Leitura 1 de 4 · Em família

Juízes 10

1E depois de Abimeleque, se levantou, para livrar a Israel, Tola, filho de Puá, filho de Dodó, homem de Issacar: e habitava em Samir, na montanha de Efraim. 2E julgou a Israel vinte e três anos: e morreu, e foi sepultado em Samir. 3E depois dele se levantou Jair, gileadita, e julgou a Israel vinte e dois anos. 4E tinha este trinta filhos, que cavalgavam sobre trinta jumentos; e tinham trinta cidades, a que chamaram Havote-Jair, até ao dia de hoje; as quais estão na terra de Gileade. 5E morreu Jair, e foi sepultado em Camom. 6Então tornaram os filhos de Israel a fazer o que parecia mal aos olhos do SENHOR, e serviram aos baalins, e a Astarote, e aos deuses da Síria, e aos deuses de Sidom, e aos deuses de Moabe, e aos deuses dos filhos de Amom, e aos deuses dos filisteus: e deixaram ao SENHOR, e não o serviram. 7E a ira do SENHOR se acendeu contra Israel: e vendeu-os em mão dos filisteus, e em mão dos filhos de Amom. 8E naquele mesmo ano oprimiram e vexaram aos filhos de Israel: dezoito anos oprimiram a todos os filhos de Israel que estavam dalém do Jordão, na terra dos amorreus, que está em Gileade. 9Até os filhos de Amom passaram o Jordão, para pelejar também contra Judá, e contra Benjamim, e contra a casa de Efraim: de maneira que Israel ficou mui angustiado. 10Então os filhos de Israel clamaram ao SENHOR, dizendo: Contra ti havemos pecado, em que deixamos a nosso Deus, e em que servimos aos baalins. 11Porém o SENHOR disse aos filhos de Israel: Porventura dos egípcios, e dos amorreus, e dos filhos de Amom, e dos filisteus, 12E dos sidônios, e dos amalequitas, e dos maonitas, que vos oprimiam, quando a mim chamastes, não vos livrei eu então da sua mão? 13Contudo vós me deixastes a mim, e servistes a outros deuses: pelo que não vos livrarei mais. 14Andai, e clamai aos deuses que escolhestes: que vos livrem eles no tempo do vosso aperto. 15Mas os filhos de Israel disseram ao SENHOR: Pecamos, faze-nos conforme a tudo quanto te parecer bem aos teus olhos; tão somente te rogamos que nos livres neste dia. 16E tiraram os deuses alheios do meio de si, e serviram ao SENHOR: então se angustiou a sua alma por causa do trabalho de Israel. 17E os filhos de Amom se convocaram, e se puseram em campo em Gileade: e também os de Israel se congregaram, e se puseram em campo em Mizpá. 18Então o povo, os príncipes de Gileade disseram uns aos outros: Quem será o varão que começará a pelejar contra os filhos de Amom? ele será por Cabeça de todos os moradores de Gileade.
Leitura 2 de 4 · Em família

Atos 14

1E aconteceu que em Icônio entraram juntos na sinagoga dos judeus, e falaram de tal modo, que creu uma grande multidão, não só de judeus mas de gregos. 2Porém os judeus incrédulos incitaram e irritaram, contra os irmãos, os ânimos dos gentios. 3Detiveram-se pois muito tempo, falando ousadamente no Senhor, o qual dava testemunho à palavra da sua graça, permitindo que por suas mãos se fizessem sinais e prodígios. 4E dividiu-se a multidão da cidade; e uns eram pelos judeus, e outros pelos apóstolos. 5E, havendo um motim, tanto dos judeus como dos gentios, com os seus principais, para os insultarem e apedrejarem, 6Entendendo-o eles, acolheram-se a Listra e Derbe, cidades de Licaônia, e à província circunvizinha; 7E ali pregavam o Evangelho. 8E estava assentado em Listra um certo varão leso dos pés, coxo desde o ventre de sua mãe, o qual nunca tinha andado. 9Este ouviu falar Paulo, que, fixando nele os olhos, e vendo que tinha fé para ser curado, 10Disse em voz alta: Levanta-te direito sobre teus pés. E ele saltou e andou. 11E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós. 12E chamavam Júpiter a Barnabé, e Mercúrio a Paulo; porque este era o que falava. 13E o sacerdote de Júpiter, que estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta touros e grinaldas, queria com a multidão sacrificar-lhes. 14Ouvindo, porém, isto os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgaram os seus vestidos, e saltaram entre a multidão, clamando, 15E dizendo: Varões, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra, e o mar, e tudo quanto há neles; 16O qual nos tempos passados deixou andar todas as gentes em seus caminhos. 17Ainda que, apesar disso, nunca se deixou a si mesmo sem testemunho, beneficiando lá do céu, dando-nos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria os nossos corações. 18E, dizendo isto, com dificuldade impediram que as multidões lhes sacrificassem. 19Sobrevieram, porém, alguns judeus de Antioquia e de Icônio, e, persuadindo a multidão, apedrejaram a Paulo, e o arrastaram para fora da cidade, cuidando que estava morto. 20Mas, rodeando-o os discípulos, levantou-se, e entrou na cidade, e no dia seguinte saiu com Barnabé para Derbe. 21E, tendo anunciado o evangelho àquela cidade, e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, e Icônio, e Antioquia, 22Confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, e dizendo que por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus. 23E, havendo-lhes, por comum consentimento, eleito anciãos em cada igreja, orando com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido. 24Passando depois por Pisídia, dirigiram-se a Panfília. 25E, tendo anunciado a palavra em Perge, desceram a Atália. 26E dali navegaram para Antioquia, de onde tinham sido encomendados à graça de Deus para a obra que já haviam cumprido. 27E, quando chegaram e reuniram a igreja, relataram quão grandes coisas Deus fizera por eles, e como abrira aos gentios a porta da fé. 28E ficaram ali não pouco tempo com os discípulos.
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Jeremias 23

1Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o SENHOR. 2Portanto assim diz o SENHOR, o Deus de Israel, acerca dos pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes: eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o SENHOR. 3E eu mesmo recolherei o resto das minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver afugentado, e as farei voltar aos seus currais; e frutificarão, e se multiplicarão. 4E levantarei sobre elas pastores que as apascentem, e nunca mais temerão, nem se assombrarão, nem faltarão, diz o SENHOR. 5Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, sendo rei, reinará, e prosperará, e praticará o juízo e a justiça na terra. 6Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro: e este será o seu nome, com que o nomearão: O SENHOR justiça nossa. 7Portanto, eis que vêm dias, diz o SENHOR, e nunca mais dirão: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito; 8Mas: Vive o SENHOR, que fez subir, e que trouxe a geração da casa de Israel da terra do norte, e de todas as terras para onde os tinha arrojado; e habitarão na sua terra. 9Quanto aos profetas, já o meu coração está quebrantado dentro de mim mesmo, todos os meus ossos tremem; sou como um homem bêbado, e como um homem vencido de vinho, por causa do SENHOR, e por causa das palavras da sua santidade. 10Porque a terra está cheia de adúlteros, e a terra chora por causa da maldição: os pastos do deserto se secam; porque a sua carreira é má, e a sua força não é reta. 11Porque o profeta, assim como o sacerdote, estão contaminados; até na minha casa achei a sua maldade, diz o SENHOR. 12Portanto o seu caminho lhes será como uns escorregadouros na escuridão: serão repuxados, e cairão nele; porque trarei sobre eles mal no ano da sua visitação, diz o SENHOR. 13Nos profetas de Samaria bem vi eu loucura: profetizavam da parte de Baal, e faziam errar o meu povo Israel. 14Mas nos profetas de Jerusalém vejo uma coisa horrenda: cometem adultérios, e andam com falsidade, e esforçam as mãos dos malfeitores, para que não se convertam da sua maldade; têm-se tornado para mim como Sodoma, e os seus moradores como Gomorra. 15Portanto assim diz o SENHOR dos Exércitos acerca dos profetas: Eis que lhes darei a comer alosna, e os farei beber águas de fel; porque dos profetas de Jerusalém saiu a contaminação sobre toda a terra. 16Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Não deis ouvidos às palavras dos profetas, que vos profetizam; fazem-vos esvaecer: falam a visão do seu coração, não da boca do SENHOR. 17Dizem continuamente aos que me desprezam: O SENHOR disse: Paz tereis; e a qualquer que anda segundo o propósito do seu coração, dizem: Não virá mal sobre vós. 18Porque, quem esteve no conselho do SENHOR, e viu, e ouviu a sua palavra? quem esteve atento à sua palavra, e ouviu? 19Eis que saiu com indignação a tempestade do SENHOR; e uma tempestade penosa cairá cruelmente sobre a cabeça dos ímpios. 20Não se desviará a ira do SENHOR, até que execute e cumpra os pensamentos do seu coração: no fim dos dias entendereis isso claramente. 21Não mandei os profetas, contudo eles foram correndo: não lhes falei a eles, contudo eles profetizaram. 22Porém, se estivessem no meu conselho, então fariam ouvir as minhas palavras ao meu povo, e os fariam voltar do seu mau caminho, e da maldade das suas ações. 23Porventura sou eu Deus de perto, diz o SENHOR, e não também Deus de longe? 24Esconder-se-ia alguém em esconderijos, que eu não o veja? diz o SENHOR; porventura não encho eu os céus e a terra? diz o SENHOR. 25Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, profetizando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei. 26Até quando será isto? há pois ainda sonho no coração dos profetas que profetizam mentiras? são, porém, profetas do engano do seu coração; 27Que cuidam que farão que o meu povo se esqueça do meu nome pelos seus sonhos que cada um conta ao seu companheiro, assim como seus pais se esqueceram do meu nome por causa de Baal. 28O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele em quem está a minha palavra, fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? diz o SENHOR. 29Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o SENHOR, e como um martelo que esmiúça a penha? 30Portanto, eis que eu sou contra os profetas, diz o SENHOR, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu companheiro. 31Eis que eu sou contra os profetas, diz o SENHOR, que usam de sua língua, e dizem: Assim o disse. 32Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos falsos, diz o SENHOR, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; e eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não fizeram proveito nenhum a este povo, diz o SENHOR. 33Quando pois te perguntar este povo, ou qualquer profeta, ou sacerdote, dizendo: Qual é a carga do SENHOR? Então lhe dirás: Que carga? Que vos deixarei, diz o SENHOR. 34E, quanto ao profeta, e ao sacerdote, e ao povo, que disser, Carga do SENHOR, eu castigarei o tal homem e a sua casa. 35Assim direis, cada um ao seu companheiro, e cada um ao seu irmão: Que respondeu o SENHOR? e que falou o SENHOR? 36Mas nunca mais vos lembrareis da carga do SENHOR; porque a cada um lhe servirá de carga a sua própria palavra; pois torceis as palavras do Deus vivo, do SENHOR dos Exércitos, o nosso Deus. 37Assim dirás ao profeta: Que te respondeu o SENHOR, e que falou o SENHOR? 38Mas, porquanto dizeis: Carga do SENHOR; portanto assim o diz o SENHOR: Porquanto dizeis esta palavra: Carga do SENHOR, havendo-vos ordenado, dizendo: Não direis: Carga do SENHOR; 39Por isso, eis que também eu me esquecerei totalmente de vós, e a vós, e à cidade que vos dei a vós e a vossos pais, arrancarei da minha face. 40E porei sobre vós perpétuo opróbrio, e eterna vergonha, que não será esquecida.
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Marcos 9

1Dizia-lhes também: Em verdade vos digo que, dos que aqui estão, alguns há que não provarão a morte até que vejam vir o reino de Deus com poder. 2E seis dias depois Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago, e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte; e transfigurou-se diante deles; 3E os seus vestidos tornaram-se resplandecentes, mui brancos como a neve, tais como nenhum lavadeiro sobre a terra os poderia branquear. 4E apareceu-lhes Elias com Moisés, e falavam com Jesus. 5E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Mestre, bom é que nós estejamos aqui, e façamos três cabanas, uma para ti, uma para Moisés, e uma para Elias. 6Pois não sabia o que dizia, porque estavam assombrados. 7E desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a ele ouvi. 8E, tendo olhado em roda, ninguém mais viram, senão só Jesus com eles. 9E, descendo eles do monte, ordenou-lhes que a ninguém contassem o que tinham visto, até que o Filho do homem ressuscitasse dos mortos. 10E eles retiveram o caso entre si, perguntando uns aos outros que seria aquilo: ressuscitar dos mortos. 11E interrogaram-no, dizendo: Por que dizem os escribas que é necessário que Elias venha primeiro? 12E, respondendo ele, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro, e todas as coisas restaurará: e, como está escrito do Filho do homem, convém que padeça muito e seja aviltado. 13Digo-vos, porém, que Elias já veio, e fizeram-lhe tudo o que quiseram, como dele está escrito. 14E, quando se aproximou dos discípulos, viu ao redor deles grande multidão, e alguns escribas que disputavam com eles. 15E logo toda a multidão, vendo-o, ficou espantada, e, correndo para ele, o saudaram. 16E perguntou aos escribas: Que questionais com eles? 17E um da multidão, respondendo, disse: Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espírito mudo; 18E, onde quer que o apanha, despedaça-o, e ele escuma, e range os dentes, e vai-se secando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam. 19E ele, respondendo-lhes, disse: Ó geração incrédula! até quando estarei convosco? até quando vos sofrerei ainda? Trazei-mo. 20E trouxeram-lho; e, quando o viu, logo o espírito o agitou com violência, e, caindo por terra, revolvia-se, escumando. 21E perguntou ao pai dele: Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse-lhe: Desde a infância; 22E muitas vezes o tem lançado no fogo, e na água, para o destruir; mas, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós, e ajuda-nos. 23E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê. 24E logo o pai do menino, clamando com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade. 25E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele. 26E ele, clamando, e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. 27Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou. 28E, quando entrou em casa, os seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que o não podemos nós expulsar? 29E disse-lhes: Esta casta não pode sair por coisa alguma, senão pela oração e jejum. 30E, tendo partido dali, caminharam pela Galileia, e não queria que alguém o soubesse; 31Porque ensinava os seus discípulos, e lhes dizia: O Filho do homem será entregue nas mãos dos homens, e matá-lo-ão; e, morto ele, ressuscitará ao terceiro dia. 32Mas eles não entendiam esta palavra, e temiam interrogá-lo. 33E chegou a Cafarnaum, e, entrando em casa, perguntou-lhes: Que arrazoáveis entre vós pelo caminho? 34Mas eles calaram-se; porque pelo caminho tinham disputado entre si qual deles havia de ser o maior. 35E ele, assentando-se, chamou os doze, e disse-lhes: Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos. 36E, lançando mão de um menino, pô-lo no meio deles, e, tomando-o nos seus braços, disse-lhes: 37Qualquer que receber um destes meninos em meu nome a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber recebe, não a mim, mas ao que me enviou. 38E João lhe respondeu, dizendo: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não nos segue. 39Jesus, porém, disse: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim. 40Porque quem não é contra nós é por nós. 41Porque qualquer que vos der a beber um copo de água em meu nome, porque sois discípulos de Cristo, em verdade vos digo que não perderá o seu galardão. 42E qualquer que escandalizar um destes pequeninos que creem em mim melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e que fosse lançado no mar. 43E, se a tua mão te escandalizar, corta-a: melhor te é entrar na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga; 44Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. 45E, se o teu pé te escandalizar, corta-o; melhor te é entrar coxo na vida do que, tendo dois pés, ser lançado no inferno, no fogo que nunca se apaga; 46Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. 47E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor te é entrar no reino de Deus com um olho do que, tendo dois olhos, ser lançado no fogo do inferno; 48Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. 49Porque cada um será salgado com fogo, e cada sacrifício será salgado com sal. 50Bom é o sal; mas, se o sal se tornar insulso, com que o adubareis? tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros.

O plano McCheyne organiza o dia em duas trilhas: as primeiras leituras para o culto em família e as demais para a devoção pessoal.

Nunca fez culto em família? Veja como fazer em 15 minutos.

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