dele, e disseram-lhe: Eis que tua mãe e teus irmãos te buscam lá fora. 33E ele lhes respondeu, dizendo: Quem é minha mãe e meus irmãos? 34E, olhando em redor para os que estavam assentados junto dele, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos. 35Porque qualquer que fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe.
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Ester 8

1Naquele mesmo dia deu o rei Assuero à rainha Ester a casa de Hamã, inimigo dos judeus: e Mardoqueu veio perante o rei; porque Ester tinha declarado o que lhe era. 2E tirou o rei o seu anel, que tinha tomado a Hamã, e o deu a Mardoqueu. E Ester ordenou a Mardoqueu sobre a casa de Hamã. 3Falou mais Ester perante o rei, e se lhe lançou aos pés: e chorou, e lhe suplicou que revogasse a maldade de Hamã, o agagita, e o seu intento que tinha intentado contra os judeus. 4E estendeu o rei para Ester o cetro de ouro. Então Ester se levantou, e se pôs em pé perante o rei, 5E disse: Se bem parecer ao rei, e se eu achei graça perante ele, e se este negócio é reto diante do rei, e se eu lhe agrado aos seus olhos, escreva-se que se revoguem as cartas e o intento de Hamã filho de Hamedata, o agagita, as quais ele escreveu para lançar a perder os judeus, que há em todas as províncias do rei. 6Porque como poderei ver o mal que sobrevirá ao meu povo? e como poderei ver a perdição da minha geração? 7Então disse o rei Assuero à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: Eis que dei a Ester a casa de Hamã, e a ele enforcaram numa forca, porquanto quisera pôr as mãos nos judeus. 8Escrevei pois aos judeus, como parecer bem aos vossos olhos, em nome do rei, e selai-o com o anel do rei; porque a escritura que se escreve em nome do rei, e se sela com o anel do rei, não é para revogar. 9Então foram chamados os escrivães do rei, naquele mesmo tempo, e no mês terceiro (que é o mês de sivã), aos vinte e três do mesmo, e se escreveu conforme a tudo quanto ordenou Mardoqueu aos judeus, como também aos sátrapas, e aos governadores, e aos maiorais das províncias, que se estendem da Índia até Etiópia, cento e vinte e sete províncias, a cada província segundo a sua escritura, e a cada povo conforme a sua língua: como também aos judeus segundo a sua escritura, e conforme a sua língua. 10E se escreveu em nome do rei Assuero, e se selou com o anel do rei: e se enviaram as cartas pela mão de correios a cavalo, e que cavalgavam sobre ginetes, e sobre mulas e filhos de éguas. 11Que o rei concedia aos judeus, que havia em cada cidade, que se ajuntassem, e se dispusessem para defenderem as suas vidas: para destruírem, matarem e assolarem a todas as forças do povo e província que com eles apertassem, crianças e mulheres, e que se saqueassem os seus despojos, 12Num mesmo dia, em todas as províncias do rei Assuero, no dia treze do duodécimo mês, que é o mês de adar. 13E a cópia da carta foi que uma ordem se anunciaria em todas as províncias, publicamente a todos os povos, para que os judeus estivessem preparados para aquele dia, para se vingarem dos seus inimigos. 14Os correios sobre ginetes e mulas apressuradamente saíram, impelidos pela palavra do rei: e foi publicada esta ordem na fortaleza de Susã. 15Então Mardoqueu saiu da presença do rei com um vestido real azul celeste e branco, como também com uma grande coroa de ouro, e com uma capa de linho fino e púrpura, e a cidade de Susã jubilou e se alegrou. 16E para os judeus houve luz, e alegria, e gozo, e honra. 17Também em toda a província, e em toda a cidade, aonde chegava a palavra do rei e a sua ordem, havia entre os judeus alegria, e gozo, convites e dias de folguedo: e muitos dos povos da terra se fizeram judeus; porque o temor dos judeus tinha caído sobre eles.
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Romanos 3

1Qual é logo a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão? 2Muita, em toda a maneira, porque, quanto ao primeiro, as palavras de Deus lhe foram confiadas, 3Pois quê? Se alguns foram incrédulos, a sua incredulidade aniquilará a fé de Deus? 4De maneira nenhuma; antes seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso; como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras, e venças quando fores julgado. 5E, se a nossa injustiça recomendar a justiça de Deus, que diremos? Porventura será Deus injusto, trazendo ira sobre nós? ( Falo como homem) 6De maneira nenhuma: de outro modo, como julgará Deus o mundo? 7Porque, se pela minha mentira abundou mais a verdade de Deus para glória sua, por que sou ainda julgado também como pecador? 8E não dizemos (como somos blasfemados, e como alguns dizem que dizemos): Façamos males, para que venham bens: cuja condenação é justa. 9Pois quê? Somos nós mais excelentes? de maneira nenhuma, pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado; 10Como está escrito: Não há justo, nem ainda um: 11Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus: 12Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. 13A sua garganta é um sepulcro aberto: com as suas línguas tratam enganosamente: peçonha de áspides está debaixo de seus lábios: 14Cuja boca está cheia de maldição e amargura: 15Os seus pés são ligeiros para derramar sangue: 16Em seus caminhos há destruição e miséria: 17E não conheceram o caminho da paz: 18Não há temor de Deus diante de seus olhos. 19Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda a boca se feche e todo o mundo seja condenável diante de Deus. 20Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado. 21Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; 22Isto é, a justiça de Deus pela fé de Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não há diferença, 23Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; 24Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus: 25Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstração da sua justiça, pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; 26Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus. 27Onde está logo a jactância? É excluída. Por qual lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. 28Concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei. 29Deus é porventura somente dos judeus? E não o é também dos gentios? Também dos gentios, certamente. 30Porque há um só Deus que justificará pela fé a circuncisão, e pela fé a incircuncisão. 31Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei.

O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.

Em família
Gênesis 32 · Marcos 3
Pessoais
Ester 8 · Romanos 3