Leitura 1 de 4 · Em família
Números 12-13 (cap. 12)
1E falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cusita, que tomara: porquanto tinha tomado a mulher cusita. 2E disseram: Porventura falou o SENHOR somente por Moisés? não falou também por nós? E o SENHOR o ouviu. 3E era o homem Moisés mui manso, mais de que todos os homens que havia sobre a terra. 4E logo o SENHOR disse a Moisés, e a Arão, e a Miriã: Vós três saí à tenda da congregação. E saíram eles três. 5Então o SENHOR desceu na coluna da nuvem, e se pôs à porta da tenda: depois chamou a Arão e a Miriã, e eles saíram ambos. 6E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, Eu, o SENHOR, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele. 7Não é assim com o meu servo Moisés que é fiel em toda a minha casa. 8Boca a boca falo com ele, e de vista, e não por figuras; pois ele vê a semelhança do SENHOR: por que pois não tivestes temor de falar contra o meu servo, contra Moisés? 9Assim a ira do SENHOR contra eles se acendeu; e foi-se. 10E a nuvem se desviou de sobre a tenda: e eis que Miriã era leprosa como a neve: e olhou Arão para Miriã, e eis que era leprosa. 11Pelo que Arão disse a Moisés: Ah senhor meu, ora não ponhas sobre nós este pecado, que fizemos loucamente, e com que havemos pecado. 12Ora não seja ela como um morto, que saindo do ventre de sua mãe, a metade da sua carne já está consumida. 13Clamou pois Moisés ao SENHOR, dizendo: Ó Deus, rogo-te que a cures. 14E disse o SENHOR a Moisés: Se seu pai cuspira em seu rosto, não seria envergonhada sete dias? esteja fechada sete dias fora do arraial, e depois a recolham. 15Assim Miriã esteve fechada fora do arraial sete dias, e o povo não partiu, até que recolheram a Miriã. 16Porém depois o povo partiu de Hazerote; e assentaram o arraial no deserto de Parã.
Leitura 1 de 4 · Em família
Números 12-13 (cap. 13)
1E falou o SENHOR a Moisés, dizendo: 2Envia homens que espiem a terra de Canaã, que eu hei de dar aos filhos de Israel; de cada tribo de seus pais enviareis um homem, sendo cada qual maioral entre eles. 3E enviou-os Moisés do deserto de Parã, segundo o dito do SENHOR; todos aqueles homens eram Cabeças dos filhos de Israel. 4E estes são os seus nomes: Da tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur, 5Da tribo de Simeão Safate, filho de Hori; 6Da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné; 7Da tribo de Issacar, Jigeal, filho de José; 8Da tribo de Efraim, Oseias, filho de Num; 9Da tribo de Benjamim, Palti, filho de Rafu; 10Da tribo de Zebulom, Gadiel, filho de Sodi; 11Da tribo de José, pela tribo de Manassés, Gadi filho de Susi; 12Da tribo de Dã, Amiel, filho de Gemali; 13Da tribo de Aser, Setur, filho de Micael; 14Da tribo de Naftali, Nabi, filho de Vofsi; 15Da tribo de Gade, Geuel, filho de Maqui. 16Estes são os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar aquela terra: e a Oseias, filho de Num, Moisés chamou Josué. 17Enviou-os pois Moisés a espiar a terra de Canaã: e disse-lhes: Subi por aqui para a banda do sul, e subi à montanha: 18E vede que terra é, e o povo que nela habita; se é forte ou fraco; se pouco ou muito. 19E qual é a terra em que habita, se boa ou má: e quais são as cidades em que habita; ou em arraiais, ou em fortalezas. 20Também qual é a terra, se grossa ou magra: se nela há árvores, ou não: e esforçai-vos, e tomai do fruto da terra. E eram aqueles dias os dias das primícias das uvas. 21Assim subiram, e espiaram a terra desde o deserto de Zim, até Reobe, à entrada de Hamate. 22E subiram para a banda do sul, e vieram até Hebrom; e estavam ali Aimã, Sesai, e Talmai, filhos de Anaque: e Hebrom foi edificada sete anos antes de Zoã no Egito. 23Depois vieram até ao vale de Escol, e dali cortaram um ramo de vide com um cacho de uvas, o qual trouxeram dois homens sobre uma verga: como também das romãs e dos figos. 24Chamaram àquele lugar o vale de Escol, por causa do cacho que dali cortaram os filhos de Israel. 25Depois tornaram-se de espiar a terra, ao fim de quarenta dias. 26E caminharam, e vieram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, a Cades, e, tornando, deram-lhes conta a eles, e a toda a congregação, e mostraram-lhes o fruto da terra. 27E contaram-lhe e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e verdadeiramente mana leite e mel, e este é o fruto. 28O povo porém que habita nessa terra é poderoso, e as cidades fortes e mui grandes; e também ali vimos os filhos de Anaque. 29Os amalequitas habitam na terra do sul; e os heteus, e os jebuseus, e os amorreus habitam na montanha: e os cananeus habitam ao pé do mar, e pela ribeira do Jordão. 30Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Subamos animosamente, e possuamo-la em herança: porque certamente prevaleceremos contra ela. 31Porém os homens que com ele subiram disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. 32E infamaram a terra que tinham espiado para com os filhos de Israel, dizendo: A terra, pelo meio da qual passamos a espiar, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos no meio dela são homens de grande estatura. 33Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes: e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.
Leitura 2 de 4 · Em família
Salmo 48
1Grande é o SENHOR e mui digno de louvor, na cidade do nosso Deus, no seu monte santo. 2Formoso de sítio, e alegria de toda a terra é o monte de Sião sobre os lados do norte, a cidade do grande Rei. 3Deus é conhecido nos seus palácios por um alto refúgio. 4Porque eis que os reis se ajuntaram: eles passaram juntos. 5Viram-no, e ficaram maravilhados; ficaram assombrados e se apressaram em fugir. 6Tremor ali os tomou, e dores como de mulher de parto. 7Tu quebras as naus de Társis com um vento oriental. 8Como o ouvimos, assim o vimos na cidade do SENHOR dos Exércitos, na cidade do nosso Deus. Deus a confirmará para sempre (Selá). 9Lembramo-nos, ó Deus, da tua benignidade no meio do teu templo. 10Segundo é o teu nome, ó Deus, assim é o teu louvor, até aos fins da terra: a tua mão direita está cheia de justiça. 11Alegre-se o monte de Sião; alegrem-se as filhas de Judá por causa dos teus juízos. 12Rodeai Sião, e cercai-a, contai as suas torres. 13Marcai bem os seus antemuros, considerai os seus palácios, para que o conteis à geração seguinte. 14Porque este Deus é o nosso Deus para sempre, ele será nosso guia até à morte.
Leitura 3 de 4 · Pessoal
Isaías 2
1Visão que viu Isaías, filho de Amós, no tocante a Judá e a Jerusalém: 2E acontecerá no último dos dias que se firmará o monte da casa do SENHOR no cume dos montes, e se exalçará por cima dos outeiros: e concorrerão a ele todas as nações. 3E irão muitos povos, e dirão: Vinde, subamos ao monte do SENHOR, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine acerca dos seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do SENHOR. 4E julgará entre as gentes, e repreenderá a muitos povos; e converterão as suas espadas em enxadões e as suas lanças em foices: não alçará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerrear. 5Vinde, ó casa de Jacó: e andemos na luz do SENHOR. 6Porém tu desamparaste ao teu povo, a casa de Jacó; porque se encheram de impiedade mais do que os do oriente e são agoureiros como os filisteus; e mostram o seu contentamento nos filhos dos estranhos. 7E a sua terra está cheia de prata e ouro, e não há fim de seus tesouros: também está cheia a sua terra de cavalos, e dos seus carros não há fim. 8Também está cheia a sua terra de ídolos: inclinaram-se perante a obra das suas mãos, perante o que fabricaram os seus dedos. 9Ali o povo se abate, e os nobres se humilham: portanto lhes não perdoarás. 10Vai, entra nas rochas, e esconde-te no pó, da presença espantosa do SENHOR e da glória da sua majestade. 11Os olhos altivos dos homens serão abatidos, e a altivez dos varões será humilhada: e só o SENHOR será exaltado naquele dia. 12Porque o dia do SENHOR dos Exércitos será contra todo o soberbo e altivo, e contra todo o exalçado, para que seja abatido; 13E contra todos os cedros do Líbano, altos e sublimes, e contra todos os carvalhos de Basã; 14E contra todos os montes altos, e contra todos os outeiros levantados; 15E contra toda a torre alta, e contra todo o muro firme; 16E contra todos os navios de Társis, e contra todas as pinturas desejáveis. 17E a altivez do homem será humilhada, e a altivez dos varões se abaterá, e só o SENHOR será exaltado naquele dia. 18E todos os ídolos totalmente perecerão. 19Então meter-se-ão pelas cavernas das rochas, e pelas concavidades da terra, por causa da presença espantosa do SENHOR, e por causa da glória da sua majestade, quando ele se levantar para espantar a terra. 20Naquele dia o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que se fizeram para se prostrarem diante deles. 21E meter-se-ão pelas fendas das rochas, e pelas cavernas das penhas, por causa da presença espantosa do SENHOR, e por causa da glória da sua majestade, quando ele se levantar para espantar a terra. 22Pelo que deixai-vos do homem cujo fôlego está no seu nariz; porque em que se deve ele estimar?
Leitura 4 de 4 · Pessoal
Hebreus 10
1Porque, tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam. 2De outra maneira, não cessariam de se oferecer, porquanto, purificados uma vez os ministrantes, nunca mais teriam consciência de pecado. 3Neles, porém, cada ano se faz comemoração dos pecados. 4Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. 5Pelo que, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas corpo me preparaste; 6Holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram. 7Então disse: Eis aqui venho (no princípio do livro está escrito de mim), para fazer, ó Deus, a tua vontade. 8Dizendo acima: Sacrifício e oferta, e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem te agradaram (os quais se oferecem segundo a lei). 9Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo. 10Na qual vontade somos santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez. 11E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados. 12Mas este, havendo oferecido um sacrifício pelos pecados, está assentado para sempre à destra de Deus; 13Daqui em diante esperando até que os seus inimigos sejam postos por escabelo de seus pés. 14Porque com uma oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados. 15E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque depois de haver antes dito: 16Este é o concerto que farei com eles depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, e as escreverei em seus entendimentos: então diz: 17E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades. 18Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado. 19Tendo pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, 20Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, 21E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, 22Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, 23Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu. 24E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos à caridade e boas obras: 25Não deixando a nossa reunião, como é o costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quando virdes que se vai chegando aquele dia. 26Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, 27Mas uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários. 28Quebrantando algum a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas: 29De quanto maior castigo cuidais vós será julgado digno aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue do testamento, com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça? 30Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. 31Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo. 32Lembrai-vos, porém, dos dias passados, em que, depois de serdes iluminados, suportastes grande combate de aflições; 33Em parte fostes feitos espetáculo com vitupérios e tribulações, e em parte fostes participantes com os que assim foram tratados. 34Porque também vos compadecestes das minhas prisões, e com gozo permitistes o roubo dos vossos bens, sabendo que em vós mesmos tendes nos céus uma possessão melhor e permanente. 35Não rejeiteis pois a vossa confiança, que tem grande remuneração de galardão. 36Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa. 37Porque ainda um poucochinho, e o que há de vir virá, e não tardará. 38Mas o justo viverá da fé; e, se alguém se retirar, a minha alma não tem prazer nele. 39Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que creem para a conservação da alma.
O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.
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Em família
Números 12-13 · Salmo 48
Pessoais
Isaías 2 · Hebreus 10